Como me tornei atéia
Por Fabiane Lima
Todos, inclusive religiosos, hão de concordar comigo que arrebentar um boeing cheio de passageiros num prédio, torturar pessoas em nome de deus de formas tão criativas que só o diabo poderia imaginar, e ser egoista a ponto de achar que só o seu povo é especial são ações extremamente insanas, para dizer pouco. Mas por pior que sejam, pessoalmente não acho que sejam realmente as piores. Talvez venham logo depois da que considero pior na minha escala de “atos estúpidos cometidos em nome da religião”, mas nenhum desses atos infames se compara ao que a bíblia ensina em Provérbios 22:6: educar crianças em um sistema religioso, de tal modo que mesmo depois de adultas, não consigam se livrar da praga.
É comum que pessoas que não tiveram desde o berço o mal da religião enraizado em suas mentes não compreendam que, na maioria das vezes, os religiosos realmente acreditam nos absurdos que dizem acreditar. É claro que a lavagem cerebral sofrida por estas pessoas não justifica as barbaridades que elas cometem em nome de suas crenças; se bem que alguns não titubeariam em alegar “insanidade mental” caso seus atos de fé sejam levados, por exemplo, a um tribunal laico. Mas o impacto que uma crença causa em uma pessoa de boa fé é tão danoso que pode deixar seqüelas realmente profundas pro resto da vida do cidadão.
Eu sou uma dessas pessoas. Ou melhor: era.
Minha família parece aquelas de comercial de margarina: pais carinhosos e pacientes, com boa relação entre si e com os filhos, os quais vivem em harmonia e paz. Eu não sou pedagoga, psicóloga, nem nada, mas até onde minha vista alcança, o resultado de uma boa relação entre pais e filhos nem sempre é tão saudável quanto aparenta ser: raramente acontecem casos de indisciplina e rebeldia, de modo que os filhos vão sempre andar na linha, e tomar como verdade tudo o que seus pais “perfeitos” disserem. O problema é que os pais “perfeitos” são humanos, erram, e também passaram pelo mesmo processo de condicionamento que aplicam em seus filhos. Meus pais, no caso, são batistas.
Para meus pais, eu sou um presente de deus. Eu tenho quase certeza de que na verdade sou fruto de uma bimbada que eles deram em algum dia (ou noite) do quarto trimestre de 1986, mas eles juram que foi deus quem me fez. Enquanto todas as crianças ouviam contos de fadas antes de dormir (tendo pelo menos uma vaga noção de que aquilo era fantasia), eu e minhas irmãs ouvíamos histórias de mares que se abrem no meio, barcos com um tamanho ínfimo capazes de abrigar todas as espécies do planeta, e homens que andavam por sobre o mar, todas contadas como casos verídicos e indubitáveis. Eu nunca acreditei em Papai Noel quando criança, porque Papai Noel é uma lenda que tira o foco do “verdadeiro sentido do Natal”, mas acreditei desde pirralha que deus é quem era o designer do universo. O primeiro livro que eu ganhei quando aprendi a ler foi uma Bíblia, versão de João Ferreira de Almeida, aquela traduzida no século XVII, em que está escrito “cousas” em vez de “coisas”, e de onde herdamos o eufemismo “conhecer”, usado em lugar de “fuc-fuc”. Eu tenho essa bíblia até hoje, e em sua folha-de-guarda dá para ter uma noção de como era a caligrafia desta que vos escreve aos 5 anos de idade.
Lá pelos meus doze anos eu decidi que era hora de provar pra todo mundo da minha igreja que eu era tão sabida quanto diziam que eu era: tomei o banho cerimonial do batismo e me tornei, oficialmente, uma Ovelhinha do Senhor. Ao longo da minha adolescência, por ser boa filha e boa cristã e me orgulhar desse título, me privei de várias coisas (sim, isso que você pensou também), condenei amigos por seus atos ao mesmo tempo em que sentia uma pontinha de inveja, e me tornei o que se convencionou chamar de “crente esclarecida”: o tipo de crente que não vê problema algum em achar que Darwin estava correto, que interpreta barbaridades de torres que tocam o céu como parábolas (mesmo não havendo nenhum critério oficial para esse tipo de interpretação), que separa muito bem a fé religiosa da ciência sem que as duas entrem em conflito (contraditório, não?), mas que ao mesmo tempo tolera sandices como concepção sem sexo e curas miraculosas.
Já um pouco mais velha, eu passei a lecionar na igreja para uma classe de adolescentes, ou seja, pessoas marromeno cinco anos mais novas que eu. Por eu ser uma crente prafrentex-ma-non-troppo, fiz um certo sucesso: dizia que se eles quisessem podiam sim ouvir Black Metal e ler o Réri Póta, (olha só a ironia) era só ter senso crítico, que as mulheres na Antigüidade usavam jóias muito parecidas com os piercings que se usam hoje em dia, e que até podia beber sim, desde que com moderação. Outras coisas continuavam rígidas: castidade, trindade, soberania de deus, yada, yada, yada. Porque desvirtuar a palavra de deus pra ter uma vida minimamente suportável pode, só não pode cair em tentação.
Foi mais ou menos por essa época que os questionamentos (que sempre existiram) foram ficando cada vez mais intensos. Minha fé ficou parecendo um gráfico de crise financeira: sobe, sobe, sobe, sobe, atinge o ápice e… BOOM! De tanto estudar a bíblia, mesmo sem cruzar com nenhuma referência externa, sem ler autores que debocham e ridicularizam as religiões, sem nunca ter chegado às minhas mãos aquelas listas de contradições bíblicas, acabei desacreditando tudo aquilo que a vida toda achei que fosse verdade. Porque apesar de crente, eu sempre fui meio que livre-pensadora. Pra quem lê a bíblia de fato, achar que ela é um montão de bosta de camelo leva só o tempo de desanuviar o pensamento, de se livrar das justificativas insanas para os “propósitos de deus”, e mandar praquele lugar a sensação ruim de ter passado tanto tempo fazendo papel de bobo. Um vez que se consegue isso (o que demanda um bocado de tempo, como eu disse, é uma lavagem cerebral feita desde o berço), leva só o necessário pra somar dois mais dois. Assumir isso publicamente já são outros quinhentos.
Uma vez liberto de toda essa besteirada, a sensação é indescritível. Mas o sentimento de fracasso, de ter perdido tempo, oportunidades e fases da vida que nunca (NUNCA!) mais vai se ter de volta também ronda o tempo todo. Aquela ponta de arrependimento do tipo “Ah, se eu soubesse…”, que dói tanto quanto um ente querido que morre.
Foi aí que eu entendi porque alguns céticos em geral e ateus em particular, que já foram crentes, são tão radicais. Eu os achava frustrados, e no fim acabei me tornando um deles. E quer saber? Eles são. São frustrados por terem passado tanto tempo de suas vidas na ignorância da religião, por terem sido cegos pelas crendices infundadas, e por terem entregado suas vidas de boa fé a um deus inexistente e que, mesmo se existisse, seria o mais perverso dos seres. Mas pelo menos foram suficientemente inteligentes e se redimiram, e agora podem viver suas vidas numa plenitude que nenhuma salvação via messias será capaz de proporcionar.
O problema mesmo é continuar convivendo com toda a crentaiada que está em volta, que te ama, que realmente acredita que você sofrerá o castigo eterno, que não quer de jeito nenhum que você vire churrasquinho do demônio e que, justamente por isso, quer te arrastar de volta para a igreja.
Um Ping to “Como me tornei atéia”
124 respostas para “Como me tornei atéia”
-
1. renato "mentrei" Disse:
outubro 18th, 2008 em 14:13Parabéns! Ótimo testemunho (testemunho é foda, aejuaehaeuhaeuahuae).
