Eu sempre procuro fazer uma distinção entre “crentes” e “religiosos”. Religioso é aquele que segue uma religião, seja ela qual for (não! Sério?). Crente é o babaca que chega aqui crente que soltará palavras proverbialmente sábias, instiladas pela sabedoria de nóssinhô Jay Cee. Eu não me importo com religiosos e até temos dois como comentaristas assíduos, como o Saulo e Kistner. Pelo menos, sabem defender suas ideias com respeito, apesar das conversas ficarem tensas às vezes, mas, que diabos,misso acontece quando se conversa sobre qualquer coisa. Enquanto isso, um bando de retardados analfabetos e completamente alienados (não necessariamente nessa ordem) agem como criaturas histericamente assoladas pelo melhor que a estupidez humana pode produzir. Saulo e o Kistner devem morrer de vergonha por causa deles. Bem, a vida é assim.
Tem início agora a Voz dos Alienados, com o melhor que a espúria parcela humana de imbecis pode nos brindar.

Nunca confie num clone. Alice dormiu no ponto e alguma pedagoga-zumbi-radioativa fugiu, mordendo todo mundo em seu caminho. Um deles, ao que parece, foi o senador Cristóvam Buarque (PDT-DF) que teve a “brilhante” ideia de protocolar uma proposta de emenda constitucional (PEC). O que vem nesta emenda? Pena de morte? Demissão sumária para político safado (com direito a algumas chibatadas em pra pública)? Não, isso não é importante. o importante é garantir o bem-estar das pessoas e, para isso, a PEC em questão visa incluir o direito à busca da felicidade na Constituição. Esta proposta recebeu a alcunha de “PEC da Felicidade” e esta é a segunda edição da SEXTA INSANA!
No doce e amoroso mundo religioso, ciosos das palavras cândidas do Sermão da Montanha, vemos como o lindo amor cristão na paz do Senhor Jesus Jóquei de Jegue esquece do que está escrito no Evangelho de Mateus. Quando Uruk-Hais se encontram com os Haradrim o resultado é catastrófico. Elefantes-guerreiros e antas atoleimadas saem na porrada; e foi isso que aconteceu ontem, em Sapucaia do Sul, no Rio Grande, tchê. Um bando de Ovelhinhas do Senhor viram os bodinhos de Oxalá* arriando um despachinho básico, na santa paz de Iansã e resolveram partir pra porrada. Resultado: um deles foi morto a facada.
Estamos chegando ao fim. Do ano, do ano letivo, da linha e da noção de ridículo de nossos (seus; eu moro em Tuvalu) políticos e os tecnocratas da nação. A Educação está mais que zoneada e não poderíamos encerrar a gestão do Primeiro Molusco sem mais uma cangancha (calma, ainda temos1 mês e 22 dias apara mais besteiras governamentais). Dessa vez foi com o glorioso ENEM, organizado pela competentíssima equipe do ministério que acha que
Com a chegada da Internet, criou-se uma tola expectativa que muito conteúdo estaria na Grande Rede e que as pessoas contribuiriam com seus conhecimentos para compartilhá-los com o restante da humanidade, antes que algum ICBM caísse no nosso telhado ou que o Tiririca fosse eleito. Eu teria preferido o ICBM. O que vimos foi a criação de dois tipos espúrios: Os TDM e os KFDP. Se você tem um blog, já reconheceu e teve o desprazer de cruzar com as duas "distintas" figuras. Enquanto um fica enchendo o seu saco, falando besteiras, o outro age na encolha, roubando seu texto e colocando na maior cara-de-pau. Este último é conhecido como kibador, em homenagem ao máximo rei dos kibadores.
Ele é o Senhor da Ciência, o Mago do Conhecimento, o Manipulador do Saber, o Supre-Sumo de tudo que se sabe e ainda vai se saber ou jamais se saberá. Ele é o incrível, fantástico, insuperável BEAKMAN!
Alguns títulos meus estão tomando forma de livros de sociologia. Espero morrer antes que o mal se consuma e eu acabe virando sociólogo (ou senador com mais de 1 milhão de votos). Durante toda a semana, um enxame de notícias sobre a tal Mayara Petruso (quando eu comecei a escrever este artigo, eu tinha escrito Mônica Peruzo, para vocês verem como dou importância a isso), que resolveu xingar no Twitter e no Facebook, atribuindo a vitória da Dilma aos eleitores do Nordeste, com frases como “Nordestino não é gente, faça um favor a Sp e mate um nordestino afogado!” (sic). Agora, ela está prestes a responder criminalmente por seu ato. No entanto, eu ainda sou um idiota que acha que todo evento ou ação social (qualquer uma delas) deve ser representação de algo e deve nos ensinar mais sobre nós mesmos. O que aprendemos com isso?
Lords Sith estão sendo chamados à prontidão. O Arquiteto saiu pra tirar umas férias e as coisas estão degringolando. Deu falha na Matrix e um grupo de dissidentes católicos formaram o grupo chamado Opus Angelorum, ou “Obra dos Anjos”, na gloriosa Flor do Lácio. Segundo o grupo, legiões de anjos e demônios lutam entre si pelo controle do mundo dos homens. Os Uruk-Hai decidiram que as forças malignas do Leste estão cada vez mais esquisitas e ralaram peito. Os piratas de Dun-Bar estão com seus navios ancorados e os trolls da montanha ainda me enviam e-mails, enchendo o meu saco.
Pelo menos, foi isso o que o glorioso ministro indiano do meio-ambiente disse. E eu fiquei pasmo em saber que existem tais coisas: ministros, meio-ambiente e governos na Índia. Aliás, fico em dúvida sobre o que é mais irreal: a Índia ou o Acre. Bom, pelo menos sabemos da existência do Taj Mahal. Alguém se lembra de alguma construção imponente no Acre? A birosca do seu Firmino não conta. Enquanto isso, a redução de corujas selvagens da Índia é uma grande preocupação e a culpa recai sobre os fãs do bruxinho mais
Volta e meia sempre acontece de nos lembrarmos de algo e ficarmos com um gosto amargo de não poder ter este algo novamente. Entretanto, ainda conseguimos resgatar pérolas, nem que seja de ostras bem escondidas. Foi mais ou menos o que aconteceu esta semana. Estava conversando com uma amiga minha e mencionei sobre uma série que assisti lá pro final dos anos 90 (o que para a maioria das pessoas significa a pré-história), que era apresentada às segundas-feira, na TV Educativa do Rio, vulgarmente conhecida como TVE. Era uma série apresentada pelo historiador James Burke. O nome do programa era Conexões (