Atualmente, há um grande movimento para liberar geral a maconha para tratamento médico. Claro, quem fala isso é uma besta, já que tem muita diferença entre usar canabinoides e o jererê. Alguns pacientes fumam maconha para combater a epilepsia, a esclerose múltipla e ocorrências de dores crônicas, mas em países em que isso é permitido é preciso de receituário específico. Em alguns estados norte-americanos, tratamentos com maconha são permitidos, apesar de haver lei federal criminalizando o uso. Sim, é uma bagunça, mas ter estados com leis independentes acabam nisso.
De qualquer forma, uma das alegações é que canabinoides não têm efeito colateral, mas só quem não entende um mínimo de farmacologia vai alegar isso. O problema é que pesquisas recentes estão mostrando que remédios extraídos de princípios ativos encontrados na maconha afeta a memória.
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Eu acho comunistas uma classe de pessoas fascinantes. São dignos de serem observados por um zoólogo. O mais interessante de comunistas é que eles adoram as maravilhas do Capitalismo. Não só adoram, como praticam; mas parece que não sabem disso. outra coisa que eles não sabem é o mínimo de Biologia e isso acarreta em certas peculiaridades, como uma certa ONG que resolveu plantar arroz orgânico, sem estes venenos que o agronegócio malvado usa, tendo enormes gastos, porque se tem uma coisa que o Capitalismo Opressor gosta é de gastar dinheiro em demasia. O problema foi que eles perderam toda safra de arroz e agora estão pedindo ajuda
Verificar o que as pessoas têm na cabeça é uma tarefa nem sempre muito fácil. A parte fácil não é lá muito bem aceita; além de sujar o machado e a sala, os comitês de ética faça enchendo o saco para que o paciente, no mínimo, saia vivo. Outros procedimentos, apesar de não serem tão divertidos, envolve eletrodos e/ou maquinário de grande porte, o que complica muito. Enfiar eletrodos no cérebro seria um meio-termo, mas também causa problemas, como tudo ser muito bem esterilizado e ter fios, muitos fios, de um lado pro outro. Seria legal se pudéssemos colocar um implante definitivo (ou quase) no cérebro e ele mandar de lá de dentro todas as informações que precisássemos, sem necessariamente usarmos fios conectores.
Os diferentes tipos de cânceres e tumores são uma droga. O incrível projeto feito por um designer inteligente errou feio, errou rude. E se já não batava ter células tumorais em órgãos que você jamais gostaria que tivesse células tumorais (a rigor, nenhum de nós quer ter célula de tumor em canto algum), ainda tem as chamadas “células tumorais circulantes”. Estas celulinhas sacanas estão à solta no sangue de pessoas que sofrem da maioria dos cânceres, mas são raras (felizmente), e por causa dessa raridade, elas são difíceis de serem detectadas (infelizmente).
Eu costumo dizer que brasileiro odeia Ciência, mas é uma forma simplista. De uma maneira geral, as pessoas odeiam algo que lhes tire do conforto, de suas crenças, da vontade que tudo aconteça por mágica. É puro comodismo. Isso explica a quantidade enorme de pessoas que acreditam em médiuns, videntes, líderes religiosos e políticos (têm diferença?), veganismo e terapias alternativas. As pessoas preferem a crença ao saber. Preferem as religiões, de alguma forma. Elas querem que seus mundinhos mágicos fiquem estáveis e tudo se resolva por si só.
No universo das pequenas coisas, você precisa fazer um estardalhaço com algo que não tenha efeito nenhum, de forma a fingir que trabalha e mostra serviço. Nada é mudado mas você tira onda que está fazendo muito por todos, quando efetivamente não está fazendo nada para ninguém. É com base nisso que se baseia esta proibição imbecil dos canudos de plástico no Rio de Janeiro. Motivo? “Ain, o meio-ambiente lindinho não pode ser emporcalhado por causa desses malditos canudos”. Que nem a foto ao lado mostrando a imensa quantidade de canudinhos de refrigerante.
Muito por causa da frescura de um monte de homens idiotas, o câncer de próstata é o tipo de câncer que apresenta a maior incidência entre homens de 18 anos ou mais que descobriram a doença no primeiro diagnóstico. Quanto? 36%. Altíssimo. E não, não é coisa de velho. Releia:
De uma maneira geral, as pessoas têm uma péssima ideia quando se envolve números muito grandes. Não importa sobre o que esteja se falando. Números são muito ardilosos, e quando se entra discursos de ordem política, econômica e/ou interesseira (o último e a soma de tudo), temos um caminho lindo para ludibriar pessoas. Um exemplo disso são as terras indígenas. Você pensa que, pela forma que as reportagens falam, os pobres índios estão em algum terreno com área semelhante a um bairro de cidade pequena. Bem, não é isso. Uma recente pesquisa mostra que povos indígenas têm direitos (totais!) de propriedade, de pelo menos um quarto da superfície terrestre do mundo. Não me parece pouco, parece?
Phineas Gage era um operário braçal que trabalhava para uma ferrovia. Um dia tinha uma pedra no meio do seu caminho. No meio de seu caminho tinha uma pedra. A decisão era explodí-la e quando Gage foi socar o explosivo na pedra, o explosivo detonou e a barra de ferro entrou em seu crânio. Ele não morreu, mas virou um ícone para o estudo da Neurociência, e é citado até hoje em publicações e em universidades.
Imagine que você, mulher nova, bonita e carinhosa, tenha plena consciência que saúde é uma coisa séria. Daí resolve se tratar mas planos de saúde estão absurdamente caros. Poxa, um exame de Papanicolau na rede pública de saúde seria o ideal, né? Basicamente, o médico passa uma espátula ou uma escovinha onde tudo começa e tudo se resolve, coleta amostras e manda para um laboratório para fazer os testes necessários e verificar a saúde uterina. O que poderia dar errado? Num país de verdade, nada, mas estamos no Brasil, e se você for de Pelotas, RS, melhor ir num particular. Ou não. Saúde pública lá é tão foda, que os casos de câncer no útero caíram para zero. AMEM, JESUS, É UM MILAGRE!