Como me tornei atéia
Por Fabiane Lima
Todos, inclusive religiosos, hão de concordar comigo que arrebentar um boeing cheio de passageiros num prédio, torturar pessoas em nome de deus de formas tão criativas que só o diabo poderia imaginar, e ser egoista a ponto de achar que só o seu povo é especial são ações extremamente insanas, para dizer pouco. Mas por pior que sejam, pessoalmente não acho que sejam realmente as piores. Talvez venham logo depois da que considero pior na minha escala de “atos estúpidos cometidos em nome da religião”, mas nenhum desses atos infames se compara ao que a bíblia ensina em Provérbios 22:6: educar crianças em um sistema religioso, de tal modo que mesmo depois de adultas, não consigam se livrar da praga.
É comum que pessoas que não tiveram desde o berço o mal da religião enraizado em suas mentes não compreendam que, na maioria das vezes, os religiosos realmente acreditam nos absurdos que dizem acreditar. É claro que a lavagem cerebral sofrida por estas pessoas não justifica as barbaridades que elas cometem em nome de suas crenças; se bem que alguns não titubeariam em alegar “insanidade mental” caso seus atos de fé sejam levados, por exemplo, a um tribunal laico. Mas o impacto que uma crença causa em uma pessoa de boa fé é tão danoso que pode deixar seqüelas realmente profundas pro resto da vida do cidadão.
Eu sou uma dessas pessoas. Ou melhor: era.
Minha família parece aquelas de comercial de margarina: pais carinhosos e pacientes, com boa relação entre si e com os filhos, os quais vivem em harmonia e paz. Eu não sou pedagoga, psicóloga, nem nada, mas até onde minha vista alcança, o resultado de uma boa relação entre pais e filhos nem sempre é tão saudável quanto aparenta ser: raramente acontecem casos de indisciplina e rebeldia, de modo que os filhos vão sempre andar na linha, e tomar como verdade tudo o que seus pais “perfeitos” disserem. O problema é que os pais “perfeitos” são humanos, erram, e também passaram pelo mesmo processo de condicionamento que aplicam em seus filhos. Meus pais, no caso, são batistas.
Para meus pais, eu sou um presente de deus. Eu tenho quase certeza de que na verdade sou fruto de uma bimbada que eles deram em algum dia (ou noite) do quarto trimestre de 1986, mas eles juram que foi deus quem me fez. Enquanto todas as crianças ouviam contos de fadas antes de dormir (tendo pelo menos uma vaga noção de que aquilo era fantasia), eu e minhas irmãs ouvíamos histórias de mares que se abrem no meio, barcos com um tamanho ínfimo capazes de abrigar todas as espécies do planeta, e homens que andavam por sobre o mar, todas contadas como casos verídicos e indubitáveis. Eu nunca acreditei em Papai Noel quando criança, porque Papai Noel é uma lenda que tira o foco do “verdadeiro sentido do Natal”, mas acreditei desde pirralha que deus é quem era o designer do universo. O primeiro livro que eu ganhei quando aprendi a ler foi uma Bíblia, versão de João Ferreira de Almeida, aquela traduzida no século XVII, em que está escrito “cousas” em vez de “coisas”, e de onde herdamos o eufemismo “conhecer”, usado em lugar de “fuc-fuc”. Eu tenho essa bíblia até hoje, e em sua folha-de-guarda dá para ter uma noção de como era a caligrafia desta que vos escreve aos 5 anos de idade.
Lá pelos meus doze anos eu decidi que era hora de provar pra todo mundo da minha igreja que eu era tão sabida quanto diziam que eu era: tomei o banho cerimonial do batismo e me tornei, oficialmente, uma Ovelhinha do Senhor. Ao longo da minha adolescência, por ser boa filha e boa cristã e me orgulhar desse título, me privei de várias coisas (sim, isso que você pensou também), condenei amigos por seus atos ao mesmo tempo em que sentia uma pontinha de inveja, e me tornei o que se convencionou chamar de “crente esclarecida”: o tipo de crente que não vê problema algum em achar que Darwin estava correto, que interpreta barbaridades de torres que tocam o céu como parábolas (mesmo não havendo nenhum critério oficial para esse tipo de interpretação), que separa muito bem a fé religiosa da ciência sem que as duas entrem em conflito (contraditório, não?), mas que ao mesmo tempo tolera sandices como concepção sem sexo e curas miraculosas.
Já um pouco mais velha, eu passei a lecionar na igreja para uma classe de adolescentes, ou seja, pessoas marromeno cinco anos mais novas que eu. Por eu ser uma crente prafrentex-ma-non-troppo, fiz um certo sucesso: dizia que se eles quisessem podiam sim ouvir Black Metal e ler o Réri Póta, (olha só a ironia) era só ter senso crítico, que as mulheres na Antigüidade usavam jóias muito parecidas com os piercings que se usam hoje em dia, e que até podia beber sim, desde que com moderação. Outras coisas continuavam rígidas: castidade, trindade, soberania de deus, yada, yada, yada. Porque desvirtuar a palavra de deus pra ter uma vida minimamente suportável pode, só não pode cair em tentação.
Foi mais ou menos por essa época que os questionamentos (que sempre existiram) foram ficando cada vez mais intensos. Minha fé ficou parecendo um gráfico de crise financeira: sobe, sobe, sobe, sobe, atinge o ápice e… BOOM! De tanto estudar a bíblia, mesmo sem cruzar com nenhuma referência externa, sem ler autores que debocham e ridicularizam as religiões, sem nunca ter chegado às minhas mãos aquelas listas de contradições bíblicas, acabei desacreditando tudo aquilo que a vida toda achei que fosse verdade. Porque apesar de crente, eu sempre fui meio que livre-pensadora. Pra quem lê a bíblia de fato, achar que ela é um montão de bosta de camelo leva só o tempo de desanuviar o pensamento, de se livrar das justificativas insanas para os “propósitos de deus”, e mandar praquele lugar a sensação ruim de ter passado tanto tempo fazendo papel de bobo. Um vez que se consegue isso (o que demanda um bocado de tempo, como eu disse, é uma lavagem cerebral feita desde o berço), leva só o necessário pra somar dois mais dois. Assumir isso publicamente já são outros quinhentos.
Uma vez liberto de toda essa besteirada, a sensação é indescritível. Mas o sentimento de fracasso, de ter perdido tempo, oportunidades e fases da vida que nunca (NUNCA!) mais vai se ter de volta também ronda o tempo todo. Aquela ponta de arrependimento do tipo “Ah, se eu soubesse…”, que dói tanto quanto um ente querido que morre.
Foi aí que eu entendi porque alguns céticos em geral e ateus em particular, que já foram crentes, são tão radicais. Eu os achava frustrados, e no fim acabei me tornando um deles. E quer saber? Eles são. São frustrados por terem passado tanto tempo de suas vidas na ignorância da religião, por terem sido cegos pelas crendices infundadas, e por terem entregado suas vidas de boa fé a um deus inexistente e que, mesmo se existisse, seria o mais perverso dos seres. Mas pelo menos foram suficientemente inteligentes e se redimiram, e agora podem viver suas vidas numa plenitude que nenhuma salvação via messias será capaz de proporcionar.
O problema mesmo é continuar convivendo com toda a crentaiada que está em volta, que te ama, que realmente acredita que você sofrerá o castigo eterno, que não quer de jeito nenhum que você vire churrasquinho do demônio e que, justamente por isso, quer te arrastar de volta para a igreja.
2 Pings to "Como me tornei atéia"
132 respostas para "Como me tornei atéia"
-
1. renato "mentrei" disse:
outubro 18th, 2008 em 14:13Parabéns! Ótimo testemunho (testemunho é foda, aejuaehaeuhaeuahuae).
Espero ver essa mesma história acontecendo com um amigo meu, testemunho de Jeová, já estou ensinando o garoto a questionar um pouco as coisas, ter um censo crítico. Ele tá pegando o jeito.Nanda respondeu:
maio 6th, 2009 às 09:59@renato “mentrei”,
Eu fui Testemunha de Jeová e, ser você quer mesmo que esse garoto aí deixe de ser Tj, peça para ele entrar no site
indicetj.com – além deste aqui, é claro!
E, Fabiane, eu estou passando também por um período de crise na fé. Na verdade, a minha fé está em declínio. Já sou quase agnóstica. Atéia não sei se serei. Mas não acredito mais em nenhuma religião.
E, aproveitando a oportunidade, parabéns aos criadores do site. Ele caiu como uma luva para mim. Estou lendo aos poucos, pesquisando aos poucos, refletindo e usando toda a minha razão para questionar a fé. Afinal, quando somos educados para acreditar em qualquer baboseira que é dita, não é muito simples abrir os “portões” da nossa mente e deixar a racionalidade entrar. Bom, eu já abri os portões de minha mente, e a razão está preenchendo-a aos poucos.
Abs -
2. AC/DC disse:
outubro 18th, 2008 em 15:23Caraca tua história é igual a minha..mãe batista mas meu pai não era nada,entrava até em macumba pra pegar dinheiro e cigarro,aliás sou testemunha ocular disso,também me batizei e lá lá lá…mas aos dezoito por causa das incompatibilidades com a ciência a coisa desandou e a religião ficou no passado isso já tem mais de 20 anos…não fez falta nenhuma …he he he
-
3. Eduardi disse:
outubro 18th, 2008 em 15:24Interessante como o processo se deu com você. Infelizmente para mim não foi tão simples.
Nunca fui exatamente religioso mas a idéia da finitude da vida é até hoje apavorante para mim, em oposição a condição confortável que vivia quando acreditava em uma vida eterna.
Queria muito poder conviver melhor com isso, mas não consigo.
Fabiane respondeu:
outubro 18th, 2008 às 16:03[...] a idéia da finitude da vida é até hoje apavorante para mim, em oposição a condição confortável que vivia quando acreditava em uma vida eterna.
Infelizmente é só uma idéia, sem garantia nenhuma de que seja real. Sem contar que o preço a ser pago (se anular completamente) é alto demais.
Prefiro a idéia de que a vida é só aqui e agora, e que eu posso fazer o que eu quiser, do que entregar a vida a deus pra garantir minha vaga no paraíso e viver a eternidade caminhando pelas ruas de ouro da Nova Jerusalém.
André respondeu:
outubro 18th, 2008 às 18:04Nunca fui exatamente religioso mas a idéia da finitude da vida é até hoje apavorante para mim, em oposição a condição confortável que vivia quando acreditava em uma vida eterna.
Isso reforça a minha tese que as pessoas acreditam em divindades e são religiosas por puro medo. Bem, eu não tenho medo da morte. Ela é algo natural. Pessoas viveram, pessoas morreram. Animais e plantas tb. Não tenho porque me achar melhor que elas nem merecedor de coisa alguma. Prefiro me preocupar o que eu posso fazer hoje para que a minha vida e a das demais pessoas não seja tola, ridícula e miserável.
Se preocupar se vai viver eternamente em outro lugar não passa de chauvinismo, e na recusa de acreditar nos fatos da vida: tudo o que existiu um dia, deixará de existir a qualquer momento.
AmadeusXIII respondeu:
outubro 18th, 2008 às 19:49Aceitando a finitude da vida, aprendemos a valorizá-la.
Tudo é efêmero, deuses são criados e destruídos, templos são erguidos e derrubados. Sobra apenas o Homem.
Uma vida sem religião é uma vida sem medo. Retire a ameaça de aniquilação e você verá se algum deus ainda será adorado.
J. N. Dias respondeu:
outubro 19th, 2008 às 19:48Bom, não é necessário aceitar a finitude da vida ao abraçar o ateísmo. Veja os budistas, por exemplo: Não oram pra nenhum deus (Ao contrário do que pensam, Buda não é um “deus” pra ser adorado), mas crêem na vida após a morte (Reencarnação).
