Gâmbia descobre a cura da AIDS mas a máfia de branco se recusa a aceitar (ou não)

República da Gâmbia é um pseudopaís localizado na região leste da África. Esta tristeza tem pouco mais de 2 milhões de habitantes, mais ou menos a população do bairro de Jacarepaguá no Rio de Janeiro, com uma densidade populacional de 140 hab/km² o que não é tão ruim assim, pois o pessoal meio que fica longe de você. Seu PIB é de ridículos 1,3 bilhão de dólares e lá na rabeira do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano). Aquela porqueira não produz nada que preste a não ser ditadores, como acontece em 99% da África e se você nem tem o direito de achar ruim, pois sequer sabe localizar num mapa mudo e muito menos o nome da capital (é Banjul, mas eu tive que consultar).

Em 1765, a Gâmbia tornou-se colônia britânica, só se tornando independente do Reino Unido em 1965, tendo 3 “presidentes”. Um governou por 20 anos, o segundo foi eleito para em seguida ser derrubado num golpe de Estado por Yahya Jammeh, que também ficou no cargo por 20 anos, tendo saído ano passado. Jammeh fez muitas coisas dignas de nota, e nenhuma delas pode ser considerada legalzinha, como obrigar milhares de pessoas portadoras do HIV a se submeterem a tratamentos com uma mistura de ervas que ele mesmo inventou.

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Universidade de Oxford acha que mulheres são burras demais para fazer provas junto com homens

Eu achava que, independente do gênero, raça, cor e credo, pessoas são capazes de alcançar maravilhas (foi o Jor-El quem me ensinou). A História está cheia de mulheres matemáticas brilhantes, como Sophie Germain, por exemplo. Mas eu achei que isso podia acontecer até os dias de hoje. Tenho que admitir que, às vezes, muito raramente, eu cometo erros. E a prova disso foi o que aconteceu em Oxford. Lá, eles acharam que mulheres são burras demais para fazer provas nos mesmos moldes que homens. Dessa forma, as mulheres passaram a ter direito a um tempo de prova quinze minutos a mais que os homens, de forma a diminuir o vácuo entre os dois, o que chamam estupidamente de gender gap.

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Tamanho e espessura fazem diferença, sim. Ao menos, no cérebro

Por definição, a epilepsia é uma alteração temporária e reversível do funcionamento do cérebro, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos; em que, durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Em termos mais leigos, seu cérebro buga, as correntes elétricas e neuroquímicas começam a agir de forma mais esquisita do que quando a sua esposa viu o nome da Suellen no seu celular (sim, vai ter neurocientista querendo me pegar de porrada por esta comparação).

Vários fatores são causadores de epilesias (sim, tem mais de uma) e, agora, foi descoberto que ela também está associada a diferenças de espessura e volume na matéria cinzenta de várias regiões do cérebro.

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Por que rir de anti-vaxxer é tão perigoso e como as vacinas funcionam

Com os altos índices de febre amarela e o número absurdo de mortes (uma já é algo inaceitável em pleno século XXI!), volta à cena dois tipos de imbecis: anti-vaxxers e gente que acha anti-vaxxers engraçados. Isso vem de uma compreensão errônea dos dois lados, posto que são duas classes de imbecis que sucumbiram à Teoria da Ferradura ao não saber como vacinas funcionam.

É muito tentador, reconheço, rir de idiotas que não querem se vacinar e se exporem ao risco de morrer de uma doença infecto-contagiosa. A frase “Darwin cuida” bem vem à garganta, mas quando você para 2 segundos para pensar, tendo ciência de como vacinas funcionam, o único comentário é “putz!”. Mas por que eu estou falando isso?