Espero ver essa mesma história acontecendo com um amigo meu, testemunho de Jeová, já estou ensinando o garoto a questionar um pouco as coisas, ter um censo crítico. Ele tá pegando o jeito. -
2. AC/DC Disse:
outubro 18th, 2008 em 15:23Caraca tua história é igual a minha..mãe batista mas meu pai não era nada,entrava até em macumba pra pegar dinheiro e cigarro,aliás sou testemunha ocular disso,também me batizei e lá lá lá…mas aos dezoito por causa das incompatibilidades com a ciência a coisa desandou e a religião ficou no passado isso já tem mais de 20 anos…não fez falta nenhuma …he he he -
3. Eduardi Disse:
outubro 18th, 2008 em 15:24Interessante como o processo se deu com você. Infelizmente para mim não foi tão simples.Nunca fui exatamente religioso mas a idéia da finitude da vida é até hoje apavorante para mim, em oposição a condição confortável que vivia quando acreditava em uma vida eterna.
Queria muito poder conviver melhor com isso, mas não consigo.
Fabiane Respondeu:
outubro 18th, 2008 às 16:03[...] a idéia da finitude da vida é até hoje apavorante para mim, em oposição a condição confortável que vivia quando acreditava em uma vida eterna.
Infelizmente é só uma idéia, sem garantia nenhuma de que seja real. Sem contar que o preço a ser pago (se anular completamente) é alto demais.
Prefiro a idéia de que a vida é só aqui e agora, e que eu posso fazer o que eu quiser, do que entregar a vida a deus pra garantir minha vaga no paraíso e viver a eternidade caminhando pelas ruas de ouro da Nova Jerusalém.
André Respondeu:
outubro 18th, 2008 às 18:04Nunca fui exatamente religioso mas a idéia da finitude da vida é até hoje apavorante para mim, em oposição a condição confortável que vivia quando acreditava em uma vida eterna.Isso reforça a minha tese que as pessoas acreditam em divindades e são religiosas por puro medo. Bem, eu não tenho medo da morte. Ela é algo natural. Pessoas viveram, pessoas morreram. Animais e plantas tb. Não tenho porque me achar melhor que elas nem merecedor de coisa alguma. Prefiro me preocupar o que eu posso fazer hoje para que a minha vida e a das demais pessoas não seja tola, ridícula e miserável.
Se preocupar se vai viver eternamente em outro lugar não passa de chauvinismo, e na recusa de acreditar nos fatos da vida: tudo o que existiu um dia, deixará de existir a qualquer momento.
AmadeusXIII Respondeu:
outubro 18th, 2008 às 19:49Aceitando a finitude da vida, aprendemos a valorizá-la.Tudo é efêmero, deuses são criados e destruídos, templos são erguidos e derrubados. Sobra apenas o Homem.
Uma vida sem religião é uma vida sem medo. Retire a ameaça de aniquilação e você verá se algum deus ainda será adorado.
J. N. Dias Respondeu:
outubro 19th, 2008 às 19:48Bom, não é necessário aceitar a finitude da vida ao abraçar o ateísmo. Veja os budistas, por exemplo: Não oram pra nenhum deus (Ao contrário do que pensam, Buda não é um “deus” pra ser adorado), mas crêem na vida após a morte (Reencarnação).
Eu mesmo, estou me tornando, aos poucos, um ateu reencarnacionista, pois se existe um Deus, há muito tempo ele deixou de ser adorado, e no lugar dele puseram esse açougueiro descrito na Bíblia. Já provei de muitas religiões e filosofias, e descobri que o verdadeiro Deus é o que carregamos dentro de nós mesmos, mesmo que não acreditemos nele. Chama-se “ética”.Eduardi Respondeu:
outubro 19th, 2008 às 22:50Não vejo nenhum sentido nisso. Na verdade, crer numa vida eterna sem Deus é mais ou menos como crer na Bíblia e em Darwin ao mesmo tempo.J. N. Dias Respondeu:
outubro 30th, 2008 às 16:34De nenhum Deus. Estou falando da Ética, ué.
AmadeusXIII Respondeu:
outubro 20th, 2008 às 10:38Acho estranho um ateu acreditar na reencarnação.A lógica que te levou a pensar que não existem provas à favor da existência de deuses também não pode (e deve, penso eu) ser aplicada também à reencarnação?
Entenda, não estou criticando seu modo de pensar. É só curiosidade mesmo. Conheço ateus que usam florais e homeopatia para se tratar…
E o budismo possui o conceito de divindade sim. Diferente do Ocidental, mas existe.
-
4. Bruno Caxito Disse:
outubro 18th, 2008 em 15:29Muito bom!!!
O último parágrafo seria engraçado se não fosse tão real na minha vida também.
-
5. AmadeusXIII Disse:
outubro 18th, 2008 em 17:40Qualquer pessoa pode chegar sozinha à conclusão de que deuses não existem, independente do credo, cultura ou nível de instrução.Parabéns pelo texto Fabi.
Penso que quase todos aqui já vimos algum pertence querido arder nas fogueiras da fé.
-
6. Rodrigo Souza a.k.a. Sargento Disse:
outubro 18th, 2008 em 20:29Fabi, antes de mais nada, meus sinceros parabéns. Livrar-se de um colóide tão espesso e pegajoso como esse sem auxílio externo, contando apenas com as ferramentas desenvolvidas na matriz é realmente algo para poucos.Essa frustração do arrependimento acho que é uma das poucas coisas que podem açambarcar um número significativos de exemplos de agnósticos e ateus uma vez libertos da religião. Senti e sinto ainda hoje os reflexos, cada dia mais suaves mas que nunca para totalmente, como uma cicatriz mal cuidada.
-
7. MARCELO DO RIO DE JANEIRO Disse:
outubro 18th, 2008 em 22:32e triste saber que exite pessoas tão sabias, mais ao mesmo tempo tão vazias por dentro ao ponto de não enteder que a força sobrenatural existe, e se nos parassemos para pensar que o planeta terra esta colocado ensima do nada ,e que somente na terra existe vida somente a uma resposta pra tudo isso DEUS
André Respondeu:
outubro 18th, 2008 às 23:58Primeiro, a Terra não está sobre o nada. Nada é o que tem na sua cabeça. Segundo, ainda não se sabe se SÓ a Terra tem vida, cabeção. O Universo não é apenas o Sistema Solar. E se só existe vida na Terra, significa que somos apenas algo que aconteceu por acaso e não existe deus nenhum.Simples. A não ser que vc me coloque uma prova definitiva que existe um deus e, acima de tudo, é o SEU deus. Tenta aí.
mirtes Respondeu:
outubro 19th, 2008 às 14:18(ironia on)Marcelo, eu chamo os acontecimento sobrenaturai de influências eltro magnéticas psicomentais do seres do quinto mundo paralelo.
Alguma coisa mudou em seu mundo e em sua vida ao saber disso?
(ironia off)
Gabriel Felipe Respondeu:
outubro 24th, 2008 às 17:13Desde que vc apresente evidências e embasamentos, pode contestar o que quiser.Muito bem! Como você permitiu, vou apresentar aqui as evidências para o erro da sua convicção dogmática de que você é cético de alguma forma. Sim! Pois o meu propósito desde o início foi combater a ilusão desse (pseudo) ceticismo característico a você.
De qualquer forma, vamos às evidências:
Grandes coisas. outras religiões podem alegar a mesma coisa. O que prova que o seu deus é mais verdadeiro que os deuses dos outros?
Grande coisa, digo eu!
O que você quer dizer com esse tipo de afirmação? De onde você tirou essa interpretação? A menos que você seja um analfabeto funcional e não tenha compreendido o que leu, a sua pergunta não faz sentido algum! Definitivamente você não deveria estar dirigindo esse tipo de pergunta a uma pessoa que afirmou com todas as letras que o alvo de sua crítica e de sua intolerância é justamente os que passeiam pelo mundo crendo ter o aval inequívoco e a credencial indelével do “Verdadeiro Deus ©”.
