Extraído do livro “O Mundo assombrado pelos demônios”
Quando desci do avião, uma pessoa me esperava, tendo nas mãos um papel com o meu nome. Era o motorista que os organizadores da conferência de cientistas na TV amavelmente haviam me providenciado. “Permite que lhe faça uma pergunta?” ele disse, enquanto esperávamos minha bagagem. “Não dá confusão você ter o mesmo nome do daquele cientista?” Eu não entendi. Estaria ele me gozando? “Sou eu o cientista”, respondi. Ele sorriu: “Desculpe. Pensei que você tinha o mesmo problema que eu”. Estendeu a mão e se apresentou: “Meu nome é William F. Buckley”. O nome era muito parecido com o de um polêmico entrevistador de televisão. Já no carro, me confessou que estava encantado por saber que eu era “aquele cientista” e indagou se havia algum inconveniente em que me fizesse algumas perguntas sobre ciência; mas não foi sobre ciência sobre o que falamos.

hum pk n poem o livro todo?
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Vários motivos:
1. Este texto é só um excerto que aborda um assutno específico do livro.
2. Seria violação dos direitos autorais.
3. E principalmente: Não temos espaço suficiente.
Abraços.
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Muitíssimo interessante. Me lembro quando mostrei aos meus filhos, uma menina de 10 anos e um menino de 8 a relação entre dimensões e distâncias entre o sol, a terra e a lua. Após fazer uma bola representando a terra, coloquei-a próxima a um prédio de 4 andares (sim nós fomos para a rua) representando o sol e contando os passos, coloquei a lua em sua distância aproximada do conjunto, outra esfera em tamanho proporcional à terra. Meus filhos iam e vinham da terra a lua, e desta ao sol. Quando comprei um telescópio, passavam noites e noites ao meu lado. Custaram a entender que não era o sol que girava a nosso redor. E juntos acompanhamos a evolução da ciência neste sentido. Aos quinze anos meu filho foi colocado em segundo lugar em olimpíada nacional de astronomia e astrofísica. Aos dezeseis foi o primeiro colocado. Hoje ambos estão na faculdade, estudando o que decidiram. Sempre tiveram PRAZER em estudar, em pesquisar. Adoram leitura. Eu nao acredito em escola, se não houver dentro de casa uma abertura ao conhecimento, uma busca conjunta (pais e filhos) pelas respostas. Compartilho a desilusão do autor com os destinos da cultura. Vejo mais pais discutindo big brother com os filhos que preocupados em lhes fomentar o desejo pela conhecimento. Mas sou otimista. A revolução ocorrida na Coreia do Sul irá alcançar o Brasil. Nem que seja para os netos de meus filhos. Mas chegará um dia que o filho do Faustão será visto apenas pelos nossos robôs, pois somente eles poderão um dia dar continuidade a tamanha ignorância. Isto sim é que é ter fé.
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“KOKAS Disse:
Fevereiro 23rd, 2007 às 07:02:02
hum pk n poem o livro todo?”
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Olhem acima, uma amostra do resultado da educação no Brasil. Como dá pra ser otimista num quadro deste ? Pela forma que escreve podemos perceber como flui o modo de conceber as coisas. É o analfabetismo funcional diante os nossos olhos. Gente de cuja leitura torna-se um enigma quando há uma demasiada estrutura lógica distribuídas em parágrafos nos textos. Conheço pessoas que reconhecem sua ignorância e tem a honradez de indagar e não se envergonham. Diferente de outras tantas que defendem-se de sua insipiência numa tentativa crassa e de lamentável ironia que outrossim, revela sua estupidez.
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Qualquer coisa que eu diga será inferior ao que o Blog Contraditorium expôs com tanta propriedade.
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O Brasil é uma nação cordial e agregadora de todos por esta Razão é analfabeta e ignorante se exigisse de seu povo Conhecimento e Questionamento teríamos uma elite científica capaz de solucionar os problemas mais cotidianos e frequentes do país porque outra fábula que se credita ao Cientista é que este é desvinculado da Realidade, porque aqui a Ciência tão ignorada e ofendida neste país ignorante e desesperado de religiosidade e seitas.
ATEISMO O BARBARIE !
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