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O diplodoco que saiu pra viagem

Todo mundo gosta de dinossauros. Se seu filho não gosta de dinossauros, leve-o agora mesmo num psicólogo, pois ele tem sérios problemas. Se você não gosta de dinossauros, é caso perdido. Atire-se do primeiro prédio ou doe seu corpo para uma usina termelétrica. Estes monstros colossais eram fantásticos e quanto mais sabemos sobre eles, mais fascinam. Hoje, temos vários museus exibindo fósseis com milhões de anos (ou 6 mil, se você for fundamentalista) que contam um pouco da história da vida na Terra. O problema é que montar um bichão grandão dá muito trabalho e requer muitos especialistas. Agora imaginem na hora de transferir um esqueletão grande de um lugar pro outro. Bem, foi o que o pessoal do Natural History Museum fez.

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ENEM 2017: Já sabe que vem vergonha alheia, né?

E saiu o que todos estávamos esperando: os resultados do ENEM. Aquela maravilha que mostra a quantas andam a nossa Educação de forma mascarada (mas ainda caótica), pois na real mesmo vem o PISA e mostra que é bem pior do que estávamos pensando. Ainda assim, vale sempre dar uma olhadinha nas insânias do ENEM.

PÉRA! Eu falei insânia? Sim, senhoras e senhores, pois esta é a temporada 2018 da sua SEXTA INSANA!

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A Ida do Homem à Lua – Resposta aos idiotas

Ontem foi um dia muito legal. Num papo no twitter, resolvemos acabar com estas besteiras de que alegam ser “questionamentos”!, mas que não passa de diarreia mental, criticando a ida do Homem à Lua. Normalmente, aquelas xaropadas de sempre, que estamos cansados de rebater. Não porque realmente queremos explicar a estes retardados, mas para falar com pessoas que buscam informação. Então, o Sérgio do Space Today, o Lito do Aviões e Música, o Cardoso do Contraditorium e o Junior Miranda, do Homem do Espaço resolveram fazer uma live para conversar sobre o assunto.

Ah, sim. Algum psicopata achou que estes cavalheiros precisavam de alguém manso e puro de coração. Como não encontraram, chamaram a mim, que cheguei dizendo que eu ia falar mal dos imbecis. Perdeu a live? Não final, você poderá vê-la agora.

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Das banalizações que deprimem

O problema do mundo é a simplificação de coisas realmente sérias e a “serificação” de brincadeiras. Piadas são vistas como uma ofensa pessoal a pessoas que não foram o foco da piada, mas acham que quem foi TEM que ficar ofendido, mesmo dizendo que não está. Diametralmente a isso, está o pessoal que banaliza doenças mentais, por exemplo. Um exemplo disso foi uma postagem imbecil de uma pessoa que entende tanto de depressão quanto um jabuti entende de pesquisa aeroespacial e resume tudo a um meme que encontrou na Internet.

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Sacanagem Sueca fez 37 mulheres acabarem grávidas

Tecnologia é algo fantástico, mas não devemos endeusá-la, ainda mais quando algumas peculiaridades técnicas estão envolvidas, como por exemplo, como o corpo humano funciona. As pessoas acham que sabem mais que médicos e que um app de celular resolve tudo. Daí acaba com a surpresinha que 37 mulheres da Suécia tiveram, quando engravidaram e puseram a culpa num app chamado Natural Cycles, que é certificado na Europa e isso diz muito pouco.

Esses mulheres acabaram abortando e reclamaram da incompetência do aplicativo, que alega ser bastante preciso. Afinal, é a tabelinha 2.0?

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Problematização do Dia: Fazer cego enxergar é errado

Diz o ditado que os otimistas veem o copo pela metade e dizem que está meio cheio. Já os pessimistas dizendo que está meio vazio. Químicos vão pegar uma proveta para medir com maior precisão, filósofos ficam questionando as vicissitudes do copo d’água e os lacradores dirão que com tanta criancinha sedenta, fica-se discutindo um copo. Mas tem mais um grupo: os retardados luditas que pegam o pior dos pensamentos, pois eles precisam patologicamente se sobressair. É o caso de um retardado que problematizou pesquisas fazendo cegos enxergarem.

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