Você é de exatas e eu te dou um desconto por isso! Mas, se o seu problema não é com a hermenêutica, não sei quanta desonestidade é suficiente para tamanha distorção!
Sinceramente, esse tipo de atitude me deixa bastante cético quanto ao seu ceticismo!
Eu nunca vi nenhum cético mandar roubar, matar e estuprar. Não vi nenhum cético apedrejar pessoas até a morte por pensarem diferente.
E o que isso significa? Um cego não vê milhões de coisas, mas elas não deixam de existir por isso! Um ignorante desconhece bilhões de coisas, mas elas também não deixam de existir por isso!
Essa é uma das declarações mais bizarras com que eu me de deparei. Trata-se claramente de uma declaração surpreendente, ingênua, ignorante e um tanto triste – o tipo de declaração que um cético deveria evitar.
Está claro que você é um cético encerrado numa torre de marfim, desconectado do mundo real e brutal em que nós vivemos, pois, os fatos são esmagadoramente diferentes.
Não quero ser indelicado, mas toda essa abordagem se parece constrangedoramente com os programas anti-religiosos impostos aos soviéticos durantes os anos 1950, baseados em mantras como: “A ciência desmentiu a religião!”, “A religião é má!”, e assim por diante.
Alias, só não digo que você está se inspirando nesses programas, porque você parece desconhecê-los totalmente. Você não deve conhecer também o fato de que, em seus esforços de forçar a ideologia ateísta, as autoridades soviéticas destruíram e eliminaram sistematicamente a grande maioria das igrejas e dos sacerdotes entre 1918 e 1941.
É claro que você não se importa, mas as estatísticas apresentam um quadro terrível. A violência e a repressão foram empreendidas várias vezes ao longo da História na busca de um programa ateístas e, portanto, cético: a eliminação da religião.
Os fatos dificilmente se ajustariam às suas declarações!
“Eu nunca vi nenhum cético mandar roubar, matar e estuprar…” Infelizmente isso diz respeito somente à multidão de coisas que você não viu ou não conhece, não à realidade dos fatos. Sua constatação de que o ceticismo é livre de violência e opressão é simplesmente insustentável e sugere um significativo ponto cego.
A sua visão ingênua e pueril de que os céticos não cometem crimes em nome do ceticismo tropeça nas cruéis pedras da realidade. Um exemplo será suficiente:
Em seu excelente estudo sobre Peter Tutea, intelectual e dissidente romeno de confissão cristã, o pesquisar Alexandru Popescu documenta a degradação física e mental que Tutea sofreu devido à perseguição sistemática à religião na Romênia, ocorrida no século passado.
Você nega o lado mais sombrio do ceticismo, o que o torna um crítico menos do que confiável. Você possui uma fé fervorosa e inquestionável na bondade universal do ceticismo, que você recusa sujeitar a um exame crítico.
Sim! Existe muita coisa errada na religião contemporânea e muito a ser corrigido, mas o mesmo se aplica ao ateísmo e ao ceticismo. A verdade dos fatos é que os seres humanos são capazes tanto de violência quanto de excelências morais – e que ambos podem ser provocados por visões do mundo, religiosas ou não.
O fato de você ignorar isso, assim como as suas outras atitudes, apenas demonstra que você não é cético coisíssima nenhuma!
Seria meio contraditório, pois não? Vc é cético quanto ao seu Jesus ter existido? E sobre Shiva?
Sem dúvida!
É claro que você, que costuma tomar a parte pelo todo, pode generalizar sem se dar ao luxo de se perguntar se a pessoa com quem você está debatendo já não enfrentou os mesmo questionamentos e os mesmos conflitos existenciais e científicos que você; mas creia-me, essa forma de pensar te impede de perceber que milhões já fizeram essa viagem que você está fazendo agora.
Ou você pensa que ao me converter e começar a defender a fé e a cosmovisão cristã em seguida, exposto a professores, amigos e colegas de trabalho ateus, discutindo com eles, não fui bombardeado por toda sorte de tentativas de mitificação de Jesus?
Não, meu velho! Não cheguei aqui sem questionamentos; e nem tampouco sem os questionamentos que nascem não de brincadeiras na internet, mas sim de cacetadas da existência!
Seria muita ingenuidade sua pensar que eu e muitos outros entregamos as nossas vidas a algo que pudesse ser desmontado por argumentos rasos como os oferecidos nesse site!
Ora, eu teria milhões de argumentos sobre a não mitificação de Jesus como pessoa, mas, pela minha experiência, não perco tal tempo, pois, de fato sei que tudo isso é tolice e não ajuda ninguém na realidade. E, além disso, meu intuito aqui não é provar outra coisa além da falsidade de seu ceticismo e a grande ilusão da qual você é vítima por acreditar que é de alguma forma um cético.
Não sou e nunca serei um cristão irrevogavelmente convicto, pois, como corretamente Nietzsche afirmou, homens convictos são prisioneiros. E um verdadeiro cristão pode ser qualquer coisa, menos um prisioneiro.
Além disso, como pensador, eu busco compreender o mundo e não reafirmar os dogmas cristãos. Reafirmar dogmas, alias, é o que você faz sob a desculpa de que seria contraditório agir de forma diferente.
Portanto, a minha participação no site é como cético e não como cristão e o alvo do ceticismo praticado por mim é justamente os que se dizem céticos.
Não preciso defender a minha afirmação de sua resposta. Afinal, diante do exposto acima, está demonstrado que não há nenhuma incoerência lógica, nenhuma falha conceitual, nenhuma autocontradição e, mais importante, nenhuma inverdade em minha declaração.
Está claro a quem interessas possa que houve e há apenas uma confrontação ao falso ceticismo de alguns, mais especificamente ao seu – o que não implica obviamente que todo ceticismo seja falso ou que não existam verdadeiros céticos.
No mais, acho difícil você chegar a algum lugar com essa lógica binária demasiadamente simplificada!
Essa sua lógica binária, suas dificuldades hermenêuticas, as argumentações facilmente refutáveis, a parcialidade, a tendenciosidade, a cegueira, a ignorância, o preconceito, a hostilidade patológica com respeito à religião, além de outras particularidades bizarras, compõem um conjunto de características que invalidam qualquer pretensão sua de se autodenominar cético.
Essas características, alias, te colocam num grupo muito bem definido: o dos fundamentalistas.
Isso é fato! Seja você ateu, satanista, agnóstico, macumbeiro, cristão, judeu, islâmico, budista, xintoísta, hindu, xamã, panteísta, monoteístas, deísta ou qualquer outra coisa.
“A falsa ciência gera ateus; a verdadeira ciência leva os homens a se curvar diante da divindade” - (François-Marie Arouet)
André Respondeu:
outubro 24th, 2008 às 18:20Pois o meu propósito desde o início foi combater a ilusão desse (pseudo) ceticismo característico a você.Você vai criticar meu ceticismo ou provar que eu estou errado? Que coisa! Que modo de fugir da questão!
O que você quer dizer com esse tipo de afirmação?
Vc viu o ponto de interrogação no final? <— Olha mais um aqui.
Eu fiz uma pergunta. Responda.
De onde você tirou essa interpretação? A menos que você seja um analfabeto funcional e não tenha compreendido o que leu, a sua pergunta não faz sentido algum!
Se vc não entendeu o que eu perguntei, não sou eu quem tem problemas de interpretação de texto.
Definitivamente você não deveria estar dirigindo esse tipo de pergunta a uma pessoa que afirmou com todas as letras que o alvo de sua crítica e de sua intolerância é justamente os que passeiam pelo mundo crendo ter o aval inequívoco e a credencial indelével do “Verdadeiro Deus ©”
Qual verdadeiro deus?
Você é de exatas e eu te dou um desconto por isso!
Obrigado. É o tipo de coisa que não é pra todo mundo, não se sinta constrangido.