Eu mesmo, estou me tornando, aos poucos, um ateu reencarnacionista, pois se existe um Deus, há muito tempo ele deixou de ser adorado, e no lugar dele puseram esse açougueiro descrito na Bíblia. Já provei de muitas religiões e filosofias, e descobri que o verdadeiro Deus é o que carregamos dentro de nós mesmos, mesmo que não acreditemos nele. Chama-se “ética”.Eduardi respondeu:
outubro 19th, 2008 às 22:50Não vejo nenhum sentido nisso. Na verdade, crer numa vida eterna sem Deus é mais ou menos como crer na Bíblia e em Darwin ao mesmo tempo.
J. N. Dias respondeu:
outubro 30th, 2008 às 16:34De nenhum Deus. Estou falando da Ética, ué.
AmadeusXIII respondeu:
outubro 20th, 2008 às 10:38Acho estranho um ateu acreditar na reencarnação.
A lógica que te levou a pensar que não existem provas à favor da existência de deuses também não pode (e deve, penso eu) ser aplicada também à reencarnação?
Entenda, não estou criticando seu modo de pensar. É só curiosidade mesmo. Conheço ateus que usam florais e homeopatia para se tratar…
E o budismo possui o conceito de divindade sim. Diferente do Ocidental, mas existe.
André respondeu:
outubro 20th, 2008 às 10:41Levando em conta que o Budismo é uma religião animista, ele está mais para ser considerado panteísta e não apenas ateísta.
-
4. Bruno Caxito disse:
outubro 18th, 2008 em 15:29Muito bom!!!
O último parágrafo seria engraçado se não fosse tão real na minha vida também.
-
5. AmadeusXIII disse:
outubro 18th, 2008 em 17:40Qualquer pessoa pode chegar sozinha à conclusão de que deuses não existem, independente do credo, cultura ou nível de instrução.
Parabéns pelo texto Fabi.
Penso que quase todos aqui já vimos algum pertence querido arder nas fogueiras da fé.
-
6. Rodrigo Souza a.k.a. Sargento disse:
outubro 18th, 2008 em 20:29Fabi, antes de mais nada, meus sinceros parabéns. Livrar-se de um colóide tão espesso e pegajoso como esse sem auxílio externo, contando apenas com as ferramentas desenvolvidas na matriz é realmente algo para poucos.
Essa frustração do arrependimento acho que é uma das poucas coisas que podem açambarcar um número significativos de exemplos de agnósticos e ateus uma vez libertos da religião. Senti e sinto ainda hoje os reflexos, cada dia mais suaves mas que nunca para totalmente, como uma cicatriz mal cuidada.
-
7. MARCELO DO RIO DE JANEIRO disse:
outubro 18th, 2008 em 22:32e triste saber que exite pessoas tão sabias, mais ao mesmo tempo tão vazias por dentro ao ponto de não enteder que a força sobrenatural existe, e se nos parassemos para pensar que o planeta terra esta colocado ensima do nada ,e que somente na terra existe vida somente a uma resposta pra tudo isso DEUS
André respondeu:
outubro 18th, 2008 às 23:58Primeiro, a Terra não está sobre o nada. Nada é o que tem na sua cabeça. Segundo, ainda não se sabe se SÓ a Terra tem vida, cabeção. O Universo não é apenas o Sistema Solar. E se só existe vida na Terra, significa que somos apenas algo que aconteceu por acaso e não existe deus nenhum.
Simples. A não ser que vc me coloque uma prova definitiva que existe um deus e, acima de tudo, é o SEU deus. Tenta aí.
mirtes respondeu:
outubro 19th, 2008 às 14:18(ironia on)
Marcelo, eu chamo os acontecimento sobrenaturai de influências eltro magnéticas psicomentais do seres do quinto mundo paralelo.
Alguma coisa mudou em seu mundo e em sua vida ao saber disso?
(ironia off)
Gabriel Felipe respondeu:
outubro 24th, 2008 às 17:13Desde que vc apresente evidências e embasamentos, pode contestar o que quiser.
Muito bem! Como você permitiu, vou apresentar aqui as evidências para o erro da sua convicção dogmática de que você é cético de alguma forma. Sim! Pois o meu propósito desde o início foi combater a ilusão desse (pseudo) ceticismo característico a você.
De qualquer forma, vamos às evidências:
Grandes coisas. outras religiões podem alegar a mesma coisa. O que prova que o seu deus é mais verdadeiro que os deuses dos outros?
Grande coisa, digo eu!
O que você quer dizer com esse tipo de afirmação? De onde você tirou essa interpretação? A menos que você seja um analfabeto funcional e não tenha compreendido o que leu, a sua pergunta não faz sentido algum! Definitivamente você não deveria estar dirigindo esse tipo de pergunta a uma pessoa que afirmou com todas as letras que o alvo de sua crítica e de sua intolerância é justamente os que passeiam pelo mundo crendo ter o aval inequívoco e a credencial indelével do “Verdadeiro Deus ©”.
Você é de exatas e eu te dou um desconto por isso! Mas, se o seu problema não é com a hermenêutica, não sei quanta desonestidade é suficiente para tamanha distorção!
Sinceramente, esse tipo de atitude me deixa bastante cético quanto ao seu ceticismo!
Eu nunca vi nenhum cético mandar roubar, matar e estuprar. Não vi nenhum cético apedrejar pessoas até a morte por pensarem diferente.
E o que isso significa? Um cego não vê milhões de coisas, mas elas não deixam de existir por isso! Um ignorante desconhece bilhões de coisas, mas elas também não deixam de existir por isso!
Essa é uma das declarações mais bizarras com que eu me de deparei. Trata-se claramente de uma declaração surpreendente, ingênua, ignorante e um tanto triste – o tipo de declaração que um cético deveria evitar.
Está claro que você é um cético encerrado numa torre de marfim, desconectado do mundo real e brutal em que nós vivemos, pois, os fatos são esmagadoramente diferentes.
Não quero ser indelicado, mas toda essa abordagem se parece constrangedoramente com os programas anti-religiosos impostos aos soviéticos durantes os anos 1950, baseados em mantras como: “A ciência desmentiu a religião!”, “A religião é má!”, e assim por diante.
Alias, só não digo que você está se inspirando nesses programas, porque você parece desconhecê-los totalmente. Você não deve conhecer também o fato de que, em seus esforços de forçar a ideologia ateísta, as autoridades soviéticas destruíram e eliminaram sistematicamente a grande maioria das igrejas e dos sacerdotes entre 1918 e 1941.
É claro que você não se importa, mas as estatísticas apresentam um quadro terrível. A violência e a repressão foram empreendidas várias vezes ao longo da História na busca de um programa ateístas e, portanto, cético: a eliminação da religião.
Os fatos dificilmente se ajustariam às suas declarações!
“Eu nunca vi nenhum cético mandar roubar, matar e estuprar…” Infelizmente isso diz respeito somente à multidão de coisas que você não viu ou não conhece, não à realidade dos fatos. Sua constatação de que o ceticismo é livre de violência e opressão é simplesmente insustentável e sugere um significativo ponto cego.
A sua visão ingênua e pueril de que os céticos não cometem crimes em nome do ceticismo tropeça nas cruéis pedras da realidade. Um exemplo será suficiente:
Em seu excelente estudo sobre Peter Tutea, intelectual e dissidente romeno de confissão cristã, o pesquisar Alexandru Popescu documenta a degradação física e mental que Tutea sofreu devido à perseguição sistemática à religião na Romênia, ocorrida no século passado.
Você nega o lado mais sombrio do ceticismo, o que o torna um crítico menos do que confiável. Você possui uma fé fervorosa e inquestionável na bondade universal do ceticismo, que você recusa sujeitar a um exame crítico.
Sim! Existe muita coisa errada na religião contemporânea e muito a ser corrigido, mas o mesmo se aplica ao ateísmo e ao ceticismo. A verdade dos fatos é que os seres humanos são capazes tanto de violência quanto de excelências morais – e que ambos podem ser provocados por visões do mundo, religiosas ou não.
O fato de você ignorar isso, assim como as suas outras atitudes, apenas demonstra que você não é cético coisíssima nenhuma!
Seria meio contraditório, pois não? Vc é cético quanto ao seu Jesus ter existido? E sobre Shiva?
Sem dúvida!
É claro que você, que costuma tomar a parte pelo todo, pode generalizar sem se dar ao luxo de se perguntar se a pessoa com quem você está debatendo já não enfrentou os mesmo questionamentos e os mesmos conflitos existenciais e científicos que você; mas creia-me, essa forma de pensar te impede de perceber que milhões já fizeram essa viagem que você está fazendo agora.
Ou você pensa que ao me converter e começar a defender a fé e a cosmovisão cristã em seguida, exposto a professores, amigos e colegas de trabalho ateus, discutindo com eles, não fui bombardeado por toda sorte de tentativas de mitificação de Jesus?
Não, meu velho! Não cheguei aqui sem questionamentos; e nem tampouco sem os questionamentos que nascem não de brincadeiras na internet, mas sim de cacetadas da existência!
Seria muita ingenuidade sua pensar que eu e muitos outros entregamos as nossas vidas a algo que pudesse ser desmontado por argumentos rasos como os oferecidos nesse site!
Ora, eu teria milhões de argumentos sobre a não mitificação de Jesus como pessoa, mas, pela minha experiência, não perco tal tempo, pois, de fato sei que tudo isso é tolice e não ajuda ninguém na realidade. E, além disso, meu intuito aqui não é provar outra coisa além da falsidade de seu ceticismo e a grande ilusão da qual você é vítima por acreditar que é de alguma forma um cético.
Não sou e nunca serei um cristão irrevogavelmente convicto, pois, como corretamente Nietzsche afirmou, homens convictos são prisioneiros. E um verdadeiro cristão pode ser qualquer coisa, menos um prisioneiro.
Além disso, como pensador, eu busco compreender o mundo e não reafirmar os dogmas cristãos. Reafirmar dogmas, alias, é o que você faz sob a desculpa de que seria contraditório agir de forma diferente.
Portanto, a minha participação no site é como cético e não como cristão e o alvo do ceticismo praticado por mim é justamente os que se dizem céticos.
Não preciso defender a minha afirmação de sua resposta. Afinal, diante do exposto acima, está demonstrado que não há nenhuma incoerência lógica, nenhuma falha conceitual, nenhuma autocontradição e, mais importante, nenhuma inverdade em minha declaração.
Está claro a quem interessas possa que houve e há apenas uma confrontação ao falso ceticismo de alguns, mais especificamente ao seu – o que não implica obviamente que todo ceticismo seja falso ou que não existam verdadeiros céticos.
No mais, acho difícil você chegar a algum lugar com essa lógica binária demasiadamente simplificada!
Essa sua lógica binária, suas dificuldades hermenêuticas, as argumentações facilmente refutáveis, a parcialidade, a tendenciosidade, a cegueira, a ignorância, o preconceito, a hostilidade patológica com respeito à religião, além de outras particularidades bizarras, compõem um conjunto de características que invalidam qualquer pretensão sua de se autodenominar cético.
Essas características, alias, te colocam num grupo muito bem definido: o dos fundamentalistas.
Isso é fato! Seja você ateu, satanista, agnóstico, macumbeiro, cristão, judeu, islâmico, budista, xintoísta, hindu, xamã, panteísta, monoteístas, deísta ou qualquer outra coisa.
“A falsa ciência gera ateus; a verdadeira ciência leva os homens a se curvar diante da divindade” – (François-Marie Arouet)
André respondeu:
outubro 24th, 2008 às 18:20Pois o meu propósito desde o início foi combater a ilusão desse (pseudo) ceticismo característico a você.
