
Estavam sentindo falta, né? Pois aqui vamos nós! Se você achava que já tinha lido tudo que era possível no noticiário, permita-me apresentar uma obra-prima do caos moderno: a alta da criminalidade em Vrindavan. Gangues? Máfia? Facínoras? Políticos brasileiros? Nah! O roubo perpetrado chegou num valor estratosférico de ₹ 20 lakhs, ou 2 milhões de rúpias ( ou algo como um pacote de biscoito), e mistificou os Meganhas de Shiva por oito horas.
O meliante? O roubo? Um macaco roubou uma bolsa com joias de diamantes. Sim, o ladrão era um macaco! Onde fica Vrindavan? No nosso recanto de loucura favorito: Uttar Pradesh!
Vrindavan é uma espiritualíssima cidade-templo na qual milhares de devotos vão buscar iluminação, paz e pelo visto lutar pela posse dos próprios pertences com quadrilhas de macacos acrobatas. O protagonista desta ópera-bufa a gente não sabe o nome, já que o macaco não se dignou a se apresentar, mas a vítima da vez é Abhishek Agarwal, um respeitável comerciante de diamantes que, após fazer suas preces no templo de Banke Bihari, foi gentilmente abordado por um macaco local que disse: “Namastê, otário. Passa a bolsa.”
O macaco, parte de um grupo que ronda a região como se fosse o sindicato do caos, saltou em Agarwal, arrancou a bolsa da mão dele e fugiu. Dentro, havia nada menos que joias de diamantes. Porque, claro, o que mais você levaria casualmente para uma caminhada pós-templo com a família? Um terço? Uma flor de lótus? ERROU!
O comerciante, ainda preso entre o choque e o senso de realidade, tentou de tudo: táticas locais como oferecer comida ao macaco, conversar, negociar… talvez até prometer dez bananas parceladas em três vezes. Nada funcionou. O malfeitor peludo estava comprometido com o crime. Só faltou tatuar a cara do seu pai, que costuma levar indianos para omicro-ondas e o fogão. Quer nome mais forte que Fogão?
AIR FRYER!
Sem alternativas, Agarwal fez o que qualquer pessoa racional faria: chamou o Singham, mas ele estava ocupado e Agarwal teve que se contentar com os tios de roupa cáqui e bigodão. Puliça indiano sempre tem bigodão!
Daí começou a melhor parte: a perseguição policial atrás o macaco. Foram oito horas de operação tática, rastreamento, cercos, armadilhas e provavelmente algum policial gritando “ele tá no telhado! ELE TÁ NO TELHADO!”
E o mais impressionante: o macaco não abriu a bolsa. Não vendeu os diamantes por um pacote de amendoim, não tentou derreter os brincos para cunhar sua própria moeda banana-based. Ele apenas… guardou. Um verdadeiro profissional esperando o momento certo de vender no mercado negro.
Efetivamente, os meganhas de Shiva recuperaram a bolsa, com direito a comemoração e dancinha, porque nenhum indiano pensa em perder a oportunidade. Nisso as “otôridades” aproveitaram o momento para reiterar que estão “implementando medidas” contra a “ameaça dos símios”.
AKA vão fazer porra nenhuma. Os macacos claramente já tomaram controle da situação e da dignidade coletiva.
Se você for a Vrindavan, não use colar de diamantes, segure bem a carteira e… o que diabos você iria fazer em Vrindavan?
Fonte: India TV

My thought exactly. O que diabos eu iria fazer numa cidade como essa? Hein? Ah, minutinho, um primo meu tá me chamando na porta com um pacotinho. Já volto.
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