Mas, se o seu problema não é com a hermenêutica, não sei quanta desonestidade é suficiente para tamanha distorção!
Oh, Glória!
Sinceramente, esse tipo de atitude me deixa bastante cético quanto ao seu ceticismo!
Quer meu lenço pra vc chorar?
E o que isso significa? Um cego não vê milhões de coisas, mas elas não deixam de existir por isso!
Um cego não pode ver se existem unicórnios ou não. Unicórnios passarão a existir?
Um ignorante desconhece bilhões de coisas, mas elas também não deixam de existir por isso!
Aqueles que acreditam cegamente são um perfeito exemplo disso.
Essa é uma das declarações mais bizarras com que eu me de deparei. Trata-se claramente de uma declaração surpreendente, ingênua, ignorante e um tanto triste – o tipo de declaração que um cético deveria evitar.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u458623.shtml
Um pequeníssimo exemplo do que as religiões fazem. Já estudou história alguma vez?
Não quero ser indelicado, mas toda essa abordagem se parece constrangedoramente com os programas anti-religiosos impostos aos soviéticos durantes os anos 1950, baseados em mantras como: “A ciência desmentiu a religião!”, “A religião é má!”, e assim por diante.
Hã… Deixe-me ver… O que foi que a religião fez com cientistas durante a Idade das Trevas? Pergunte a Giordano Bruno.
Alias, só não digo que você está se inspirando nesses programas, porque você parece desconhecê-los totalmente.
Nada que tenha superado a perseguição que os religiosos fizeram e fazem com quem pensa diferente. Vc sabe o que é um pogrom?
Você não deve conhecer também o fato de que, em seus esforços de forçar a ideologia ateísta, as autoridades soviéticas destruíram e eliminaram sistematicamente a grande maioria das igrejas e dos sacerdotes entre 1918 e 1941.
O que a Rússia Czarista fazia ANTES disso? Já ouviu falar da Cisma do Oriente? As Cruzadas? A Inquisição? (pode ser a católica ou a protestante, tanto faz) Etc etc etc.
É claro que você não se importa, mas as estatísticas apresentam um quadro terrível. A violência e a repressão foram empreendidas várias vezes ao longo da História na busca de um programa ateístas e, portanto, cético: a eliminação da religião.
Como os religiosos são bonzinhos. Achille Ratti que o diga.
Infelizmente isso diz respeito somente à multidão de coisas que você não viu ou não conhece, não à realidade dos fatos.
Queira me mostrar o livro cético ou ateísta que ordena iosso. Depois, dá uma lida em Números 31 e Oséias 13.
Em seu excelente estudo sobre Peter Tutea, intelectual e dissidente romeno de confissão cristã, o pesquisar Alexandru Popescu documenta a degradação física e mental que Tutea sofreu devido à perseguição sistemática à religião na Romênia, ocorrida no século passado.
Cruzadas? Inquisição? Noite de São bartolomeu? Pq pegar exemplos isolados de alguns países, em contraponto a um massacre massivo perpetrado em nome do Sinhô G-zuis?
Você nega o lado mais sombrio do ceticismo
E vc faz vista grossa pelas atrocidades que as (plural) religiões perpetraram até hoje e AINDA fazem. Mas, isso é uma questão de hermenêutioca, não é mesmo?
o que o torna um crítico menos do que confiável.
E vc mais ainda.
Você possui uma fé fervorosa e inquestionável na bondade universal do ceticismo, que você recusa sujeitar a um exame crítico.
Se vc não tivesse uma certa… hã… ignorância? Teria visto que eu disse que NUNCA VI UM CÉTICO APEDREJAR POR PENSAR DIFERENTE.
As perseguições que a princesinha aí relata é de brutal estupidez, posto que nenhum mandamento cético ordena isso, logo as pessoas são responsáveis pelo seu ato. Diferente de seguir um livro escroto da Idade do Ferro, feito para pastores de uma zona mais que afastada, rude, ignorante, iletrada e violenta.
Sim! Existe muita coisa errada na religião contemporânea e muito a ser corrigido
Contemporânea, hein? O que aconteceu no passado vc “esqueceu”, hein? Cara de pau mandou lembranças, seu moço.
mas o mesmo se aplica ao ateísmo e ao ceticismo.
Hã…. Qual é o livro máximo do ateísmo e/ou ceticismo que ordena rasgar barrigas de mulheres grávidas e ordena a execução de homossexuais?
A verdade dos fatos é que os seres humanos são capazes tanto de violência quanto de excelências morais – e que ambos podem ser provocados por visões do mundo, religiosas ou não.
Então a Bíblia não é guia de nada. Só as partes boazinhas, hein?
Sem dúvida!
Duas perguntas, uma resposta. Bom artifício. Vou considerar que foi a mesma resposta para as duas perguntas. Se vc é cético com relação ao que as duas religiões pregam, então elas não são verdadeiras. Se não são verdadeiras, mentiram. Bom começo!
É claro que você, que costuma tomar a parte pelo todo, pode generalizar sem se dar ao luxo de se perguntar se a pessoa com quem você está debatendo já não enfrentou os mesmo questionamentos e os mesmos conflitos existenciais e científicos que você
Desculpe, vc se enganou. Não tenho conflito nenhum. Sei muito bem o que as religiões pregam e não tenho dúvidas sobre o significado disso.
mas creia-me, essa forma de pensar te impede de perceber que milhões já fizeram essa viagem que você está fazendo agora.
Eu vi alguma resposta? Não, né?
Ou você pensa que ao me converter e começar a defender a fé e a cosmovisão cristã em seguida, exposto a professores, amigos e colegas de trabalho ateus, discutindo com eles, não fui bombardeado por toda sorte de tentativas de mitificação de Jesus?
Mas, aí que vc se engana. Eu estou cagando se vc passa a ser ateu, agnóstico ou canta Hava Naguila.
Não, meu velho! Não cheguei aqui sem questionamentos; e nem tampouco sem os questionamentos que nascem não de brincadeiras na internet, mas sim de cacetadas da existência!
Deveria ter lido mais ao invés desses discursos.
Seria muita ingenuidade sua pensar que eu e muitos outros entregamos as nossas vidas a algo que pudesse ser desmontado por argumentos rasos como os oferecidos nesse site!
OBAAAAAAAAA!!!!!!!!!! Ele vai mostrar que deus existe!
Ora, eu teria milhões de argumentos sobre a não mitificação de Jesus como pessoa, mas, pela minha experiência, não perco tal tempo, pois, de fato sei que tudo isso é tolice e não ajuda ninguém na realidade.
Adoro qdo encurralo esse pessoal e eles saem com bravatas travestidas de intelectualidade.
E, além disso, meu intuito aqui não é provar outra coisa além da falsidade de seu ceticismo e a grande ilusão da qual você é vítima por acreditar que é de alguma forma um cético.
Continue tentando. Ainda não provou coisa alguma.
Não sou e nunca serei um cristão irrevogavelmente convicto, pois, como corretamente Nietzsche afirmou, homens convictos são prisioneiros. E um verdadeiro cristão pode ser qualquer coisa, menos um prisioneiro.
Deus existe? SIM OU NÃO?
Além disso, como pensador(…)
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHA
Portanto, a minha participação no site é como cético e não como cristão e o alvo do ceticismo praticado por mim é justamente os que se dizem céticos.
Eu sou cético quanto ao seu ceticismo!
Caraca, até que é divertido isso. Vou atacar apenas o ceticismo dele e me esquivar de perguntas tb. Dois podem fazer o mesmo jogo.
Não preciso defender a minha afirmação de sua resposta. Afinal, diante do exposto acima, está demonstrado que não há nenhuma incoerência lógica, nenhuma falha conceitual, nenhuma autocontradição e, mais importante, nenhuma inverdade em minha declaração.