Você vai criticar meu ceticismo ou provar que eu estou errado? Que coisa! Que modo de fugir da questão!
O que você quer dizer com esse tipo de afirmação?
Vc viu o ponto de interrogação no final? <— Olha mais um aqui.
Eu fiz uma pergunta. Responda.
De onde você tirou essa interpretação? A menos que você seja um analfabeto funcional e não tenha compreendido o que leu, a sua pergunta não faz sentido algum!
Se vc não entendeu o que eu perguntei, não sou eu quem tem problemas de interpretação de texto.
Definitivamente você não deveria estar dirigindo esse tipo de pergunta a uma pessoa que afirmou com todas as letras que o alvo de sua crítica e de sua intolerância é justamente os que passeiam pelo mundo crendo ter o aval inequívoco e a credencial indelével do “Verdadeiro Deus ©”
Qual verdadeiro deus?
Você é de exatas e eu te dou um desconto por isso!
Obrigado. É o tipo de coisa que não é pra todo mundo, não se sinta constrangido.
Mas, se o seu problema não é com a hermenêutica, não sei quanta desonestidade é suficiente para tamanha distorção!
Oh, Glória!
Sinceramente, esse tipo de atitude me deixa bastante cético quanto ao seu ceticismo!
Quer meu lenço pra vc chorar?
E o que isso significa? Um cego não vê milhões de coisas, mas elas não deixam de existir por isso!
Um cego não pode ver se existem unicórnios ou não. Unicórnios passarão a existir?
Um ignorante desconhece bilhões de coisas, mas elas também não deixam de existir por isso!
Aqueles que acreditam cegamente são um perfeito exemplo disso.
Essa é uma das declarações mais bizarras com que eu me de deparei. Trata-se claramente de uma declaração surpreendente, ingênua, ignorante e um tanto triste – o tipo de declaração que um cético deveria evitar.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u458623.shtml
Um pequeníssimo exemplo do que as religiões fazem. Já estudou história alguma vez?
Não quero ser indelicado, mas toda essa abordagem se parece constrangedoramente com os programas anti-religiosos impostos aos soviéticos durantes os anos 1950, baseados em mantras como: “A ciência desmentiu a religião!”, “A religião é má!”, e assim por diante.
Hã… Deixe-me ver… O que foi que a religião fez com cientistas durante a Idade das Trevas? Pergunte a Giordano Bruno.
Alias, só não digo que você está se inspirando nesses programas, porque você parece desconhecê-los totalmente.
Nada que tenha superado a perseguição que os religiosos fizeram e fazem com quem pensa diferente. Vc sabe o que é um pogrom?
Você não deve conhecer também o fato de que, em seus esforços de forçar a ideologia ateísta, as autoridades soviéticas destruíram e eliminaram sistematicamente a grande maioria das igrejas e dos sacerdotes entre 1918 e 1941.
O que a Rússia Czarista fazia ANTES disso? Já ouviu falar da Cisma do Oriente? As Cruzadas? A Inquisição? (pode ser a católica ou a protestante, tanto faz) Etc etc etc.
É claro que você não se importa, mas as estatísticas apresentam um quadro terrível. A violência e a repressão foram empreendidas várias vezes ao longo da História na busca de um programa ateístas e, portanto, cético: a eliminação da religião.
Como os religiosos são bonzinhos. Achille Ratti que o diga.
Infelizmente isso diz respeito somente à multidão de coisas que você não viu ou não conhece, não à realidade dos fatos.
Queira me mostrar o livro cético ou ateísta que ordena iosso. Depois, dá uma lida em Números 31 e Oséias 13.
Em seu excelente estudo sobre Peter Tutea, intelectual e dissidente romeno de confissão cristã, o pesquisar Alexandru Popescu documenta a degradação física e mental que Tutea sofreu devido à perseguição sistemática à religião na Romênia, ocorrida no século passado.
Cruzadas? Inquisição? Noite de São bartolomeu? Pq pegar exemplos isolados de alguns países, em contraponto a um massacre massivo perpetrado em nome do Sinhô G-zuis?
Você nega o lado mais sombrio do ceticismo
E vc faz vista grossa pelas atrocidades que as (plural) religiões perpetraram até hoje e AINDA fazem. Mas, isso é uma questão de hermenêutioca, não é mesmo?
o que o torna um crítico menos do que confiável.
E vc mais ainda.
Você possui uma fé fervorosa e inquestionável na bondade universal do ceticismo, que você recusa sujeitar a um exame crítico.
Se vc não tivesse uma certa… hã… ignorância? Teria visto que eu disse que NUNCA VI UM CÉTICO APEDREJAR POR PENSAR DIFERENTE.
As perseguições que a princesinha aí relata é de brutal estupidez, posto que nenhum mandamento cético ordena isso, logo as pessoas são responsáveis pelo seu ato. Diferente de seguir um livro escroto da Idade do Ferro, feito para pastores de uma zona mais que afastada, rude, ignorante, iletrada e violenta.
Sim! Existe muita coisa errada na religião contemporânea e muito a ser corrigido
Contemporânea, hein? O que aconteceu no passado vc “esqueceu”, hein? Cara de pau mandou lembranças, seu moço.
mas o mesmo se aplica ao ateísmo e ao ceticismo.
Hã…. Qual é o livro máximo do ateísmo e/ou ceticismo que ordena rasgar barrigas de mulheres grávidas e ordena a execução de homossexuais?
A verdade dos fatos é que os seres humanos são capazes tanto de violência quanto de excelências morais – e que ambos podem ser provocados por visões do mundo, religiosas ou não.
Então a Bíblia não é guia de nada. Só as partes boazinhas, hein?
Sem dúvida!
Duas perguntas, uma resposta. Bom artifício. Vou considerar que foi a mesma resposta para as duas perguntas. Se vc é cético com relação ao que as duas religiões pregam, então elas não são verdadeiras. Se não são verdadeiras, mentiram. Bom começo!
É claro que você, que costuma tomar a parte pelo todo, pode generalizar sem se dar ao luxo de se perguntar se a pessoa com quem você está debatendo já não enfrentou os mesmo questionamentos e os mesmos conflitos existenciais e científicos que você
Desculpe, vc se enganou. Não tenho conflito nenhum. Sei muito bem o que as religiões pregam e não tenho dúvidas sobre o significado disso.
mas creia-me, essa forma de pensar te impede de perceber que milhões já fizeram essa viagem que você está fazendo agora.
Eu vi alguma resposta? Não, né?
Ou você pensa que ao me converter e começar a defender a fé e a cosmovisão cristã em seguida, exposto a professores, amigos e colegas de trabalho ateus, discutindo com eles, não fui bombardeado por toda sorte de tentativas de mitificação de Jesus?
Mas, aí que vc se engana. Eu estou cagando se vc passa a ser ateu, agnóstico ou canta Hava Naguila.
Não, meu velho! Não cheguei aqui sem questionamentos; e nem tampouco sem os questionamentos que nascem não de brincadeiras na internet, mas sim de cacetadas da existência!
Deveria ter lido mais ao invés desses discursos.
Seria muita ingenuidade sua pensar que eu e muitos outros entregamos as nossas vidas a algo que pudesse ser desmontado por argumentos rasos como os oferecidos nesse site!
OBAAAAAAAAA!!!!!!!!!! Ele vai mostrar que deus existe!
Ora, eu teria milhões de argumentos sobre a não mitificação de Jesus como pessoa, mas, pela minha experiência, não perco tal tempo, pois, de fato sei que tudo isso é tolice e não ajuda ninguém na realidade.
Adoro qdo encurralo esse pessoal e eles saem com bravatas travestidas de intelectualidade.
E, além disso, meu intuito aqui não é provar outra coisa além da falsidade de seu ceticismo e a grande ilusão da qual você é vítima por acreditar que é de alguma forma um cético.
Continue tentando. Ainda não provou coisa alguma.
Não sou e nunca serei um cristão irrevogavelmente convicto, pois, como corretamente Nietzsche afirmou, homens convictos são prisioneiros. E um verdadeiro cristão pode ser qualquer coisa, menos um prisioneiro.
Deus existe? SIM OU NÃO?
Além disso, como pensador(…)
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHA
Portanto, a minha participação no site é como cético e não como cristão e o alvo do ceticismo praticado por mim é justamente os que se dizem céticos.
Eu sou cético quanto ao seu ceticismo!
Caraca, até que é divertido isso. Vou atacar apenas o ceticismo dele e me esquivar de perguntas tb. Dois podem fazer o mesmo jogo.
Não preciso defender a minha afirmação de sua resposta. Afinal, diante do exposto acima, está demonstrado que não há nenhuma incoerência lógica, nenhuma falha conceitual, nenhuma autocontradição e, mais importante, nenhuma inverdade em minha declaração.
Já em termos de burrice…
Está claro a quem interessas possa que houve e há apenas uma confrontação ao falso ceticismo de alguns, mais especificamente ao seu – o que não implica obviamente que todo ceticismo seja falso ou que não existam verdadeiros céticos.
Nenhum escocês de verdade…
No mais, acho difícil você chegar a algum lugar com essa lógica binária demasiadamente simplificada!
Prefiro Lógica Booleana.
Essa sua lógica binária, suas dificuldades hermenêuticas, as argumentações facilmente refutáveis…
Que vc não refutou…
a parcialidade, a tendenciosidade, a cegueira, a ignorância, o preconceito, a hostilidade patológica com respeito à religião
\o/
além de outras particularidades bizarras, compõem um conjunto de características que invalidam qualquer pretensão sua de se autodenominar cético.
Isso significa que não vai apresentar sua irmã pra mim? Que lástima! Enquanto isso, tente ao menos provar o que é ceticismo de verdade.
Essas características, alias, te colocam num grupo muito bem definido: o dos fundamentalistas.
Fundamentalmente falando…. vc disse besteira. Mas, eu sou de Ciências Exatas. Sabe como é… O que não está certo, está errado. Não há lugar para malabarismos pseudointelectuais como o seu. Vai provar que seu deus existe?
Isso é fato! Seja você ateu, satanista, agnóstico, macumbeiro, cristão, judeu, islâmico, budista, xintoísta, hindu, xamã, panteísta, monoteístas, deísta ou qualquer outra coisa.
“A falsa ciência gera ateus; a verdadeira ciência leva os homens a se curvar diante da divindade” – (François-Marie Arouet)
Voltaire era terminantemente contra a Religião, rapazinho. Ele era deísta. Não que vc saiba o que é isso ou algum dia venha a saber. A não ser pelas wikipédias da vida. Não tem problema, eu perdôo vc.
Participação no Blog encerrada. Não provou uma linha ou argumentou suas bobagens. Dizer “céticos são feios, não gosto de vocês, blé!” pode te levar a muitos lugares, mas não aqui. Experimente a Montfort. Lá é que é lugar para pessoas que falam, falam, falam… e só escrevem merda. Hasta la vista.
mirtes respondeu:
outubro 24th, 2008 às 19:36reproduzo abaixo uma citação do Gabriel:
“A falsa ciência gera ateus; a verdadeira ciência leva os homens a se curvar diante da divindade” – (François-Marie Arouet)
eu sempre achei que a ciência, fosse uma série de estudos e práticas que visavam a melhoria e evolução da humanidade, além de resolver questões dessa mesma humanidade.
Como até agora a ciência não provou por A + B, a existência de uma força divina (deus, ou qualquer nome que queira dar pra essa força), logo, algumas pessoas acabam supondo que esa força divina não existe, é pura mitologia.
No momento em que esa força se manifestar, não atravéz de dogmas, nem de fábulas, ou nem atravéz de palavras escritas num livro, creio que as coisas mudarão.
no mais, não existe falsa ciência, nem má ciência ciência, ciência é apenas um nome dado a uma série de estudos e práticas!
