Todo dia tem sempre um bando de idiotas dispostos a mostrar quanto são retardados. Em épocas de crise, mais desses imbecis aparecem, como quando o clima fica quente e as baratas saem pelos ralos de noite.
Com a onda de furacões cataclísmicos assolando os EUA, surge outra desgraça de proporções bíblicas: gente retardada, como o bando de lunáticos, digo ativistas… ah, é tudo a mesma coisa, que resolveu sacanear o furacão Irma apontando ventiladores pro Céu. São Pedro deu um soco na mesa e disse: “Malditos! Por essa eu não esperava”.
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Os hindus são meio esquisitos com seus deuses, mas eu não vou nem criticá-los muito com isso, quando muitos cristãos acreditam em cobras falantes. O que eu acho maneiro mesmo é que hindus realmente viajam na maionese com seus deuses de múltiplos braços… e tem o Ganesh, o Deus-Elefantão. Diz o hinduísmo que ele é o primeiro filho de Shiva e Parvati, esposo de Buddhi e Siddhi, considerado removedor de obstáculos, proporcionador do sucesso e da fartura, mestre do intelecto, da sabedoria e chefe do exército celestial, e por isso também, esta divindade é encontrada sempre na porta de todos os templos hindus e na
Deus não é bom. Talvez nem seja mau. Se ele é um deus acima de tudo, como dizem os religiosos, ele não deveria ter características humanas. Você não se preocupa com o que nasce no ralo do seu banheiro, não é mesmo? Por que um deusão poderosão teria um mínimo de sentimentos característicos dos seres humanos? Isso não faz sentido do ponto de vista lógico, não é mesmo?
Nada como a tendência humana de se auto-destruir, como diria o T-800. O brasileiro não é diferente. Talvez pior, ainda mais que temos a noção que o Brasil é um país que odeia Ciência. Com tanta divulgação de besteiras de Nova Era, como homeopatia, quiropraxia, Reiki e até gente ficando de dancinha no SUS, só podia dar no que deu
Léo Montenegro era um articulista do jornal O Dia, do Rio de Janeiro. Em suas crônicas, sempre tinha alguma situação engraçada, com personagens diversos. Desde a senhora gorda, até um negão e um sujeito com capacete de Jim das Selvas. Era o cotidiano insano de subúrbio que, em quase todas as histórias, acabava com pessoal saindo na porrada.
Com toda a onda de maníacos saindo em passeada divulgando ideias neo-nazistas pelas ruas de Charlottesville, cantando hinos, tremulando bandeiras e fazendo Sieg Heil, questionou-se por que permitiram fazer isso. A questão é que a Primeira Emenda da Constituição dos EUA permite qualquer manifestação de pensamento, resguardada pela lei dos Direitos Civis, que não tem nenhuma ressalva sobre o que você pode exprimir, diferente do Brasil, que tem lei federal que proíbe expressamente divulgação de ideologia nazista.
O Paradoxo de Epicuro nos faz pensar sobre as nuances mais básicas de Deus. Onisciente? Onipotente? Onipresente? Bondade absoluta? Se colocarmos isso a 80km/h, será que dar para ficar tudo junto? Lino, do jeito que está o mundo, eu acho que não. Os preceitos acabam indo um de encontro ao outro. Aliás, nem sei por que deveríamos achar que Deus é bondoso, mas isso nem vem ao caso neste vídeo.
Imaginem a cena. Você, Grande Lúcifer, Senhor dos Infernos, Príncipe das Trevas, Lorde da Maldade, Líder dos Demônios, Expressão Máxima do Mal. Alguém vem e fala contigo e faz um pacto. Você, Ó Desprezível, quer espalhar o mal, a perversão, carregar todo mundo pra maldade, fazer todo mundo cheirar maconha e fumar cocaína. Mas não. A criatura que contrata seus serviços quer apenas zoar o casamento dos outros. Eu acho isso uma Ofensa a Lúcifer, Nosso Senhor.
Eclipses sempre foram mágicos, misteriosos e assustadores. Antigos chineses acreditaram que o Grande Dragão devorava o Sol. Possivelmente, Glaurung, aquele grandessíssimo FDP. Outros achavam que era obra de Satã, Nosso Senhor, enquanto outros não achavam nada, pois sua expectativa de vida não era lá grande coisa. Os EUA estavam radiantes com isso. Não é para menos, já que a última vez que um eclipse solar de costa a costa foi em 1918.