Já em termos de burrice…
Está claro a quem interessas possa que houve e há apenas uma confrontação ao falso ceticismo de alguns, mais especificamente ao seu – o que não implica obviamente que todo ceticismo seja falso ou que não existam verdadeiros céticos.
Nenhum escocês de verdade…
No mais, acho difícil você chegar a algum lugar com essa lógica binária demasiadamente simplificada!
Prefiro Lógica Booleana.
Essa sua lógica binária, suas dificuldades hermenêuticas, as argumentações facilmente refutáveis…
Que vc não refutou…
a parcialidade, a tendenciosidade, a cegueira, a ignorância, o preconceito, a hostilidade patológica com respeito à religião
\o/
além de outras particularidades bizarras, compõem um conjunto de características que invalidam qualquer pretensão sua de se autodenominar cético.
Isso significa que não vai apresentar sua irmã pra mim? Que lástima! Enquanto isso, tente ao menos provar o que é ceticismo de verdade.
Essas características, alias, te colocam num grupo muito bem definido: o dos fundamentalistas.
Fundamentalmente falando…. vc disse besteira. Mas, eu sou de Ciências Exatas. Sabe como é… O que não está certo, está errado. Não há lugar para malabarismos pseudointelectuais como o seu. Vai provar que seu deus existe?
Isso é fato! Seja você ateu, satanista, agnóstico, macumbeiro, cristão, judeu, islâmico, budista, xintoísta, hindu, xamã, panteísta, monoteístas, deísta ou qualquer outra coisa.
“A falsa ciência gera ateus; a verdadeira ciência leva os homens a se curvar diante da divindade” - (François-Marie Arouet)
Voltaire era terminantemente contra a Religião, rapazinho. Ele era deísta. Não que vc saiba o que é isso ou algum dia venha a saber. A não ser pelas wikipédias da vida. Não tem problema, eu perdôo vc.
Participação no Blog encerrada. Não provou uma linha ou argumentou suas bobagens. Dizer “céticos são feios, não gosto de vocês, blé!” pode te levar a muitos lugares, mas não aqui. Experimente a Montfort. Lá é que é lugar para pessoas que falam, falam, falam… e só escrevem merda. Hasta la vista.
mirtes Respondeu:
outubro 24th, 2008 às 19:36reproduzo abaixo uma citação do Gabriel:“A falsa ciência gera ateus; a verdadeira ciência leva os homens a se curvar diante da divindade” - (François-Marie Arouet)
eu sempre achei que a ciência, fosse uma série de estudos e práticas que visavam a melhoria e evolução da humanidade, além de resolver questões dessa mesma humanidade.
Como até agora a ciência não provou por A + B, a existência de uma força divina (deus, ou qualquer nome que queira dar pra essa força), logo, algumas pessoas acabam supondo que esa força divina não existe, é pura mitologia.
No momento em que esa força se manifestar, não atravéz de dogmas, nem de fábulas, ou nem atravéz de palavras escritas num livro, creio que as coisas mudarão.
no mais, não existe falsa ciência, nem má ciência ciência, ciência é apenas um nome dado a uma série de estudos e práticas!
O que existesão os que usam os resultados científicos, de forma negativa, um exemplo clássico é da radioatividade.
enquanto uns se prestão a desenvolver aparelhos que funcionem com essa energia, pro nosso bem (radiografias, usinas - os ecologistas que mer perdoem), outros usam essa mesma energia, pra criar bombas.
compostos químicos, descobertos por cientistas, podem ser usados, tanto como remédio, quanto como armas químicas.
Ou seja, a cagada não é a ciência essa malvada, criada por satã, pra desencaminhar e trazer desgraça pra humanidade, e sim os cabeções egoístas, perversos, que fazem uso bélico e noscivo desta ciência.
Ciro Respondeu:
dezembro 27th, 2008 às 17:34@mirtes, caso alguns paises insistam em invadir outros para roubar e espoliar, entao as revoltas vao ocorrer sempre e cada vez de forma mais violenta.Quem esta errado, os que invadem para roubar ou os que tentam se defender e reagir as invasoes e aos roubos ?
Se invadirem sua casa, vc reage ou pede a Deus uma protecao e abençoa seus algozes ?
Mirtes, se toda ação provoca uma reação, então a mim me parece que qq reacao seja provocada por uma acao.
Se assim for, então, apeasar de haver pessimos religiosos e pessimos crentes, eu te pergunto: Quem ou o que provocou esta reacao, o Universo que observamos e tentamos entender , estudar e compreender ?
Acusar a religiosidade humana de estúpida pelo simples fato de termos uma pá de péssimos religiosos, ´´de uma profunda maldade com a lógica e o bom senso. Por favor !!!
Ciro Matuck
mirtes Respondeu:
dezembro 28th, 2008 às 21:56@Ciro, Se alguém invadir minha casa, eu chamo a polícia, ou você espara, que eu me torne uma super-humana e assassine, o invasor?Fazer justiça, com as próprias mãos é alimentar a violência, temos a justiça (por bem, ou por mal), como alternativa, para nos proteger, e para que não precisemos nos revoltar violentamente.
Não seria congruente, também ficar parada abençoando ele, (isso em minha humilde opinião, seria uma titude de uma ovelha, com sangue de barata)
Se ele invadiu minha casa, haverá uma reação minha (já supra citada), ou você acha, que quando alguém invade uma casa, o morador, não faz ou não deve fazer, absolutamente nada? (e se não o faz, a ação ainda assim teve uma reação, essa reação, foi a omissão do morador).
Quem provcocou a minha reação? Oras o invasor. O que determinou a reação, dele invadir minha casa? Como, você levantou uma questão hipotética, só posso supor, que foi a cobiça, em cima de meus bens, que motivou esa invasão.
NÃO, é culpa de deus, nem de religiosos ruins, nem da ciência, e nem do universo, culpa única e exclusiva dele, do invasor.
Quando um pais (na verdade pais nenhum invade pais nenhum, os paises ficam parados, quem invade é o exercito), suponho, que seja por motivos torpes, de ganancia, ou ligados a religião, e o que a população deve fazer? Recorrer à “polícia”, (soldados), para se defender.
Acredito, que quando a população, recorre á justiça com as próprisa mãos a situação fugiu do controle, de tal forma, que ninguém mais respeita a vida, humana, culpa de quem? De quem deu início á situação de violência.
Ação e reação, violência, gera violência, se o ladrão, não quer ir para a cadeia, sofrer mais tratos, nem viver em cela super lotada, e ser ameaçado em rebelião, ou tornar-se escravo do PCC, que deixe de ser ladrão.
Se o mundo quer acabar com as guerras, que os administratodres, dos paizes, parem de mandar o exército invadir o vizinho, por motivos torpes e inúteis.
Ciro Respondeu:
dezembro 29th, 2008 às 09:18@Mirtes, uma questao simples e objetiva, enquanto os europeus e norte amaericanos insistirem en tratar arabes e africanos como trataram os tupis e tupinambas e os sioux e apaches, arrumando explicacoes que os autoriza a extirpá-los em nome de Jesus Cristo, havera reacoes as mais violentas e cada vez mais fortes.Os árabes e africanos tem uma história e nao vão se render e se deixar dizimar como patinhos feios da humanidade.
Mirtes, o Universao é a reacao a alguma acao e isso é teoria física, ainda dificil de refutar.
Eu entendo que alguem agiu e houve uma reacao que nós chamamos de Universo.
Tenho muita dificuldade em ser ateu por causa disso, e nao conheci ate hoje quem pudesse me rebater ou refutar.
Como do zero total, do nada, do vácuo surgiria algo ? Por mágica ?
André Respondeu:
dezembro 29th, 2008 às 13:51Seu problema não é com ateísmo e sim com conhecimentos de Física. QUEM te disse que o Universo surgiu do nada, do vácuo? Nem existe isso de vácuo absoluto…
.