O que existesão os que usam os resultados científicos, de forma negativa, um exemplo clássico é da radioatividade.
enquanto uns se prestão a desenvolver aparelhos que funcionem com essa energia, pro nosso bem (radiografias, usinas – os ecologistas que mer perdoem), outros usam essa mesma energia, pra criar bombas.
compostos químicos, descobertos por cientistas, podem ser usados, tanto como remédio, quanto como armas químicas.
Ou seja, a cagada não é a ciência essa malvada, criada por satã, pra desencaminhar e trazer desgraça pra humanidade, e sim os cabeções egoístas, perversos, que fazem uso bélico e noscivo desta ciência.
Ciro respondeu:
dezembro 27th, 2008 às 17:34@mirtes, caso alguns paises insistam em invadir outros para roubar e espoliar, entao as revoltas vao ocorrer sempre e cada vez de forma mais violenta.
Quem esta errado, os que invadem para roubar ou os que tentam se defender e reagir as invasoes e aos roubos ?
Se invadirem sua casa, vc reage ou pede a Deus uma protecao e abençoa seus algozes ?
Mirtes, se toda ação provoca uma reação, então a mim me parece que qq reacao seja provocada por uma acao.
Se assim for, então, apeasar de haver pessimos religiosos e pessimos crentes, eu te pergunto: Quem ou o que provocou esta reacao, o Universo que observamos e tentamos entender , estudar e compreender ?
Acusar a religiosidade humana de estúpida pelo simples fato de termos uma pá de péssimos religiosos, ´´de uma profunda maldade com a lógica e o bom senso. Por favor !!!
Ciro Matuck
mirtes respondeu:
dezembro 28th, 2008 às 21:56@Ciro, Se alguém invadir minha casa, eu chamo a polícia, ou você espara, que eu me torne uma super-humana e assassine, o invasor?
Fazer justiça, com as próprias mãos é alimentar a violência, temos a justiça (por bem, ou por mal), como alternativa, para nos proteger, e para que não precisemos nos revoltar violentamente.
Não seria congruente, também ficar parada abençoando ele, (isso em minha humilde opinião, seria uma titude de uma ovelha, com sangue de barata)
Se ele invadiu minha casa, haverá uma reação minha (já supra citada), ou você acha, que quando alguém invade uma casa, o morador, não faz ou não deve fazer, absolutamente nada? (e se não o faz, a ação ainda assim teve uma reação, essa reação, foi a omissão do morador).
Quem provcocou a minha reação? Oras o invasor. O que determinou a reação, dele invadir minha casa? Como, você levantou uma questão hipotética, só posso supor, que foi a cobiça, em cima de meus bens, que motivou esa invasão.
NÃO, é culpa de deus, nem de religiosos ruins, nem da ciência, e nem do universo, culpa única e exclusiva dele, do invasor.
Quando um pais (na verdade pais nenhum invade pais nenhum, os paises ficam parados, quem invade é o exercito), suponho, que seja por motivos torpes, de ganancia, ou ligados a religião, e o que a população deve fazer? Recorrer à “polícia”, (soldados), para se defender.
Acredito, que quando a população, recorre á justiça com as próprisa mãos a situação fugiu do controle, de tal forma, que ninguém mais respeita a vida, humana, culpa de quem? De quem deu início á situação de violência.
Ação e reação, violência, gera violência, se o ladrão, não quer ir para a cadeia, sofrer mais tratos, nem viver em cela super lotada, e ser ameaçado em rebelião, ou tornar-se escravo do PCC, que deixe de ser ladrão.
Se o mundo quer acabar com as guerras, que os administratodres, dos paizes, parem de mandar o exército invadir o vizinho, por motivos torpes e inúteis.
Ciro respondeu:
dezembro 29th, 2008 às 09:18@Mirtes, uma questao simples e objetiva, enquanto os europeus e norte amaericanos insistirem en tratar arabes e africanos como trataram os tupis e tupinambas e os sioux e apaches, arrumando explicacoes que os autoriza a extirpá-los em nome de Jesus Cristo, havera reacoes as mais violentas e cada vez mais fortes.
Os árabes e africanos tem uma história e nao vão se render e se deixar dizimar como patinhos feios da humanidade.
Mirtes, o Universao é a reacao a alguma acao e isso é teoria física, ainda dificil de refutar.
Eu entendo que alguem agiu e houve uma reacao que nós chamamos de Universo.
Tenho muita dificuldade em ser ateu por causa disso, e nao conheci ate hoje quem pudesse me rebater ou refutar.
Como do zero total, do nada, do vácuo surgiria algo ? Por mágica ?
André respondeu:
dezembro 29th, 2008 às 13:51Seu problema não é com ateísmo e sim com conhecimentos de Física. QUEM te disse que o Universo surgiu do nada, do vácuo? Nem existe isso de vácuo absoluto…
.
Vai estudar, garoto.mirtes respondeu:
dezembro 29th, 2008 às 12:33@Ciro, não sou Atéia, sou Kardecista, então, acredito, em uma entidade, espírito, mente, infinita e inteligente, por detrás da criação do universo, e da vida (da vida, em geral, não necessariamente apenas do ser humano).
e concordo, com seu ponto de vista, do extermínio, de culturas e de vidas, em nome da “verdadeira religião’.
é algo incongruente até, pois acho que o que é verdade, deve ser aceito, por livre e espontânea vontade, por ser a verdade, e não imposto, com violência, tortura, matança.
Se é verdade, por que a força bruta, para estabelecer essa verdade?
ZzXx respondeu:
outubro 24th, 2008 às 21:06GAbriel Felipe, você eh um porco desgraçado e agradeça a seu deus por seus pais não terem te jogado no lixo quando você nasceu.
Viu como eh bom quando alguém te xinga e no final das contas não fala porra nenhuma?
AmadeusXIII respondeu:
outubro 25th, 2008 às 00:17Lá vem a crentaiada falando besteira.
As perseguições na União Soviética e na China foram políticas. Não perseguiram apenas as religiões seu tapado. Perseguiram TAMBÉM as religiões, pela mania que as ovelhas têm de se meter na política.
Em um regime totalitário, é pedir pra tomar ferro.
Fabiane respondeu:
outubro 25th, 2008 às 01:05Perseguições religiosas comandadas pelos ateus?
Não, meu filho, você não entendeu. O que aqueles regimes ditatoriais queriam era enfraquecer as religiões que ficavam metendo o bedelho nas decisões políticas, como disse o AmadeusXIII e, em contrapartida, criar uma espécie de culto ao estado. Ou seja: uma nova religião. Isso quando eles não faziam alianças com alguma religião existente. Vide o Nazismo.
Ciro respondeu:
dezembro 29th, 2008 às 19:52@André, caro senhor, acreditar que do caos, do nada, da desordem, do zero do NADA TOTAL tenha surgido este Universo que nos deslumbra e encanta é acreditar em mágica e se toda ação provoca uma reação eu tenho o direito de concluir, axiomaticamente, que o Universo surgiu após a ação de alguém ou de algo além de nossa compreensão, MAS que JAMAIS pode ter surgido por acaso ou do nada surgiu a energia, acreditas em geração espontânea ?
Se eu estudar mais um pouco me tornaria mui erudito e até chato, não o farei !!!
André respondeu:
dezembro 29th, 2008 às 20:04@André, caro senhor
.
Pode me chamar de Deus.acreditar que do caos
Defina “caos”.
do nada
Que nada? Já falei que o nada absoluto não existe.
da desordem
Defina “desordem”.
do zero do NADA TOTAL
Onde foi que disseram que antes existia um nada, um zero total? Vamos lá, prove esta alegação. Mostre a publicação científica que disse que o Universo veio do nada.
tenha surgido este Universo que nos deslumbra e encanta é acreditar em mágica
Se vc acha a explosão de uma supernova, que é capaz de destruir sistemas solares inteiros, algo belo, é com vc.
e se toda ação provoca uma reação eu tenho o direito de concluir, axiomaticamente, que o Universo surgiu após a ação de alguém ou de algo além de nossa compreensão
Por conseqüência, “algo” criou esse “alguém”. E alguma outra coisa criou esse “algo” e assim infinitamente. Refute.
MAS que JAMAIS pode ter surgido por acaso ou do nada
Tb acho. Talvez seja por isso que NINGUÉM afirmou isso, mané. Vai estudar.
surgiu a energia, acreditas em geração espontânea ?
Não. Por isso não acredito que um deus apareceu do nada, apareceu sem causa nenhuma e nem que tenha sempre existido. Bingo. Tchau e boa noite. Vc mesmo se refutou. hehehe
Se eu estudar mais um pouco me tornaria mui erudito e até chato, não o farei !
Então seja um ignorante chato e nos poupe de suas sandices.
Ingsoc respondeu:
dezembro 30th, 2008 às 12:29@Ciro, não consigo entender o fato de você achar absurdo que o universo tenha surgido por acaso, mas não ache absurdo o fato de um deus super-ultra-hiper-mega-top-fucking poderoso, capaz de criar e destruir tudo e todos, tenha surgido do nada. Ou alguma outra entidade criou esse criador? Mas daí, quem criou essa outra entidade? E por aí vai…
Ah, e se você acha que estudar o fará mais chato, por isso prefere não fazê-lo, está adotando a máxima “a ignorância é uma bênção”, preferindo fechar os olhos àquilo que for de encontro às suas convicções.
Abbadon respondeu:
dezembro 30th, 2008 às 12:52@Ciro,
E acreditar que um deus veio do nada, é magica tambem, ne ?
Esse deus veio por geracao espontanea ? rs
O argumento da Causa Primeira é invalido.
cardoso respondeu:
outubro 20th, 2008 às 17:57Impressionante. Assinatura Digital de Crente, a gente começa a ler o texto, bate o olho em um “exite”, “ensima” e é batata: é “irmão”.
Henrique P. Machado respondeu:
outubro 21st, 2008 às 02:26Nem sempre, “irmão”.
Infelizmente a sociedade brasileira está horrivel no que diz respeito à educação.
Fora outras barbaridades…AmadeusXIII respondeu:
outubro 22nd, 2008 às 11:39O Estado deveria substituir as aulas de religião por aulas de português, além de usar o salário dos professores de religião para melhorar a remuneração dos professores de verdade.
Henrique P. Machado respondeu:
outubro 22nd, 2008 às 14:51Você fala como se todos os professores de religião (que graças a Deus, nunca tive um) não são formados. Para se dar aula na escola pública era necessário pelo menos o magistério, companheiro. Hoje a necessidade é pedagogia. Será que o estado é tão burro assim para permitir gente desqualificada nas classes? Claro que não. Há excessões. Vide os “manés” que querem enfiar suas ideologias absurdas, como o socialismo, na cabeça da molecada, só pra citar um exemplo. O que me dizes disso?Por causa de alguns fanáticos o restante é que paga o pato? Fantástico isso. Clap! Clap!
André respondeu:
outubro 22nd, 2008 às 16:19Me mostre a faculdade, reconhecida pelo MEC que possui licenciatura plena em Religião. Posta a lei aí, sim?
AmadeusXIII respondeu:
outubro 22nd, 2008 às 15:44Você fala como se todos os professores de religião (que graças a Deus, nunca tive um) não são formados.
Onde eu disse isso, cabeção? Você é ruim de interpretação de textos hein? O que prova que é necessário aproveitar melhor os horários das aulas de religião ensinando português.
Para se dar aula na escola pública era necessário pelo menos o magistério, companheiro.
Não tenho nada contra você, mas já tenho uma companheira. Passo ;
)Hoje a necessidade é pedagogia. Será que o estado é tão burro assim para permitir gente desqualificada nas classes?
Você é burro ou mau-caráter? Eu ataquei as aulas de religião, não ataquei os professores. Considero lecionar religião ou teologia o mesmo que considerar a homeopatia uma forma de medicina.
