Imagine que você monte um timinho de futebol de várzea. Aí, você é posto para jogar contra o Real Madrid, descontando o fato que seus colegas de time partirão para quebrar a perna do primeiro jogador do time adversário na primeira oportunidade, é bem provável que você perca. E perca feio. Isso não é legal. Isso mexe com as pessoas. Antigamente, os Harlem Globetrotters faziam suas apresentações nos países, jogando contra o time local. Era algo como Galactus enfrentando o Tucão (esta relação eu kibei do Cardoso. Me processem!). Tipo… São os Motherfuckin’ Globetrotters. Você SABE que vai perder de forma vergonhosa! Aceita e curta o espetáculo. Já a torcida não entendia isso e levou a hostilizarem os Globetrotter, motivo pelo qual os Viajantes pelo Globo agora levam a própria equipe adversária.
Agora, leve em conta os avanços tecnológicos em sistemas de produção, robôs não se cansam, não cometem erros, são mais precisos, mais rápidos e mais fortes. Sim, senhores, temos a tecnologia! O problema é que os trabalhadores humanos estão se sentindo menos competentes e desmotivados. Ficar obsoleto realmente não deve ser nada agradável.
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Lembram do artigo sobre a bandagem elétrica que acaba com biofilmes de bactérias? Aí você ficou: MUAHAHAHAHA, mete eletricidade nessas disgramadas e mandem-nas pro Inferno das Bactérias. MUA-HA-HA! Agora, imagine que você está dando um rolé num parque e vê uns caras colocando eletrodos numa piscina natural para dar uns choques no que tiver á e descobre que as bactérias lá não só estavam vivinhas da silva como adorando a eletricidade a ponto de se alimentarem dela. Bizarro, não?
Guerras não apenas fazem parte de nossa história. Pode-se dizer que as guerras construíram a nossa história. Batalhas épicas, salvamentos heróicos, atitudes insanas, ataques devastadores, perdas incalculáveis e tudo com ou sem motivo justo. Mas algumas dessas guerras escondem peculiaridades, motivos estranhos, motivações sem o menor sentido. Seja brigando por um balde, uma barba ou até por causa de um jogo de futebol, guerras acontecem e refletem um pouco do que nós mesmos somos.
Bandagens são uma tecnologia de uso médico conhecida desde os antigos egípcios, que aplicavam tiras de algodão, algumas vezes embebida em betume para imobilização. Elas ajudam a cicatrização ao não expor feridas abertas ao ar, cheio de “humores capazes de fazer espíritos malignos entrarem”, se por “espírito maligno” você entender como bactérias.
Indo direto ao ponto, estimativas apontam que lá pro ano 2070, seres humanos terão extinguido (ou quase) cerca de 1.700 espécies entre anfíbios, aves e mamíferos em maior risco de extinção. Sim, seres humanos, esses maníacos psicopatas que estão passando o rodo em geral. Mas ninguém para para pensar (merda de acordo ortográfico!) num pequeno detalhe: não somos tão especiais assim, e o ser humano ainda é parte do mundo natural.
A programação infantil televisiva praticamente acabou no Brasil. Ou se tem programas para donas-de-casa ou programas evangélicos. Um dos culpados é efetivamente não ter patrocinadores para programas infantis, pois a legislação brasileira proíbe publicidade dirigida a crianças menores de 12 anos na Constituição, no Código de Defesa do Consumidor, no Estatuto da Criança e do Adolescente e na Resolução 163/2014 do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente. Se você não pode veicular seus produtos, por que você iria patrocinar um programa a um público-alvo que não é o seu. É tipo no intervalo da novela Aventuras de Jesus, da Record, tiver propaganda do Terreiro de Umbanda Caboclo Feliz. Uma emissora só mantém programação mediante financiamento por patrocinadores e audiência. Se não tiver nenhum dos dois, já era, vai pra vala.
Vocês se lembram da primeira vez que eu escrevi sobre
Você, como todo humano (você é humano, né?) é um tosco em termos de dentição. No máximo, tem uns dentinhos de leite até chegar a dentição definitiva. Perdeu um da dentição definitiva? Ha! Ha! SE FERROU, IRMÃOZINHO! Em compensação, répteis e peixes em sua maioria não têm este problema. Vários deles têm múltiplos conjuntos de dentes durante a sua vida. Fica a pergunta: em que ponto a Seleção Natural agiu para haver esta disparidade de formas de dentição??
E depois de ontem, o arranca-rabo foi formado. Pessoal teve ataque de pelancas sobre a cartinha que o MEC mandou, junto com o e-mail sugerindo (nunca foi em tom de “faz essa merda aí”) que se cantasse o hino, o que, como eu falei e provei, já é lei desde 2009, pelo governo fascista. O governo do Lula é fascista? Bem, sei lá. O ponto que pessoal reclamou foi sobre a parte da possibilidade de filmar as crianças cantando. Pessoal reclamou que isso violaria o ECA. Depois desta trabuzana toda, o Ministro da Educação entrou em modo Contenção de Danos.