Vai estudar, garoto.mirtes Respondeu:
dezembro 29th, 2008 às 12:33@Ciro, não sou Atéia, sou Kardecista, então, acredito, em uma entidade, espírito, mente, infinita e inteligente, por detrás da criação do universo, e da vida (da vida, em geral, não necessariamente apenas do ser humano).e concordo, com seu ponto de vista, do extermínio, de culturas e de vidas, em nome da “verdadeira religião’.
é algo incongruente até, pois acho que o que é verdade, deve ser aceito, por livre e espontânea vontade, por ser a verdade, e não imposto, com violência, tortura, matança.
Se é verdade, por que a força bruta, para estabelecer essa verdade?
ZzXx Respondeu:
outubro 24th, 2008 às 21:06GAbriel Felipe, você eh um porco desgraçado e agradeça a seu deus por seus pais não terem te jogado no lixo quando você nasceu.Viu como eh bom quando alguém te xinga e no final das contas não fala porra nenhuma?
AmadeusXIII Respondeu:
outubro 25th, 2008 às 00:17Lá vem a crentaiada falando besteira.As perseguições na União Soviética e na China foram políticas. Não perseguiram apenas as religiões seu tapado. Perseguiram TAMBÉM as religiões, pela mania que as ovelhas têm de se meter na política.
Em um regime totalitário, é pedir pra tomar ferro.
Fabiane Respondeu:
outubro 25th, 2008 às 01:05Perseguições religiosas comandadas pelos ateus?Não, meu filho, você não entendeu. O que aqueles regimes ditatoriais queriam era enfraquecer as religiões que ficavam metendo o bedelho nas decisões políticas, como disse o AmadeusXIII e, em contrapartida, criar uma espécie de culto ao estado. Ou seja: uma nova religião. Isso quando eles não faziam alianças com alguma religião existente. Vide o Nazismo.
Ciro Respondeu:
dezembro 29th, 2008 às 19:52@André, caro senhor, acreditar que do caos, do nada, da desordem, do zero do NADA TOTAL tenha surgido este Universo que nos deslumbra e encanta é acreditar em mágica e se toda ação provoca uma reação eu tenho o direito de concluir, axiomaticamente, que o Universo surgiu após a ação de alguém ou de algo além de nossa compreensão, MAS que JAMAIS pode ter surgido por acaso ou do nada surgiu a energia, acreditas em geração espontânea ?Se eu estudar mais um pouco me tornaria mui erudito e até chato, não o farei !!!
André Respondeu:
dezembro 29th, 2008 às 20:04@André, caro senhor
.
Pode me chamar de Deus.acreditar que do caos
Defina “caos”.
do nada
Que nada? Já falei que o nada absoluto não existe.
da desordem
Defina “desordem”.
do zero do NADA TOTAL
Onde foi que disseram que antes existia um nada, um zero total? Vamos lá, prove esta alegação. Mostre a publicação científica que disse que o Universo veio do nada.
tenha surgido este Universo que nos deslumbra e encanta é acreditar em mágica
Se vc acha a explosão de uma supernova, que é capaz de destruir sistemas solares inteiros, algo belo, é com vc.
e se toda ação provoca uma reação eu tenho o direito de concluir, axiomaticamente, que o Universo surgiu após a ação de alguém ou de algo além de nossa compreensão
Por conseqüência, “algo” criou esse “alguém”. E alguma outra coisa criou esse “algo” e assim infinitamente. Refute.
MAS que JAMAIS pode ter surgido por acaso ou do nada
Tb acho. Talvez seja por isso que NINGUÉM afirmou isso, mané. Vai estudar.
surgiu a energia, acreditas em geração espontânea ?
Não. Por isso não acredito que um deus apareceu do nada, apareceu sem causa nenhuma e nem que tenha sempre existido. Bingo. Tchau e boa noite. Vc mesmo se refutou. hehehe
Se eu estudar mais um pouco me tornaria mui erudito e até chato, não o farei !
Então seja um ignorante chato e nos poupe de suas sandices.
Ingsoc Respondeu:
dezembro 30th, 2008 às 12:29@Ciro, não consigo entender o fato de você achar absurdo que o universo tenha surgido por acaso, mas não ache absurdo o fato de um deus super-ultra-hiper-mega-top-fucking poderoso, capaz de criar e destruir tudo e todos, tenha surgido do nada. Ou alguma outra entidade criou esse criador? Mas daí, quem criou essa outra entidade? E por aí vai…Ah, e se você acha que estudar o fará mais chato, por isso prefere não fazê-lo, está adotando a máxima “a ignorância é uma bênção”, preferindo fechar os olhos àquilo que for de encontro às suas convicções.
Abbadon Respondeu:
dezembro 30th, 2008 às 12:52@Ciro,E acreditar que um deus veio do nada, é magica tambem, ne ?
Esse deus veio por geracao espontanea ? rs
O argumento da Causa Primeira é invalido.
cardoso Respondeu:
outubro 20th, 2008 às 17:57Impressionante. Assinatura Digital de Crente, a gente começa a ler o texto, bate o olho em um “exite”, “ensima” e é batata: é “irmão”.Henrique P. Machado Respondeu:
outubro 21st, 2008 às 02:26Nem sempre, “irmão”.
Infelizmente a sociedade brasileira está horrivel no que diz respeito à educação.
Fora outras barbaridades…AmadeusXIII Respondeu:
outubro 22nd, 2008 às 11:39O Estado deveria substituir as aulas de religião por aulas de português, além de usar o salário dos professores de religião para melhorar a remuneração dos professores de verdade.Henrique P. Machado Respondeu:
outubro 22nd, 2008 às 14:51Você fala como se todos os professores de religião (que graças a Deus, nunca tive um) não são formados. Para se dar aula na escola pública era necessário pelo menos o magistério, companheiro. Hoje a necessidade é pedagogia. Será que o estado é tão burro assim para permitir gente desqualificada nas classes? Claro que não. Há excessões. Vide os “manés” que querem enfiar suas ideologias absurdas, como o socialismo, na cabeça da molecada, só pra citar um exemplo. O que me dizes disso?Por causa de alguns fanáticos o restante é que paga o pato? Fantástico isso. Clap! Clap!AmadeusXIII Respondeu:
outubro 22nd, 2008 às 15:44Você fala como se todos os professores de religião (que graças a Deus, nunca tive um) não são formados.Onde eu disse isso, cabeção? Você é ruim de interpretação de textos hein? O que prova que é necessário aproveitar melhor os horários das aulas de religião ensinando português.
Para se dar aula na escola pública era necessário pelo menos o magistério, companheiro.
Não tenho nada contra você, mas já tenho uma companheira. Passo ;
)Hoje a necessidade é pedagogia. Será que o estado é tão burro assim para permitir gente desqualificada nas classes?
Você é burro ou mau-caráter? Eu ataquei as aulas de religião, não ataquei os professores. Considero lecionar religião ou teologia o mesmo que considerar a homeopatia uma forma de medicina.
Vide os “manés” que querem enfiar suas ideologias absurdas, como o socialismo, na cabeça da molecada, só pra citar um exemplo. O que me dizes disso?Por causa de alguns fanáticos o restante é que paga o pato? Fantástico isso. Clap! Clap!
Vai bater palmas dentro do seu templo, crentinho. Se você é incapaz de entender um texto simples, deveria estar atualizando seu Orkut ao invés de acessar sites céticos. Dispenso as palmas, já que provavelmente você não entendeu o que está aplaudindo.
Henrique P. Machado Respondeu:
outubro 22nd, 2008 às 17:44@AmadeusXIII
Pois é, mal do sistema de ensino a que fui submetido. Mas eu vou me corrigir. Tenho inteligência pra isso.
E também não tenho nada contra você, apenas contra seu modo de pensar.
Infelizmente, devo ter perdido um futuro amigo, pelo visto.