Vide os “manés” que querem enfiar suas ideologias absurdas, como o socialismo, na cabeça da molecada, só pra citar um exemplo. O que me dizes disso?Por causa de alguns fanáticos o restante é que paga o pato? Fantástico isso. Clap! Clap!
Vai bater palmas dentro do seu templo, crentinho. Se você é incapaz de entender um texto simples, deveria estar atualizando seu Orkut ao invés de acessar sites céticos. Dispenso as palmas, já que provavelmente você não entendeu o que está aplaudindo.
Henrique P. Machado respondeu:
outubro 22nd, 2008 às 17:44@AmadeusXIII
Pois é, mal do sistema de ensino a que fui submetido. Mas eu vou me corrigir. Tenho inteligência pra isso.
E também não tenho nada contra você, apenas contra seu modo de pensar.
Infelizmente, devo ter perdido um futuro amigo, pelo visto.
Ora, o ensino religioso sempre existiu e não vai ser agora (acredito) que vão jogá-lo no limbo, literalmente. Através dele foi possível chegarmos ao nível do conhecimento que temos hoje, questionando-o. Mas de qualquer forma a religião é invalidada. Quanto mais combatida, mais é pesquisada e pessoas se convencem. Livre pensamento não, meu caro? É a velha estória: cada um querendo puxar a sardinha para o próprio prato. Quando falei dos professores, não disse que todos são mau-caráteres. E por causa dos que o são, os “bonzinhos” pagam a conta. Sempre foi assim e sempre será. Em todas as esferas da sociedade, não somente na da religião. Você não interpretou bem essa parte.
Ah! A igreja a qual frequento não bate palmas. Também existe bom-senso por lá. Não participo de um grupo de religiosos alienados que não sabem em Quem creem e nem por que creem; e por que estão ali, prestando culto.
E como sou burro(sic!), minha participação neste site encerra-se por aqui.Henrique P. Machado respondeu:
outubro 22nd, 2008 às 18:05@André
Eu não deveria estar entrando em seu jogo, mas: http://www4.mackenzie.com.br/10369.html
Esclarecido?
Abraço.
André respondeu:
outubro 22nd, 2008 às 18:42Bacharelado não é licenciatura plena, cabeção.
EDIT: Olha só o que encontrei: http://teologia.org.br/licenciatura.htm
Vejamos a Grade Curricular
1. Didática Geral
2. Língua Portuguesa
3. Filosofia da Educação
4. Psicologia da Aprendizagem
5. Sociologia Educacional
6. Teologia Educacional
7. Metodologia do Ensino Superior
8. Estrutura e Funcionamento do Ensino de 1º e 2º graus
9. Psicologia da Adolescência
10. História da Educação
11. MonografiaSó isso? Caramba! Vejamos uma licenciatura em Química
http://www2.unisul.br/usr/grade.pfm?codcurso=29&codcurriculo=684
Preciso fazer algum comentário?
Responda uma coisa agora: Será que nesta MARAVILHOSA facurdadi ensina-se sobre TODAS as religiões? Aguardo sua resposta.

Ciro respondeu:
dezembro 29th, 2008 às 20:37@André, se o nada absoluto não existe o que havia antes da matéria e da velocidade e das diferencas de tempo geradas pela matéria em velocidade ?
Existiam os ateus talvez…
Amigo meu desconhecimento de física quântica não chega a ser grande mas é suficiente para saber, de forma indiscutível que são as supernovas que permitem a existência de todos os materiais além do hidrogênio, do héilo e de alguns outros materiais de pouco peso molecular, ou eu estou mal informado ?
Se bem me recordo nem o carbono e o silício existiriam sem supernovas e assim não haveria vida de qq tipo que já conhecemos, pois são estes os dois únicos materiais capazes de permitir a vida, pois permitem os tipos de conexoes da química orgânica. Ou eu estou enganado ?
Evite tentar ofender quem não conheça ou então tente me dizer que as supernovas que nos deram a nossa vida não são maravilhosas… São sim super maravilhosas.
André respondeu:
dezembro 29th, 2008 às 20:54se o nada absoluto não existe o que havia antes da matéria e da velocidade e das diferencas de tempo geradas pela matéria em velocidade ?
Vc se auto-respondeu. A matéria sempre existiu. Sobre as velocidades… De qual velocidade se estava tudo restrito a um único ponto? Onde isso prova que seu deus vagabundo existe?
Amigo meu desconhecimento de física quântica não chega a ser grande
Nota-se.
mas é suficiente para saber, de forma indiscutível que são as supernovas que permitem a existência de todos os materiais além do hidrogênio, do héilo e de alguns outros materiais de pouco peso molecular, ou eu estou mal informado ?
Vc falou metais. Hidrogênio é metal? As estrelas SÃO feitas de hidrogênio. As reações nucleares em seu centro produzem materiais mais pesados. Isso não prova que seu deus existe.
Se bem me recordo nem o carbono e o silício existiriam sem supernovas e assim não haveria vida de qq tipo
Você mal se recorda mesmo. De fato, há fabricação de carbono nas estrelas. Sem eles não existiria vida? Hummmm, pq será que só na Terra foi encontrado vida, hein? Entre bilhões e bilhões de galáxias, contendo bilhões e bilhões de estrelas, só nosso planetinha tem vida. Curioso, hein?
Evite tentar ofender quem não conheça ou então tente me dizer que as supernovas que nos deram a nossa vida não são maravilhosas… São sim super maravilhosas.
Quando o nosso Sol se tornar uma gigante vermelha e devorar o planeta Terra, com tudo o que tiver nele, vc achará maravilhoso? Chuva é tão legal, n[é? Que o diga o pessoal de Santa Catarina.
Bem, essa sim foi sua última postagem. Viu como sou legal? E nem disse que vc é um ACÉFALO, apesar de ser.
Vai estudar, garotinho.
Gabriel Felipe respondeu:
outubro 22nd, 2008 às 18:53Sou extremamente consciente de minha fé. O suficiente para não me intimidar em defender o ideário cristão, mesmo quando sou tachado de retrógrado, estúpido ou louco.
Esses comentários, aliás, me fazem sorrir, porque a “fé retrógrada, estúpida e louca” é, bem, o meu campo – e também o de meus pares. Alguns mais loucos do que outros, e ninguém mais estúpido do que eu: mas se é assim que minha fé vai ser definida, vestirei o insulto no peito como se fosse uma medalha e não titubearei em me opor, sem pedir licença, ao encantamento que o modernismo, o materialismo, a razão e o ceticismo despertam na intelligentsia contemporânea.
Espanta-me, sobretudo, a arrogância pueril com que investem contra a religião sem perceber que seu secularismo materialista não é uma ciência e sim apenas uma crendice pseudo-religiosa, os professores de “ciência popular” e seus seguidores se imaginam heróis libertadores ao atacar os valores e símbolos religiosos e nacionais, sem notar que com isso produzem apenas um estado de desorientação geral; do qual as primeiras vítimas são eles próprios.
Isso chega a ser divertido! Alias, ao contrario do que se possa pensar, não estou brincando quando digo que me divirto com a cegueira de quem se diz cético sem saber ao menos questionar – os chamados céticos de conveniência – e que, na verdade, são apenas pessoas tendenciosamente cegas e convictas em suas crenças, valore e idéias.
Além disso, é irônico ver pessoas espancando a lógica em um site com a proposta do ceticismo.net. É comum, por aqui, atacar as pessoas que apresentou argumentos e não os argumentos que elas apresentam. Já vi, aqui no site, essa falácia assumir muitas formas e moldes. Nos comentários desse tópico, por exemplo, atacam o caráter, a crença e até mesmo a forma de alguém escrever e se comunicar – como se isso tivesse algum valor, além, é claro, de tornar o que se escreve mais compreensível.
Diante de tudo isso, duvido que um cético a essa altura não estaria questionando o site, seu conteúdo e seus propósitos (ou ao menos dos comentadores).
André respondeu:
outubro 22nd, 2008 às 19:00Divirtam-se, gente. A única coisa que presta neste monte de esterco é:
Diante de tudo isso, duvido que um cético a essa altura não estaria questionando o site, seu conteúdo e seus propósitos (ou ao menos dos comentadores).
Mal sabe ele que o objetivo é questionar mesmo. Diferente das religiões que IMPÕEM sua visãozinha ridícula através de dogmas. Mas, o que mais gostei foi:
Esses comentários, aliás, me fazem sorrir, porque a “fé retrógrada, estúpida e louca” é, bem, o meu campo – e também o de meus pares. Alguns mais loucos do que outros, e ninguém mais estúpido do que eu: mas se é assim que minha fé vai ser definida, vestirei o insulto no peito como se fosse uma medalha e não titubearei em me opor, sem pedir licença, ao encantamento que o modernismo, o materialismo, a razão e o ceticismo despertam na intelligentsia contemporânea.
Sábio é aquele que se reconhece.
Se ele mesmo atesta que é retrógrado, louco e estúpido, quem sou eu para contrariar?
mirtes respondeu:
outubro 22nd, 2008 às 19:16nisso colega o Gabriel Felipe, disse:
“Sou extremamente consciente de minha fé. O suficiente para não me intimidar em defender o ideário cristão, mesmo quando sou tachado de retrógrado, estúpido ou louco.”O ‘ideal cristão”, não seria o ideal de amor ao próximo como a ti mesmo?
Esse amor ao próximo, não induz a se acreditar que deva ter respeito também?
esse respeito, não se enquadra também, em respeitar as opinoões divergentes das suas, sem IMPOR nada?
esse respeito ao próximo, como a ti mesmo, não implica, em aceitar outras religiões, sabendo que religião é escolha pessoal (olha eu me repetindo0. e que se fulano é ateu, isso é problema DELE, e você não tem a obrigação de quere IMPOR sua opinião, desrespeitando assim a escolha dele, e gerando um conflito?
Por que esse ideal cristão de amar uns aos outros como a ti mesmo, na verdade parece mais “ame somente quem é católico apostólico romano, ou no mínimo cristão, que for de outra religião, ou cético, ou ateu, ou converta, ou odeie”?
p.s. não sou atéia, então tente explicar isso, pra mim, que acredito em deus, mas não aceito essa discriminação em cima de quem tem opiniões divergentes.
Henrique P. Machado respondeu:
outubro 22nd, 2008 às 19:59@André, falei que não quero entrar no seu jogo, mas vai mais um link para que você se situe:
http://www2.uepa.br/uepa_site/graduacao/ciencias_religiao.phpE admito que não sabia o significado total de Licenciatura Plena, mas já estou esclarecido. O “cabeção” aqui procuraou se informar. Mais uma aprendida. Através de um debate, quase sem sentido, mas valeu.
E quanto à “facurdadi” que você citou, não a conheço. E não sei se ensinam todas as religiões em um curso de Licenciatura Plena, não conheço tudo. Que tal se você perguntar ao reitor?
Participação encerrada. Falou, brain.
André respondeu:
outubro 22nd, 2008 às 20:06Ciência da Religião não é Licenciatura. Se preocupa não. Um dia vc mostrará o quanto isso é OHHHHHHHH importante.
Vc acha que na ridícula Mackenzie, algo semelhante à Estácio ou UniverCidade no Rio de Janeiro, vai ensinar sobre o hinduísmo ou religiões da América Pré-Colombiana?
Henrique P. Machado respondeu:
outubro 22nd, 2008 às 20:30@André
Último post, “agarantcho.”Você ao menos se deu ao luxo de ler a apresentação do curso, na página indicada? Acho que não. E também demonstra não saber o que é Licenciatura Plena. Estamos empatados, cabeção.
Ah, depois dessa, um dia você verá o quanto isso é importante!
