Eu me lembro de ter chegado no trabalho uma vez e a mulherada comentando animada sobre algo incrível que ajudava no controle de peso blábláblá… vocês sabem. Eu perguntei o que era, e me responderam que eram incríveis pílulas de gelatina. Não eram lá baratas (cerca de 30 reais), mas eram eficientes, pois as proteínas contidas nas pílulas saciavam a vontade de comer (o que é verdade, proteínas fazem isso). Eu perguntei por que compravam algo custando 30 reais quando uma caixa de gelatina custava um real e fazia o mesmo efeito, tendo até sabor, e quem não quisesse, tinha gelatina sem sabor.
Me xingaram, óbvio.
Uma pesquisa descobriu coisa semelhante: ao invés de vagabundo se encher com esses “géis (plural de gel, antes que perguntem) de carboidrato”, deveria comer uma colher de purê de batatas (não no cachorro quente, pois isso é coisa de paulistenses, que confundem biscoito com tapa na cara), que faz o mesmo efeito em manter os níveis de glicose e melhora o desempenho em atletas profissionais.


Nada mais inútil que esses prêmios de “Professor do Ano” ou “Professor Nota Mil” ou bobagens neste sentido. Motivo? Normalmente, quem ganha é alguém tosco que nem se compara com um pobre desgraçado com 70 alunos em sala de aula numa escola pública dentro de favela. Em 2017, uma tia ganhou prêmio por dar aula de língua indígena para 15 criancinhas no interior de Rondônia. Grandes merdas! E os outros premiados não são lá essas coisas também.
Câncer é uma droga. Não só porque ferra com a pessoas, como joga sujo e faz de tudo para se esconder das formas de detecção. Às vezes, se detecta logo, e isso garante 80% de chances de se ver livre do Caranguejão do Mal. Em outras palavras: quanto melhor identificar quem é o bandido no corpo, fica fácil mandar o BOPE biológico sentar o dedo na eliminação do lazarento. A saída é qual? Tentar outros métodos de identificação, que é o que pesquisadores da Universidade Yale estão desenvolvendo.
O Telescópio Infravermelho de Campo Amplo (Wide Field Infrared Survey Telescope – WFIRST) é um observatório espacial que opera (duh!) no espectro de infravermelho que a NASA está desenvolvendo. O WFIRST tem um campo de visão cuja lente é de 2,4 m de largura e terá dois instrumentos científicos: O Wide-Field Instrument, uma câmera de infravermelho próximo de múltiplas bandas de 288 megapixels e uma câmera e espectrômetro de campo de visão pequeno de alto contraste que cobre os comprimentos de onda visível e infravermelho próximo, usando a nova tecnologia de supressão de luz das estrelas.
Já postei várias pesquisas sobre sistemas robóticos para paraplégicos e tetraplégicos. Mas ninguém disse que é só pra eles. Muitas pessoas com distrofia muscular ou alguma lesão parcial da medula espinhal têm sérias dificuldades para simplesmente segurar coisas com as mãos, até mesmo as menores, como uma caneca.
O Millôr dizia que quando o primeiro espertalhão encontrou o primeiro otário, nasceu a primeira religião. Religião sempre foi uma forma ótima de separar os otários de seu dinheiro, e não estou nem levando em conta da exploração de senhoras humildes, querendo um cantinho no Céu. Estou falando de gente com mais dinheiro que juízo que compra qualquer merda, principalmente quando tem religião no meio.
Você é daqueles que olha a notícia e fica pesaroso com mortes, assassinatos e violência extrema, achando que estamos, se não indo pro inferno, nos tornando o próprio. Nunca o mundo foi tão violento, certo? Nunca antes houve tantos assassinatos, não é mesmo? Pois pasme-se, jovem. Como sempre, você não sabe nada. A verdade é que as taxas de homicídio e demais expressões de violência estão caindo.