Religião comprova: chá faz mal; beba cachaça

Não sei oque é pior: religião, chá ou beberagens oferecidas pela religião. Ok, sei muito bem, porque eu adoro chá (Earl Grey, de preferência. Pode ser chinês. Nunca esses Leão da vida). Então, pessoal, por causa de religião, viaja milhares de quilômetros para beber chá que passarinho não bebe e acaba em quê? Exatamente: Darwin chamando.

Maureen Rainford tinha 54 anos e morava em Essex, Inglaterra. Como tinha mais dinheiro que juízo, pagou pagou £ 800 (cerca de 5840,00 reais pela cotação de hoje) para dar um rolê na Amazônia Boliviana. Por esse valor, ela se hospedou por dez dias em Ayahuasca and San Pedro Pisatahua Retreat, cujo nome já dá uma pista do que vai rolar, ou melhor: que rolou.

Em Roma, faça como os romanos e na selva boliviana, faça como outros otários, este era o lema de Maureen. Então, ela estava entre outros hipongas num eco-lodge (barracão hipster), descrito como “um espaço sagrado para trabalhar com plantas medicinais, incluindo ayahuasca e um ambiente ideal para curar, expandir a consciência e se conectar com as maravilhas da Amazônia.

Em outras palavras, ficou cantando “Ayahuascah, my Lord, Ayahuscah”, tonmou chá da lata e… bem, preciso dizer que ela se ferrou? Sim, pois poucos minutos de beber o troço, ela passou dessa pra melhor, entrando no rio Estige, com o barqueiro cantando “Quer se ferrar, quer se ferrar, o darwinzão vai te levar”.


Vai chazinho, mizifio?

Agora a família vai ficar de luto, o governo boliviano vai dar de ombros na base “ayahuasca acontece”, a eco-favela vai continuar ofertando suas drogas lícitas com rótulo de religião e vai ficar tudo por isso mesmo.

Vocês veem bebum ficar assim depois que toma umas 51 numa birosca de favela? Não. Melhor mesmo a mardita. Aquela, sim, é algo que passarinho bebe, e você só deve se preocupar se for um guarda bebendo.


Fonte: o telégrafo

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