Ora, o ensino religioso sempre existiu e não vai ser agora (acredito) que vão jogá-lo no limbo, literalmente. Através dele foi possível chegarmos ao nível do conhecimento que temos hoje, questionando-o. Mas de qualquer forma a religião é invalidada. Quanto mais combatida, mais é pesquisada e pessoas se convencem. Livre pensamento não, meu caro? É a velha estória: cada um querendo puxar a sardinha para o próprio prato. Quando falei dos professores, não disse que todos são mau-caráteres. E por causa dos que o são, os “bonzinhos” pagam a conta. Sempre foi assim e sempre será. Em todas as esferas da sociedade, não somente na da religião. Você não interpretou bem essa parte.
Ah! A igreja a qual frequento não bate palmas. Também existe bom-senso por lá. Não participo de um grupo de religiosos alienados que não sabem em Quem creem e nem por que creem; e por que estão ali, prestando culto.
E como sou burro(sic!), minha participação neste site encerra-se por aqui.Henrique P. Machado Respondeu:
outubro 22nd, 2008 às 18:05@AndréEu não deveria estar entrando em seu jogo, mas: http://www4.mackenzie.com.br/10369.html
Esclarecido?
Abraço.André Respondeu:
outubro 22nd, 2008 às 18:42Bacharelado não é licenciatura plena, cabeção.EDIT: Olha só o que encontrei: http://teologia.org.br/licenciatura.htm
Vejamos a Grade Curricular
1. Didática Geral
2. Língua Portuguesa
3. Filosofia da Educação
4. Psicologia da Aprendizagem
5. Sociologia Educacional
6. Teologia Educacional
7. Metodologia do Ensino Superior
8. Estrutura e Funcionamento do Ensino de 1º e 2º graus
9. Psicologia da Adolescência
10. História da Educação
11. MonografiaSó isso? Caramba! Vejamos uma licenciatura em Química
http://www2.unisul.br/usr/grade.pfm?codcurso=29&codcurriculo=684
Preciso fazer algum comentário?
Responda uma coisa agora: Será que nesta MARAVILHOSA facurdadi ensina-se sobre TODAS as religiões? Aguardo sua resposta.

Ciro Respondeu:
dezembro 29th, 2008 às 20:37@André, se o nada absoluto não existe o que havia antes da matéria e da velocidade e das diferencas de tempo geradas pela matéria em velocidade ?Existiam os ateus talvez…
Amigo meu desconhecimento de física quântica não chega a ser grande mas é suficiente para saber, de forma indiscutível que são as supernovas que permitem a existência de todos os materiais além do hidrogênio, do héilo e de alguns outros materiais de pouco peso molecular, ou eu estou mal informado ?
Se bem me recordo nem o carbono e o silício existiriam sem supernovas e assim não haveria vida de qq tipo que já conhecemos, pois são estes os dois únicos materiais capazes de permitir a vida, pois permitem os tipos de conexoes da química orgânica. Ou eu estou enganado ?
Evite tentar ofender quem não conheça ou então tente me dizer que as supernovas que nos deram a nossa vida não são maravilhosas… São sim super maravilhosas.
André Respondeu:
dezembro 29th, 2008 às 20:54se o nada absoluto não existe o que havia antes da matéria e da velocidade e das diferencas de tempo geradas pela matéria em velocidade ?Vc se auto-respondeu. A matéria sempre existiu. Sobre as velocidades… De qual velocidade se estava tudo restrito a um único ponto? Onde isso prova que seu deus vagabundo existe?
Amigo meu desconhecimento de física quântica não chega a ser grande
Nota-se.
mas é suficiente para saber, de forma indiscutível que são as supernovas que permitem a existência de todos os materiais além do hidrogênio, do héilo e de alguns outros materiais de pouco peso molecular, ou eu estou mal informado ?
Vc falou metais. Hidrogênio é metal? As estrelas SÃO feitas de hidrogênio. As reações nucleares em seu centro produzem materiais mais pesados. Isso não prova que seu deus existe.
Se bem me recordo nem o carbono e o silício existiriam sem supernovas e assim não haveria vida de qq tipo
Você mal se recorda mesmo. De fato, há fabricação de carbono nas estrelas. Sem eles não existiria vida? Hummmm, pq será que só na Terra foi encontrado vida, hein? Entre bilhões e bilhões de galáxias, contendo bilhões e bilhões de estrelas, só nosso planetinha tem vida. Curioso, hein?
Evite tentar ofender quem não conheça ou então tente me dizer que as supernovas que nos deram a nossa vida não são maravilhosas… São sim super maravilhosas.
Quando o nosso Sol se tornar uma gigante vermelha e devorar o planeta Terra, com tudo o que tiver nele, vc achará maravilhoso? Chuva é tão legal, n[é? Que o diga o pessoal de Santa Catarina.
Bem, essa sim foi sua última postagem. Viu como sou legal? E nem disse que vc é um ACÉFALO, apesar de ser.

Vai estudar, garotinho.Gabriel Felipe Respondeu:
outubro 22nd, 2008 às 18:53Sou extremamente consciente de minha fé. O suficiente para não me intimidar em defender o ideário cristão, mesmo quando sou tachado de retrógrado, estúpido ou louco.Esses comentários, aliás, me fazem sorrir, porque a “fé retrógrada, estúpida e louca” é, bem, o meu campo – e também o de meus pares. Alguns mais loucos do que outros, e ninguém mais estúpido do que eu: mas se é assim que minha fé vai ser definida, vestirei o insulto no peito como se fosse uma medalha e não titubearei em me opor, sem pedir licença, ao encantamento que o modernismo, o materialismo, a razão e o ceticismo despertam na intelligentsia contemporânea.
Espanta-me, sobretudo, a arrogância pueril com que investem contra a religião sem perceber que seu secularismo materialista não é uma ciência e sim apenas uma crendice pseudo-religiosa, os professores de “ciência popular” e seus seguidores se imaginam heróis libertadores ao atacar os valores e símbolos religiosos e nacionais, sem notar que com isso produzem apenas um estado de desorientação geral; do qual as primeiras vítimas são eles próprios.
Isso chega a ser divertido! Alias, ao contrario do que se possa pensar, não estou brincando quando digo que me divirto com a cegueira de quem se diz cético sem saber ao menos questionar - os chamados céticos de conveniência - e que, na verdade, são apenas pessoas tendenciosamente cegas e convictas em suas crenças, valore e idéias.
Além disso, é irônico ver pessoas espancando a lógica em um site com a proposta do ceticismo.net. É comum, por aqui, atacar as pessoas que apresentou argumentos e não os argumentos que elas apresentam. Já vi, aqui no site, essa falácia assumir muitas formas e moldes. Nos comentários desse tópico, por exemplo, atacam o caráter, a crença e até mesmo a forma de alguém escrever e se comunicar – como se isso tivesse algum valor, além, é claro, de tornar o que se escreve mais compreensível.
Diante de tudo isso, duvido que um cético a essa altura não estaria questionando o site, seu conteúdo e seus propósitos (ou ao menos dos comentadores).
André Respondeu:
outubro 22nd, 2008 às 19:00Divirtam-se, gente. A única coisa que presta neste monte de esterco é:Diante de tudo isso, duvido que um cético a essa altura não estaria questionando o site, seu conteúdo e seus propósitos (ou ao menos dos comentadores).
Mal sabe ele que o objetivo é questionar mesmo. Diferente das religiões que IMPÕEM sua visãozinha ridícula através de dogmas. Mas, o que mais gostei foi:
Esses comentários, aliás, me fazem sorrir, porque a “fé retrógrada, estúpida e louca” é, bem, o meu campo – e também o de meus pares. Alguns mais loucos do que outros, e ninguém mais estúpido do que eu: mas se é assim que minha fé vai ser definida, vestirei o insulto no peito como se fosse uma medalha e não titubearei em me opor, sem pedir licença, ao encantamento que o modernismo, o materialismo, a razão e o ceticismo despertam na intelligentsia contemporânea.