Quanto à sua última pergunta. Procure os reitores, filho. Já te disse.
André respondeu:
outubro 22nd, 2008 às 20:45Sei mais que vc, pois tenho licenciatura plena em Química. E não foi no tempo que era só 3 aninhos não.
Vai responder sobre o ensino de religião ou não? Procure os reitores. Claro, claro…
Gabriel Felipe respondeu:
outubro 23rd, 2008 às 14:03Mirtes, como eu disse, estou sempre pronto para defender a minha fé, o que, logicamente, é muito diferente de estar pronto para atacar a fé alheia (ou a falta dela, como preferirem).
Até porque eu acredito que o primeiro passo para fazer – no nosso tempo – o que Jesus fez no seu é, incrivelmente, abrir mão de qualquer palavra de condenação contra os ateus, os feiticeiros, os satanistas, os liberais, os wiccans, os macumbeiros, os budistas, os hindus, os animistas – agnósticos e pagãos de todos os matizes. O alvo da nossa intolerância deve ser outro, o alvo que foi também o de Jesus: os que passeiam pelo mundo crendo ter o aval inequívoco e a credencial indelével do “Verdadeiro Deus ©” (que, segundo dizem, é uma patente muito mais valiosa do que a da Coca-Cola). Aqueles que, nas palavras de Paulo, estão persuadidos de serem “guias dos cegos, luz dos que se encontram em trevas, instrutores de ignorantes, mestres de crianças, tendo na lei a forma da sabedoria e da verdade” – mas que – “ensinam os outros sem ensinarem a si mesmos”.
Isto posto, reitero: não titubearei em me opor, sem pedir licença, ao encantamento que o modernismo, o materialismo, a razão e o ceticismo despertam na intelligentsia contemporânea.
Notou a diferença? Não estou dizendo que não titubearei em me opor a religião, a crença ou a descrença de ninguém; o que eu estou dizendo é que estou disposto a combater o encantamento que certas ideologias causam em seus adeptos. E estou disposto a combatê-las principalmente quando, como acontece nesse site, tais ideologias são falseadas ou, no mínimo, aplicadas de maneira totalmente errada.
Nesse caso em particular, não duvido do ceticismo, duvido do cético! Quando os céticos deixam de ser os que questionam e passam a ser os que, sem critério, respondem; eu só tenho motivos para duvidar desse ceticismo e questiona-lo. Sim! Pois, transformar a incredulidade irrestrita nesse “fechar-os-olhos par excellence” – mais conhecido como fé – é a mais indecente inversão de valores que pode ser perpetrada contra o livre pensamento. O problema, a meu ver, está na fé cega que os autodenominados céticos desse site possuem em si mesmo, ou seja, a falta de rigor crítico contra as próprias convicções e opiniões. Como já foi dito anteriormente, esse é um erro gravíssimo que, embora exista em escala industrial entre os religiosos, se torna infinitamente mais grave quando cometido por alguém que se diz cético.
Alguma coisa está muito errada quando os céticos vestem as mesmas roupas que eles desejam que os crentes tirem; quando, apesar das sofisticações, agem de forma doutrinária e proselitista; quando são céticos quanto a tudo, menos quanto aquilo que diz respeito a eles.
Portanto, a minha participação no site é como cético e não como cristãos e o alvo do ceticismo praticado por mim é justamente os que se dizem céticos.
Deu para entender? Me perdoe se não fui claro o bastante!
André respondeu:
outubro 23rd, 2008 às 14:08O alvo da nossa intolerância deve ser outro, o alvo que foi também o de Jesus: os que passeiam pelo mundo crendo ter o aval inequívoco e a credencial indelével do “Verdadeiro Deus ©”
Grandes coisas. outras religiões podem alegar a mesma coisa. O que prova que o seu deus é mais verdadeiro que os deuses dos outros?
Alguma coisa está muito errada quando os céticos vestem as mesmas roupas que eles desejam que os crentes tirem; quando, apesar das sofisticações, agem de forma doutrinária e proselitista
Eu nunca vi nenhum cético mandar roubar, matar e estuprar. Não vi nenhum cético apedrejar pessoas até a morte por pensarem diferente.
quando são céticos quanto a tudo, menos quanto aquilo que diz respeito a eles.
Seria meio contraditório, pois não? Vc é cético quanto ao seu Jesus ter existido? E sobre Shiva?
Agora, vamos à Perola do Dia
Portanto, a minha participação no site é como cético e não como cristãos e o alvo do ceticismo praticado por mim é justamente os que se dizem céticos.
Lógica mandou lembranças. Ele se diz cético que combate quem se diz cético. Como se prova que é mais cético que os outros? Se dizendo cético que ataca os que se dizem céticos. hahahahhahah
Parece coisa de Paulo, o inimigo da Lógica:
Tito 1:13-14 – Um deles, seu próprio profeta, disse: Os cretenses são sempre mentirosos, bestas ruins, ventres preguiçosos. Este testemunho é verdadeiro. Portanto, repreende-os severamente, para que sejam sãos na fé.
Profeta Cretense diz: “Os cretenses são sempre mentirosos”
Paulo diz: “Este testemunho é verdadeiro”…Deu para entender? Me perdoe se não fui claro o bastante!
A única coisa clara é que em termos de Lógica, vc passou longe.
Gabriel Felipe respondeu:
outubro 24th, 2008 às 15:02André, não tenho a intenção de te desrespeitar dizendo que a nossa dificuldade, em grande medida, está em que você – à semelhança da maioria dos ateus – é tão cego e intransigente quanto qualquer fundamentalista religioso.
Ora, não se trata de uma afirmação infundada! Pois, o que você diz é a prova cabal do que eu disse acima (e não apenas disso), o que você diz é, sobretudo, prova de sua imensa ignorância e de sua total falta de conhecimento.
Gostaria muito de poder debater com você e, ao longo do debate, te elucidar vários pontos. Mas, infelizmente, a sua carência de habilidades hermenêuticas nos impede! Afinal, não há debate entre o conhecimento e a ignorância. Como disse no início, não tenho intenção de ofendê-lo, mas você – ao menos, por enquanto – está excluído de qualquer discussão séria sobre assuntos religiosos ou filosóficos por seu absoluto despreparo e sua confiança cega em chavões populares, que você toma como portadores de certezas indiscutíveis ao ponto de que a simples ameaça de contestá-las lhe causa espanto e indignação, como é típico do religioso fundamentalista ao ver desafiadas as crenças usuais do seu meio limitado.
Os argumentos que você apresenta, além de não caberem nesse tipo de debate, são tão baixos e risíveis que é difícil acreditar que tenham vindo de alguém que se diz cético.
Seria o ateísmo realmente tão frágil a ponto de precisar ser amparado por semelhante tipo de contra-senso grosseiro?
É claro que, à semelhança do que você tem feito até agora, essa objeção a sua argumentação provavelmente também será rebatida e desaprovada por antecipação, precisamente porque está sendo feita por um religioso tendencioso, tolo e arrogante o bastante para criticar os céticos “objetivos” e “racionais” desse site.
Essa questão é muito séria e problemática! A total convicção dogmática que permeia boa parte do ceticismo e do ateísmo presente aqui no ceticismo.net se alinha de imediato a um fundamentalismo religioso cujas idéias não se podem examinar ou contestar.
Vocês resistem a ajustes em suas convicções, que são consideradas por vocês luminosamente verdadeiras e, portanto, isentas de qualquer defesa. Estão tão convencidos da correção de suas concepções que não se permitem acreditar que as evidências possam legitimar quaisquer outras opções – sobretudo opções religiosas.
Com persistência e constância, a religião é retratada por vocês do pior modo possível, imitando as péssimas características do retrato do ateísmo feito pelo fundamentalismo religioso.
Cito Dawkins! Segundo ele, é muito importante sujeitar a fé a um exame crítico e rigoroso. As ilusões precisam ser expostas e então removidas; diz ele. Concordo plenamente! Dawkins está correto – inquestionavelmente correto – quando propõe que não embasemos nossas vidas em delírios e ilusões. Precisamos examinar nossas crenças – em especial se formos ingênuos o bastante para acreditar, primeiramente, que não temos nenhuma.
Portanto, creio que estou lhes prestando um favor ao dissipar a ilusão de que vocês são, de algum modo, céticos.
Um dos traços mais característicos de seus argumentos é tomar o patológico como o normal, o extremo como o centro, o excêntrico como o padrão. Isso em geral funciona bem entre os seus pares, que supostamente pouco conhecem sobre religião, e, com muita probabilidade, menos ainda se importam com ela. O que, no entanto, não é aceitável nem científico.
É triste que um site que se define como tendo “uma visão crítica e cética de tudo o que aparece para velar o conhecimento” tenha transformado a incredulidade irrestrita nesse fechar-os-olhos par excellence tendencioso, parcial, interesseiro e risível.
Fico imaginando qual seria a reação de um Descartes ou de um Michael Shermer diante de tais aberrações!
André respondeu:
outubro 24th, 2008 às 15:44, não tenho a intenção de te desrespeitar dizendo que a nossa dificuldade, em grande medida, está em que você – à semelhança da maioria dos ateus – é tão cego e intransigente quanto qualquer fundamentalista religioso.
Eu alguma vez disse que era ateu?
Ora, não se trata de uma afirmação infundada! Pois, o que você diz é a prova cabal do que eu disse acima (e não apenas disso), o que você diz é, sobretudo, prova de sua imensa ignorância e de sua total falta de conhecimento.
Oh!
Gostaria muito de poder debater com você e, ao longo do debate, te elucidar vários pontos. Mas, infelizmente, a sua carência de habilidades hermenêuticas nos impede!
Deve ser pq não tenho G-zuis no coração. Só músculos e sangue mesmo.
Afinal, não há debate entre o conhecimento e a ignorância.
Acabe com a minha ignorância provando que seu deus é mais verdadeiro que Ganesh.
Como disse no início, não tenho intenção de ofendê-lo, mas você – ao menos, por enquanto – está excluído de qualquer discussão séria sobre assuntos religiosos ou filosóficos por seu absoluto despreparo e sua confiança cega em chavões populares, que você toma como portadores de certezas indiscutíveis ao ponto de que a simples ameaça de contestá-las lhe causa espanto e indignação, como é típico do religioso fundamentalista ao ver desafiadas as crenças usuais do seu meio limitado.
Isso significa que vc prova que seu deus existe, mas não mostra as evidências só de sacanagem?
Os argumentos que você apresenta, além de não caberem nesse tipo de debate, são tão baixos e risíveis que é difícil acreditar que tenham vindo de alguém que se diz cético.
Obrigado. Mas, me elogiar não adianta nada.
Seria o ateísmo realmente tão frágil a ponto de precisar ser amparado por semelhante tipo de contra-senso grosseiro?
Como não sou ateu, não posso te responder. pergunte ao Abbadon.
É claro que, à semelhança do que você tem feito até agora, essa objeção a sua argumentação provavelmente também será rebatida e desaprovada por antecipação, precisamente porque está sendo feita por um religioso tendencioso, tolo e arrogante o bastante para criticar os céticos “objetivos” e “racionais” desse site.
Papai do Céu castiga.
Essa questão é muito séria e problemática! A total convicção dogmática que permeia boa parte do ceticismo e do ateísmo presente aqui no ceticismo.net se alinha de imediato a um fundamentalismo religioso cujas idéias não se podem examinar ou contestar.
Desde que vc apresente evidências e embasamentos, pode contestar o que quiser.
Vocês resistem a ajustes em suas convicções, que são consideradas por vocês luminosamente verdadeiras e, portanto, isentas de qualquer defesa. Estão tão convencidos da correção de suas concepções que não se permitem acreditar que as evidências possam legitimar quaisquer outras opções – sobretudo opções religiosas.
