Pesquisa detecta genes do transtorno do espectro autista em todos nós

O Negão Internauta compartilhou que um babaca youtuber que se acha engraçadalho hostilizou um garoto porque ele era “esquisito”. Daí, a humanidade – com longo histórico de celebrar diferenças nos últimos 20 mil anos – mostra a que veio, caindo de pau no rapaz “esquisito” com ameaças de morte. O problema é que o rapaz é autista

Este bando de retardados não ficará muito feliz ao saber uma coisinha: que o autismo não só é um problema genético que afeta os neurônios-espelho, como já identificaram este gene e SURPRESAAAAAA!!!!!!!!!!, transtornos do espectro autista estão aqui dentro de nós, só que não foram expressos. Sim, eles também poderiam ser autistas, mas isso é algo que pode acontecer. Ser retardado é escolha própria.

O dr. Mark Daly é co-diretor do Programa do Instituto Broad de Medicina e Genética Populacional. Seu trabalho é voltado no desenvolvimento e aplicação de métodos estatísticos para a descoberta e interpretação da variação genética responsável por doenças humanas complexas. E, de acordo com o seu trabalho, apoiado por colaboradores, Daly estuda se existe uma relação genética entre os transtornos do espectro do autismo (TEA).

O TEA engloba diferentes síndromes marcadas por perturbações do desenvolvimento neurológico com três características fundamentais, que podem manifestar-se em conjunto ou isoladamente. São elas: dificuldade de comunicação por deficiência no domínio da linguagem e no uso da imaginação para lidar com jogos simbólicos, dificuldade de socialização e padrão de comportamento restritivo e repetitivo. Fonte.

A pesquisa do dr. Daly sugere um risco genético subjacente que inclui ambas as variantes herdadas e influências de modo novo, ou seja, não foi identificado nos pais de um determinado indivíduo, o que afeta uma gama de características comportamentais e de desenvolvimento em toda a população.

Dá pra mandar isso pro Google Translator Científico?

A pesquisa mostrou que a maioria dos riscos TEA é poligênica, isto é, decorrentes de pequenos efeitos combinados de milhares de diferenças genéticas, distribuídos em todo o genoma. Alguns casos também estão associados com variantes genéticas raras de grande efeito, que geralmente são de novo.

NÃO ENTENDI, DROGA!

Ai, saco. Cada um de nós pode trazer o gene do autismo, e ele só não se expressou por pouco. Esses genes podem ter vindo de nossos pais ou pode ter vindo mediante os poderes genéticos de “sei lá por quê!”. A Natureza não é boazinha.

A questão é que TEA engloba várias doenças, apesar de existir “O” autismo propriamente dito. Assim, temos genes que podem nos dar o laudo TEA da Força, mas não necessariamente Ooohhh, somos todos autistas. Alguns são só imbecis, mesmo, como o retardado que fez outros imbecis iguais a ele atacarem o rapaz que, de fato, é autista. Autistas se mostram pessoas melhores, como podemos ver.

A pesquisa do dr. Daly mostra que quase todos os fatores de risco genéticos para o TEA podem ser encontrados na população em geral, mas os efeitos deste risco não são claras em pessoas que não apresentaram sintomas neuropsiquiátricos. Os pesquisadores procuram desenvolver um modelo que consiga devem informar a concepção e interpretação de estudos da biologia de doenças neuropsiquiátricas.

O estudo foi publicado no periódico Nature Genetics,

2 comentários em “Pesquisa detecta genes do transtorno do espectro autista em todos nós

  1. Bingo! Todos temos o gene, mas só quem toma vacina (qualquer uma delas, até contra espinhela caída) desenvolve a “doença” do autismo. Rá! Sou um jênio.

    (contém sarcasmo)

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