Sábio é aquele que se reconhece.

Se ele mesmo atesta que é retrógrado, louco e estúpido, quem sou eu para contrariar?mirtes Respondeu:
outubro 22nd, 2008 às 19:16nisso colega o Gabriel Felipe, disse:
“Sou extremamente consciente de minha fé. O suficiente para não me intimidar em defender o ideário cristão, mesmo quando sou tachado de retrógrado, estúpido ou louco.”O ‘ideal cristão”, não seria o ideal de amor ao próximo como a ti mesmo?
Esse amor ao próximo, não induz a se acreditar que deva ter respeito também?
esse respeito, não se enquadra também, em respeitar as opinoões divergentes das suas, sem IMPOR nada?
esse respeito ao próximo, como a ti mesmo, não implica, em aceitar outras religiões, sabendo que religião é escolha pessoal (olha eu me repetindo0. e que se fulano é ateu, isso é problema DELE, e você não tem a obrigação de quere IMPOR sua opinião, desrespeitando assim a escolha dele, e gerando um conflito?
Por que esse ideal cristão de amar uns aos outros como a ti mesmo, na verdade parece mais “ame somente quem é católico apostólico romano, ou no mínimo cristão, que for de outra religião, ou cético, ou ateu, ou converta, ou odeie”?
p.s. não sou atéia, então tente explicar isso, pra mim, que acredito em deus, mas não aceito essa discriminação em cima de quem tem opiniões divergentes.
Henrique P. Machado Respondeu:
outubro 22nd, 2008 às 19:59@André, falei que não quero entrar no seu jogo, mas vai mais um link para que você se situe:
http://www2.uepa.br/uepa_site/graduacao/ciencias_religiao.phpE admito que não sabia o significado total de Licenciatura Plena, mas já estou esclarecido. O “cabeção” aqui procuraou se informar. Mais uma aprendida. Através de um debate, quase sem sentido, mas valeu.
E quanto à “facurdadi” que você citou, não a conheço. E não sei se ensinam todas as religiões em um curso de Licenciatura Plena, não conheço tudo. Que tal se você perguntar ao reitor?
Participação encerrada. Falou, brain.
André Respondeu:
outubro 22nd, 2008 às 20:06Ciência da Religião não é Licenciatura. Se preocupa não. Um dia vc mostrará o quanto isso é OHHHHHHHH importante.Vc acha que na ridícula Mackenzie, algo semelhante à Estácio ou UniverCidade no Rio de Janeiro, vai ensinar sobre o hinduísmo ou religiões da América Pré-Colombiana?
Henrique P. Machado Respondeu:
outubro 22nd, 2008 às 20:30@André
Último post, “agarantcho.”Você ao menos se deu ao luxo de ler a apresentação do curso, na página indicada? Acho que não. E também demonstra não saber o que é Licenciatura Plena. Estamos empatados, cabeção.
Ah, depois dessa, um dia você verá o quanto isso é importante!
Quanto à sua última pergunta. Procure os reitores, filho. Já te disse.
Gabriel Felipe Respondeu:
outubro 23rd, 2008 às 14:03Mirtes, como eu disse, estou sempre pronto para defender a minha fé, o que, logicamente, é muito diferente de estar pronto para atacar a fé alheia (ou a falta dela, como preferirem).Até porque eu acredito que o primeiro passo para fazer – no nosso tempo – o que Jesus fez no seu é, incrivelmente, abrir mão de qualquer palavra de condenação contra os ateus, os feiticeiros, os satanistas, os liberais, os wiccans, os macumbeiros, os budistas, os hindus, os animistas – agnósticos e pagãos de todos os matizes. O alvo da nossa intolerância deve ser outro, o alvo que foi também o de Jesus: os que passeiam pelo mundo crendo ter o aval inequívoco e a credencial indelével do “Verdadeiro Deus ©” (que, segundo dizem, é uma patente muito mais valiosa do que a da Coca-Cola). Aqueles que, nas palavras de Paulo, estão persuadidos de serem “guias dos cegos, luz dos que se encontram em trevas, instrutores de ignorantes, mestres de crianças, tendo na lei a forma da sabedoria e da verdade” – mas que – “ensinam os outros sem ensinarem a si mesmos”.
Isto posto, reitero: não titubearei em me opor, sem pedir licença, ao encantamento que o modernismo, o materialismo, a razão e o ceticismo despertam na intelligentsia contemporânea.
Notou a diferença? Não estou dizendo que não titubearei em me opor a religião, a crença ou a descrença de ninguém; o que eu estou dizendo é que estou disposto a combater o encantamento que certas ideologias causam em seus adeptos. E estou disposto a combatê-las principalmente quando, como acontece nesse site, tais ideologias são falseadas ou, no mínimo, aplicadas de maneira totalmente errada.
Nesse caso em particular, não duvido do ceticismo, duvido do cético! Quando os céticos deixam de ser os que questionam e passam a ser os que, sem critério, respondem; eu só tenho motivos para duvidar desse ceticismo e questiona-lo. Sim! Pois, transformar a incredulidade irrestrita nesse “fechar-os-olhos par excellence” – mais conhecido como fé – é a mais indecente inversão de valores que pode ser perpetrada contra o livre pensamento. O problema, a meu ver, está na fé cega que os autodenominados céticos desse site possuem em si mesmo, ou seja, a falta de rigor crítico contra as próprias convicções e opiniões. Como já foi dito anteriormente, esse é um erro gravíssimo que, embora exista em escala industrial entre os religiosos, se torna infinitamente mais grave quando cometido por alguém que se diz cético.
Alguma coisa está muito errada quando os céticos vestem as mesmas roupas que eles desejam que os crentes tirem; quando, apesar das sofisticações, agem de forma doutrinária e proselitista; quando são céticos quanto a tudo, menos quanto aquilo que diz respeito a eles.
Portanto, a minha participação no site é como cético e não como cristãos e o alvo do ceticismo praticado por mim é justamente os que se dizem céticos.
Deu para entender? Me perdoe se não fui claro o bastante!
André Respondeu:
outubro 23rd, 2008 às 14:08O alvo da nossa intolerância deve ser outro, o alvo que foi também o de Jesus: os que passeiam pelo mundo crendo ter o aval inequívoco e a credencial indelével do “Verdadeiro Deus ©”Grandes coisas. outras religiões podem alegar a mesma coisa. O que prova que o seu deus é mais verdadeiro que os deuses dos outros?
Alguma coisa está muito errada quando os céticos vestem as mesmas roupas que eles desejam que os crentes tirem; quando, apesar das sofisticações, agem de forma doutrinária e proselitista
Eu nunca vi nenhum cético mandar roubar, matar e estuprar. Não vi nenhum cético apedrejar pessoas até a morte por pensarem diferente.
quando são céticos quanto a tudo, menos quanto aquilo que diz respeito a eles.
Seria meio contraditório, pois não? Vc é cético quanto ao seu Jesus ter existido? E sobre Shiva?
Agora, vamos à Perola do Dia
Portanto, a minha participação no site é como cético e não como cristãos e o alvo do ceticismo praticado por mim é justamente os que se dizem céticos.
Lógica mandou lembranças. Ele se diz cético que combate quem se diz cético. Como se prova que é mais cético que os outros? Se dizendo cético que ataca os que se dizem céticos. hahahahhahah
Parece coisa de Paulo, o inimigo da Lógica:
Tito 1:13-14 – Um deles, seu próprio profeta, disse: Os cretenses são sempre mentirosos, bestas ruins, ventres preguiçosos. Este testemunho é verdadeiro. Portanto, repreende-os severamente, para que sejam sãos na fé.
Profeta Cretense diz: “Os cretenses são sempre mentirosos”
Pau

(16 votes, average: 4.5 out of 5)
outubro 19th, 2008 em 13:14