Sendo crente, macumbeiro, budista ou até mesmo flamenguista, pra mim é irrelevante. Vc ainda não entendeu: este blog não foi feito para vcs virem aqui com suas crenças infundadas, esperneando pra que vejamos o quanto somos errados e vcs estão certos. Nós PERMITIMOS que vcs postem apenas por bondade. Tenha isso em mente.
Com persistência e constância, a religião é retratada por vocês do pior modo possível, imitando as péssimas características do retrato do ateísmo feito pelo fundamentalismo religioso.
Oh, como vc é bonzinho! Seja um bom religioso e siga TODAS as diretrizes do seu livrinho, que diz com todas as letras que missionários de outras religiões deverão ser mortos. Ah, mas a hermenêutica esconde um outro significado, não é mesmo?
Cito Dawkins! Segundo ele, é muito importante sujeitar a fé a um exame crítico e rigoroso. As ilusões precisam ser expostas e então removidas; diz ele. Concordo plenamente! Dawkins está correto – inquestionavelmente correto – quando propõe que não embasemos nossas vidas em delírios e ilusões. Precisamos examinar nossas crenças – em especial se formos ingênuos o bastante para acreditar, primeiramente, que não temos nenhuma.
Ok. Então, vamos fazer um exame crítico de sua religião: Jesus existiu? Sim ou Não? Mostre as evidências.
Portanto, creio que estou lhes prestando um favor ao dissipar a ilusão de que vocês são, de algum modo, céticos.
Eu estou iludido! Meu Deus! Como pude estar errado todo esse tempo? Jesus nos ama, Jonas esteve dentro de uma baleia (ou era um peixe? Aliás, não era monstro marinho?) por 3 dias. Josué parou o Sol e Noé arregimentou toda a bicharada, incluindo cangurus, sucuris, ornitorrincos, ursos polares e pinguins.
Um dos traços mais característicos de seus argumentos é tomar o patológico como o normal, o extremo como o centro, o excêntrico como o padrão. Isso em geral funciona bem entre os seus pares, que supostamente pouco conhecem sobre religião, e, com muita probabilidade, menos ainda se importam com ela. O que, no entanto, não é aceitável nem científico.
Sejamos científicos, então e usemos a Navalha de Ockham: O que é mais provável? Que um deus que ninguém viu, a não ser testemunhas terciárias, citado em um único livro, sem ter sido conhecido por nenhum historiador ou escritor da época tenha feito milhares de milagres, mas que ninguém nunca soube, julgado durante a pessach (coisa impossível no ambito judaico), crucificado proporcionando um cataclisma, terremoto, um blecaute geral e com mortos-vivos saindo das tumbas REALMENTE ter existido OU nada daquilo aconteceu, e foi apenas uma história que inventaram, oprimindo aqueles que contestassem a veracidade daquilo?
É triste que um site que se define como tendo “uma visão crítica e cética de tudo o que aparece para velar o conhecimento” tenha transformado a incredulidade irrestrita nesse fechar-os-olhos par excellence tendencioso, parcial, interesseiro e risível.
Pode rir. A incapacidade de contraargumentar o impossibilita de fazer qq outra coisa mesmo.
Fico imaginando qual seria a reação de um Descartes ou de um Michael Shermer diante de tais aberrações!
Que tal Voltaire? Por sinal, ele disse que Descartes deveria ter continuado apenas com a matemática.
Henrique P. Machado respondeu:
outubro 22nd, 2008 às 17:46Em tempo: eu não atualizo o “meu Orkut”. O correto é “atualizar o perfil NO (sistema) Orkut. ”
AmadeusXIII respondeu:
outubro 22nd, 2008 às 20:07Não colocou isso no comentário acima porque demorou pra pensar né? Sem problema champs. Pra você ver como me interesso por esse lixo.
See ya, dude
Henrique P. Machado respondeu:
outubro 22nd, 2008 às 20:37Ah não, cabeção.
A idéia veio logo depois que cliquei no botão “Enviar comentário”, não tive tempo de parar o processo e como existe um certo delay entre as postagens nota-se a demora de 2 minutos para o post aparecer.ZzXx respondeu:
outubro 24th, 2008 às 21:22isso foi pra rir? oui você quando tenta fazer uma crítica soh consegue isso mesmo? tah ruim hein?
mirtes respondeu:
outubro 23rd, 2008 às 14:46Gabriel disse:
“Isto posto, reitero: não titubearei em me opor, sem pedir licença, ao encantamento que o modernismo, o materialismo, a razão e o ceticismo despertam na intelligentsia contemporânea.”
Por favor, defina o que é modernismo, no seu ponto de vista.
Pra mim, modernismo, é um grande movimento cultural brasileiro.
Depois, por favor, defina, por que o modernismo, deve ser combatido, e qual o tamanho de sua ameaça ao desenvolvimento moral da humanidade.
Se, por acaso, você se refere a modernismo, como sendo o desenvolvimento tecnológico, então, por favor, defenda com mais afinco sua idéia, saia do computador, vá viver numa caverna, comenda carne crua, com medo do fogo, e do trovão.
Materialismo: o materialismo não é coisa ruim, visto que ele desperta o desejo do ser humano agregar à sua volta, bens que o protegerão, desenvolverao sua mente, o distrairão, trarão mais facilidades no dia a dia, trarão mais status. Caba a cada m decidir qual o limite de material agregado, desde que não se tira do semelhante, para se conseguir isso.
Acredito, justamente, que o materialismo não é coisa ruim, o que prejudica, é a atitude da humanidade, em querer ter e ter, sempre mais e mais, tornando-se egoísta, calculista, egocêntrica, e outros adjetivs semelhantes.
A questão não é combater o materialismo,o correto, é educar as pessoas, para que, apesar da necessidade de agregação de bens de consumo, não se esqueçam do semelhante, que não tem a condição de agregar nada naquele momento, e dividir algo com ele, se cada um fizer um pouquinho que seja, essas pequenas gotas se transformarão em oceano, e vamos até esquecer que um dia o materialismo foi tão mal visto. (poético não?)
Razão: a razão é o raciocínio, o raciocínio, é o entendimento, vivemos na era da razão, sem raciocínio, sem entendimento, sem questionamento, lógica e análise, ainda estaríamos adorando o fogo a água e as pedras, como entidades divinas. Além do mais, é pela falta de raciocínio e razão, que muita gente acredita em perfuma mágico, frango na encruzilhada, boi tatá, mula sem cabeça, gato preto.
Quer dizer o raciocínio, a razão e a lógica, funcionam muito bem, pra derrubar “feitiçaria”, superstições, idolatria pagã, mas é terminantemente proibido, se usar a razão, pra separar a ficção e alegoria, dos ensinamento morais edificantes. (se fossemos nos fixar só no moral edificante, a bíblia teria umas poucas páginas).
Ceticismo: quer dizer que é errado ser cético? Devemos acreditar em tudo? Em gato preto, disco voador, fadas, no monstro do lago ness, no pastor que fala que temos o demônio no corpo, no despacho de encruzilhada, na loira do banheiro, nos elfos, nos incas venusianos, em mim, que to jogando olho gordo, em você atravéz do meu pensamento negativo?
Pimenta no dos outros é refresco, né?
Cada um acredita no que quizer, se algumas pessoas resolveram fazer uso do livre arbítreo “dado por deus”, e resolveram não acreditar na existência dele com o perdão da palavra FODA -SE, ninguém depende do outro, pra “chegar ao paraízo”, cada um depnde somente da moralidade de seus atos.
Deus é imortal, eterno, e imutável, segundo a crença religiosa, ele veio antes da humanidade e existirá depois dela, então por que ele precisa tão deseperadamente que o adoremos, se ele NÃO depende de nos, prara existir? Sendo causa de tudo, mesmo se ignorarmos essa causa ela ainda estará lá agindo correto?
Essa necessidade desesperadora de deus, me faz pensar que: Se um ateu, mesmo não acreditando em deus, segue seus preceitos morais, por que é uma boa pessoa, ele está mesmo assim condenado, por ser ateu?
Agora se alguém que crê, comete atos imorais e vilanescos a vida toda, porém hipócritamente, acredita em deus, ele tem um respaldo maior, que o ateu, no momento da salvação?ISSO, é justiça divina, ou parcialidade e favorecimento, de acordo com interesses?
E o que muda no mundo se chamarmos deus de jeová, krishna, javé, zeus, grande badabun? A humanidade carece de mais caráter moral, e de coisas mais urgentes, como paz, por exemplo, e lucraria muito mais se deixásemos de lado, crenças pessoais e nos concentrarmos no que tange resolver de urgente.
mirtes respondeu:
outubro 24th, 2008 às 15:57só pra constar…
falei sozinha, again… (snif- snif)
mirtes respondeu:
outubro 24th, 2008 às 16:09e eu que sempre achei que eles um dia iriam concordar em um diálogo inteligente educado sem imposições e sem xiliquismo dogmático!
Gabriel Felipe respondeu:
outubro 24th, 2008 às 17:36Mirtes, me perdoee!
Se você puder me envie o seus e-mail, pois o André apagou a resposta que eu postei duas vezes seguidas.
André respondeu:
outubro 24th, 2008 às 18:27Olha, pior que não apaguei. Tem hora que o Askimet bloqueia comentários de quem se registra com e-mail do Yahoo. Quase todo dia o Bruno Caxito tem as postagens dele registradas como SPAM nós não temos tempo p´ra verificar spam por spam (odeio essa praga, vão vender viagra pro cacete!).
Posta aí de novo DESDE que não seja as bobagens que vc escreveu pra mim. Manda ver, rapazinho.
mirtes respondeu:
outubro 24th, 2008 às 19:24posta DENOVO, pois nem ferrando passo meu e-mail pra qem não conheço, quem vê post não vê cara, e nem intençoes.
Beijos!
Bruno Caxito respondeu:
outubro 24th, 2008 às 22:59Mirtes vai se acostumando, eu já passei por isso varias vezes aqui mesmo no Cet.net eles simplesmente fogem e não voltam mais, falta de argumento é fogo.
André dessa eu não sabia que meus comentários são tratados como SPAM
mudei pra um outro e-mai que tenho que não é yahoo.Bem que eu vinha percebendo que alguns comentarios meus eram apagados mas eu pensava que era a administração que fazia isso por causa de algo no conteudo dele.
Agora tambem me ocorreu que eu mandei pra o faleconosco@ceticismo.net um texto assim como a Fabiane já faz tempo acho que no primeiro dia que disponibilizou o e-mail. Imaginei que não haviam gostado dele, me diz ai se você recebeu ou se virou SPAM tambem
-
8. marcos disse:
outubro 18th, 2008 em 23:12posso postar no meu blog, achei interessante, vc autoriza?
http://chegadereligiao.blogspot.com/Fabiane respondeu:
outubro 19th, 2008 às 00:58Copie um trecho que você ache notável e bote o link pra cá. Ao contrário de uma biblioteca, onde depende de fatores logísticos para um determinado material ser acessível, na internet todos os sites têm o mesmo potencial de serem encontrados, então não faz sentido copiar ipsis literis.
-
9. Will disse:
outubro 19th, 2008 em 00:15É…
realmente complexo e complicado
no meu caso, me considero vivendo uma “religião” minha. Pronto e ponto.Você sabe que eu sempre fui mente aberta, faby…
e também sabe que sempre fui (COM VOCÊ) pra igreja! AHEHEaHUEaUHEaHUehaHE!Mas enfim, estou convivendo com isso, sabe… resolvendo os paradoxos da vida cotidiana em minha mente, e não buscando explicação em qualquer livro religioso… (casos na minha vida: divórcio x pecado x felicidade ; ¬¬ tatuagem x pecado – e ainda vou tatuar mais duas! ; daí pra frente…)
Nossa, alguém conhece um bom psicólogo/psiquiatra/psicanalista por ae?
xDFabiane respondeu:
outubro 19th, 2008 às 01:02Ao contrário das pessoas do meu núcleo familiar, em você eu acredito, meu querido. Eu tenho a CERTEZA ABSOLUTA que um dia você vai se ver livre da religião, seja ela qual for, e demore o tempo que for.
