Saiu mais uma pesquisa que espécies estão ameaçadas pela chamada “pegada humana”, ou seja, pela simples presença de seres humanos, os quais deixaram marcas em todo o planeta. A rigor, não tem um só lugar do mundo que não tenha uma marca da passagem da humanidade, tendo o estudo avaliado 20 mil espécies terrestres, e descobrindo que 85% agora estão expostas a intensa pressão humana.
Aí eu pergunto: ok. O que se faz então? A pesquisa não tem resposta, pois não lhe fizeram esta pergunta.
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A todo momento, imprensa corre para noticiar novas maravilhas dos “medicamentos à base de maconha”, que não necessariamente é da Canabis sativa, e sim outras espécies, daquelas sem altas concentrações de tetrahidrocanabinol, também conhecido como THC (a molécula que deixa doidão), de preferência focando em substâncias específicas, como as do grupo canabdiol. Não, fumar o jererê não lhe fará mais saudável, e agora vem aquela pesquisa que vão esbravejar dizendo que é financiada pela Big Pharma (a Big Pharma que pesquisa os canabdióis, tão amados pelo pessoal que odeia a Big Pharma).
Assessoria de imprensa é uma coisa triste em todos os lugares, mesmo em universidades e órgãos não-governamentais. A gente vai ler uma informação e dá de cara como algo que envelhecimento afeta a saúde de pessoas mais velhas, e em outro lado dizendo que isso é preconceito. Eu fico confuso.
Como se dá a exploração do Espaço? O que podemos esperar para daqui por diante? Estamos há muito numa nova aventura. Antes, singramos os mares, hoje, avançamos por entre planetas, satélites, cometas e asteroides. Quando chegaremos pessoalmente nesses lugares e colocaremos os nossos pés?
De onde vem a ideia que homens são superiores às mulheres? Claro, vai ter um monte de gente dizendo que é por causa do patriarcado opressor, numa confluência cultural estereotipada em países conservadores liderados pela Direita Religiosa. O problema é que, ao se examinar isso a sério, mediante crivo do Método Científico, chega-se a resultados não muito agradáveis para certos grupos.
Quem já se machucou, tendo que colocar bandagem ou apenas um esparadrapo com algodão sabe o que é o terror na hora de tirar o curativo, encharcando tudo de soro fisiológico ou rezando para alguma enfermeira sádica, com pagamento atrasado, indo remover de uma vez, jurando de pés juntos que de uma vez não dói. Isso é verdade até a hora do WRAAAAAAAAAAP e você é capaz de ver Jesus dançando rumba com Satanás de tanta dor que está sentindo.
Para mim, uma das coisas mais fascinantemente ficcionais eram os tricorders médicos. Tipo. O dr. MacCoy passava o saleiro (sim, aquilo era um saleiro que a produção achou bem futurista para ser usado como algum dispositivo do século XXIII) e o tricorder lia o que a pessoa tinha. A não ser se estivesse usando roupa vermelha. Neste caso, já partia pro “He is dead, Jim”, a fim de economizar tempo de filmagem.