Carros autônomos são melhores que humanos idiotas na hora do engarrafamento

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O modo como as pessoas se locomovem nunca parou de evoluir, desde que Gronk criou a roda quadrada (excelente para estacionar nos cantos, mas um pouco inconveniente para rodar pelas estradas). Quando mal nos demos conta, já estamos bem desenvolvidos com carros elétricos, como os da Tesla, lindos, luxuosos, caros (mesmo para padrão “lá”) e com painel que parece ficção científica. Mas, as pesquisas não param e vários centros pesquisam carros autônomos, como aquela tranqueira do Google, feio que dói.

Agora, experimentos demonstram que carros autônomos serão o melhor para o trânsito, já que melhorariam o fluxo de carros.

O dr. Daniel B. Work é professor-assistente do Departamento de Engenharia Civil e Ambiental da Universidade de Illinois. Este, sim, é um professor dedicado, pois seu sobrenome é trabalho.

Work se interessa por sistemas de transporte e estuda como melhorar esta tristeza que temos nas grandes cidades chamadas “engarrafamentos”. O Brasil não conta, pois é um país maluco em que moradores de cidades grandes são contra vias expressas, porque seus motoristas são retardados e compram carteiras. Daí se causam acidentes, a culpa é da prefeitura. Eu não entendo porque não proíbem logo carros e colocam bondes puxados a morad… digo, a burros.

Segundo os experimentos feitos pelo dr. Work (eu estou me segurando para não escrever Doutor Trabalho), apenas 5% dos veículos sendo automatizados e cuidadosamente controlados, poder-se-ia eliminar aquela chatice de para-e-anda. Afinal, todos eles praticamente se moveriam ao mesmo tempo, controlando o fluxo. Além disso, teria menos acidentes. Mas será que é isso mesmo?

Seres humanos gostam de estar no controle de tudo. Pode ser ótimo para profissionais, mas estamos lidando com pessoas comuns, e pessoas comuns acham que conseguem melhores resultados se elas mesmas fizerem o trabalho, o que normalmente acarreta em alguma caca.

A equipe do doutor Trabalho conduziu experimentos de campo em Tucson, no Arizona, em que um único veículo autônomo circundou uma pista continuamente com pelo menos 20 outros carros dirigidos pelo homem. Em circunstâncias normais, os condutores humanos criam naturalmente tráfego pesado, mesmo sem necessidade. A melhor resposta para isso é que humanos são idiotas

Os pesquisadores descobriram que, controlando o ritmo do carro autônomo no estudo, eles foram capazes de suavizar o fluxo de tráfego para todos os carros. Pela primeira vez, os pesquisadores demonstraram experimentalmente que mesmo uma pequena porcentagem desses veículos pode ter um impacto significativo na estrada, eliminando ondas e reduzindo o consumo total de combustível em até 40%. Além disso, os pesquisadores descobriram que é conceitualmente simples e fácil de implementar estratégias de controle pode atingir a meta.

E como eu sei que vocês querem videozinho, toma videozinho

A publicação da pesquisa pode ser baixada AQUI, digrátis.

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Sobre André Carvalho

και γνωσεσθε την αληθειαν και η αληθεια ελευθερωσει υμας

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  • ElGloriosoRangerRojo™

    A maioria das tecnologias para carros autônomos é madura o suficiente pra ser aplicada e a adoção em massa justamente ajudaria a aprimorar ainda mais.

    Porém, o quê podemos esperar de uma indústria que anuncia como grande “feature” uma chave canivete?

  • EiligKatze

    Eu sempre digo que o que estraga o trânsito são só meia dúzia de barbeiros, e esse vídeo da “ciranda de carros” é o melhor exemplo disso. O pior de tudo é que as pessoas não percebem que estão alterando o ritmo do transito.

  • Paulo Sousa

    Poderiam tentar replicar esse estudo numa escala maior em alguma cidade de pequeno ou médio porte dos EUA que tivessem linhas regulares de ônibus como parte de seu transporte público. Ônibus ainda são grandes responsáveis por engarrafamentos em grandes metrópoles, desse modo, essa porcentagem de carros autônomos poderiam começar com os ônibus. E nem precisam ser ônibus elétricos, já que eles podem ser eficientes o suficiente para uma economia (como citada no texto) de até 40% de combustível.