-
10. Rodrigo IronMan disse:
outubro 19th, 2008 em 09:41Ótimo texto Fabi (desculpa a intimidade, é o costume do meio bit ;p). Meu caso foi assim, a questão da descoberta, mas foi mais gradual e aqui nunca foram bem religiosos, mas em determinada época queriam me empurrar pela goela uma religião(diziam que que eu precisava ter uma, mesmo que não fosse a deles), mas hoje já aceitam, ou pelo menos fingem, eu não ter nenhuma.
-
11. Álvaro Guedes disse:
outubro 19th, 2008 em 14:30“Ninguém precisa ficar em lugar algum, pelo resto da vida.” Detetives Mortos
-
12. Fred Martins disse:
outubro 19th, 2008 em 17:14Comovente a história, parecida com a minha. A diferença é que fui adventista do sétimo dia, mas não era de berço como se diz. Entrei pra religião com cerca de 13 anos de idade, e fiquei até os 21. Antes disso nunca fui ligado a religião. Agradeço aos meus pais por nunca terem me obrigado a frequentar missas, ler a bíblia ou fazer qualquer tipo de doutrinação. Conheci o adventismo por minha conta, quando fui estudar no Colégio Adventista de Campinas,e saí por minha conta também, quando passei no vestibular e começei a estudar “algumas coisinhas”. Hoje sou pai, tenho uma filha de 4 anos e a educo sem problemas dentro da mais extrema laicidade. Não é difícil. Sempre a ensino a pensar por si mesma. Acreditem, ela o faz. Hoje sou um ferrenho crítico de escolas denominacionais, sejam adventistas, batistas, católicas ou algo que o valha. Doutrinação infanti é uma espécie de estupro moral, e deve ser combatido.
-
13. Karoline disse:
outubro 20th, 2008 em 10:54Meus parabens Fabiane! Muito interessante seu artigo.
Infelismente as coisas comigo não estão sendo fáceis… Pra mim e pra minha irmã gêmea. A pior parte é a família.
Nossos pais e 2 irmãs mais velhas são católicos (ao meu ver, fanáticos). E acho que será muito difícil eles aceitarem a idéia…atéias embaixo do mesmo teto.
Não sei como será. Até mais! -
14. abnerpc disse:
outubro 20th, 2008 em 11:53puts… perfeito… passei pelo mesmo processo…. e ainda mais complicado, meu pai meio que é o CARA na igreja…. a família tinha que dar o “EXEMPLO”…
… perdi muita coisa também… nem bermuda podia usar, naum podia andar sem camisa, etc, etc… até hoje isso se reflete nas minhas canelas brancas…AUehuAHeuhAUHE….. mas chegou uma hora que saí de casa e comecei a questionar e tomar minhas decisões em algo concreto… me libertei dessa prisão, me senti muito mais sei lah, protegido… foi perfeito… perdi o “medo” de fazer as “coisas erradas”… comecei a viver… =)… legal ver pessoas com a mesma mentalidade… duro é ser de uma cidade pequena, onde religiões predominam, pais, irmãs, noiva, família inteira, etc são todos presos por esse pensamento ridículo… parabéns.. muito bom seu texto
-
15. Carlos R. disse:
outubro 20th, 2008 em 13:40Não dá pra medir o sofrimento, mas tenho a impressão que sofri muito mais para me libertar dessa malfadada religião. Foram anos sem fim de tormento, culpa e abstenção e uma lenta, mas muito lenta libertação até o foda-se final. Carrego muito ódio e arrependimento do que não fiz na vida e dos condicionamentos psicológicos que herdei que, ate hoje, ainda atrapalham a minha vida. Pelo lado bom, sou um milhão de vezes mais feliz e livre hoje.
-
16. Lucas disse:
outubro 20th, 2008 em 14:33A Paz esteja contigo!
Não vim para te deixar atordoada lembrando de seu passado.
Li seu testemunho e gostaria apenas de saber qual foi o verdadeiro motivo de seu ateísmo. E saber se ainda crê em Deus, o criador.??????????????????
André respondeu:
outubro 20th, 2008 às 15:17Li seu testemunho e gostaria apenas de saber qual foi o verdadeiro motivo de seu ateísmo. E saber se ainda crê em Deus, o criador.?
Taí um exemplo de uma pessoa que não sabe o que é ateísmo.
Fabiane respondeu:
outubro 20th, 2008 às 22:48Eu diria que é mais um exemplo de uma pessoa que não sabe ler.
Rodrigo Souza a.k.a. Sargento respondeu:
outubro 25th, 2008 às 03:18O “interrogação overkill” diz muito sobre ele. Filho, a pergunta vai ser mais perguntada ou vai ter mais relevância à medida que mais ??? são inseridas ao final delas? Na boa, eu nem me dou ao trabalho de ler qualquer coisa sem ser redigida com um mínimo de bom-senso e civilidade ortográfica…
Lucas respondeu:
outubro 30th, 2008 às 17:53Boa Tarde!
Acredito que possa ter alguém para conversar e não reclamar.
Pediria como pessoa um pouco mais de amor e/ou respeito, independentemente de vossa(s) maneiras de pensar.Na verdade, em que queres que eu creia, se ninguém pode provar nada?
Lucas respondeu:
outubro 30th, 2008 às 17:55Me desculpem, queria ter dito: independentemente de vossa(s) maneira(s) de pensar.
-
17. cardoso disse:
outubro 20th, 2008 em 17:58Aleluia! Mais uma alma salva!
Bem-vinda, Fabi!
-
18. Iron Assis disse:
outubro 20th, 2008 em 18:16Nos dias de calor chegam uns mosquitinhos muito chatos. Ele ficam em volta da luz. Todos voando ao redor das lâmpadas que iluminam as casas e as ruas.
Se vc pudesse perguntar pro mosquito o que ele cha da luz, sabe o que ele diria?Essa luz foi feita para mim!!!! Só pra mim !!!!
Errado, a luz foi feita para iluminar toda a rua…os mosquitos são um acaso…
Pois é…nós somos os mosquitos. Deus é a lâmpada!
E outra por que Deus? Ele é homem?
Até onde o homem quis chegar pra dizer como é Deus? Até deu a ele o sexo masculino…que blasfêmia….
O ateísmo nada mais é que os frutos de uma infância repreendida por um Deus que foi imposto por pais ou parêntes próximos…não no verdadeiro Deus, que nasce dentro de nós!!!Deus não se chama Deus.
Ele(a) não é prisão. É liberdade.
Ele(a) não é ódio é amor…pois essa é a única força que faz a terra girar…sem eles estavamos nos matando por propósitos fúteis. -
19. Iron Assis disse:
outubro 20th, 2008 em 18:21Aviso: Não sou crente, não sou católico, não sou nada…sou só uma pessoa que acredita que as pessoas sem religião, que simplismente acreditam que o amor, a fraternidade, a educação, o humor, a positividade, a caridade, a passividade são realmente amostras de frutos bons que Alpha ( o nome que eu dei para deus) deixou para nós e que linguagem universal seria esse o sentimento mais nobre e evoluído que existe!
-
20. Fatima disse:
outubro 20th, 2008 em 21:10Fabi,
Excelente texto, parabéns (minha nota foi 5: a maior possível)
-
21. João Paulo Hammes disse:
outubro 21st, 2008 em 10:59Cara Fabiane, eu era como você! Era um crente fervoroso que acreditava nas besteiras da Igreja, estudava a fundo, e quanto mais estudava, mais minha razão me dizia para abandonar aquele convívio, mas ainda tinha superstições das quais foi difícil me libertar (Eu pertencia à Assembléia de Deus), mas enfim, livre estou do maldito fardo da religião.
Carlos R. respondeu:
outubro 21st, 2008 às 15:15Eca! Também era membro da Bléia! Tenho ânsia de vômitos só de lembrar. Aleluia, irmão!
João Paulo Hammes respondeu:
outubro 22nd, 2008 às 09:23
Só de lembrar as linguas estranhas eu morro de rir: “RITALAVASAIA
BALABALA SALAMICAIA”Carlos R. respondeu:
outubro 22nd, 2008 às 14:53
Rodrigo Souza a.k.a. Sargento respondeu:
outubro 25th, 2008 às 03:15Tinha uma boa que eu ria muito era:
BALAMACIA BALAMACIA É BALAJUQUINHA! -
22. Carlos Jose Barboza Bandeira disse:
outubro 21st, 2008 em 14:57Boa tarde !
Parabens Fabiane ! “Libertas quae sera tamen” ! Pelo q ja pude observar, toda pessoa q, de BOA FE (sinceridade de intencao) torna-se membro de alguma religiao e tenha acesso a informacao fora desse circulo restrito, cedo ou tarde acaba por questionar seus dogmas, pois a Vida e uma escola q tem por finalidade nos instruir sobre a verdadeira natureza do mundo em q estamos inseridos, e tudo q contradiga essa Verdade acaba por nos causar desconforto e inquietacao, ate decidirmos “encarar” essa realidade. Digo isso tambem por experiencia propria, pois minha orientacao religiosa se deu no Catolicismo (pensava eu ate em ser padre…afinal, q melhor maneira de servir a Deus do q sendo “seu sacerdote”…?) Enfim, quando comecei a questionar a doutrina da ICAR (confrontando-as com os fatos da Vida e com os dogmas de outras religioes) nao pude deixar de duvidar de tudo o q me havia sido passado, pois ofendia, literalmente, a capacidade de raciocinio e a sensatez q todo ser humano “normal” possui. Desliguei-me difinitivamente dessa e de qq outra religiao aos 16 anos e iniciei minha busca individual pelo Conhecimento. Perdoem se me alongo muito, mas chegando aos finalmente, pergunto-vos, Eduardi, o q buscas na religiao : auto-satisfacao , reconhecimento externo (social), conhecer as leis q regem o Universo e os seres humanos, auto-conhecimento…? Ja tentou introverter sua consciencia ? Pode ter certeza q nao estas sozinho em sua busca, muitos tentam, ha muito tempo…para finalizar pense nisso : “Homem, conhece a ti mesmo e conheceras o Universo e os Deuses”.
-
23. Forasteiro disse:
outubro 21st, 2008 em 19:33Pois bem Faby!
Li sua história e posso garantir que me identifiquei bastante.
Minha mãe era testemunha de Jeová e meu pai espírita. Achava sempre interessante mas nunca fui muito de me envolver tanto com uma como com outra.
Na adolescência porém este ensino mostrou que tinha deixado algumas marcas e por conta própria (nunca frequentei uma igreja,não gostava do clima das pessoas) me tornei algo como evangélico de gabinete hehe.
Li a bíblia várias vezes, pesquisava sites católicos, protestantes e inclusive o de ateus e gostava muito de observar as discussões. Por isso meu conflito é bastante similar ao teu. De noite dormia com uma leveza no coração,sentindo a paz de Deus. Na manhã seguinte vinha aquelas dúvidas que faziam ruir aquilo tudo. Pensava que poderia ouvir opiniões diferentes sem ser afetado ou que se fosse, não sofreria por isso. Ledo engano… Quantas vezes sozinho não chorei? Entre pecados e orações a dúvida era a única certeza.
No entanto aqui parece que nossos caminhos se separam. Não me tornei ateu.
Tão pouco migrei para uma outra religião que afirmava que todas as outras eram falsas. Me senti sensibilizado. Me permita compartilhar um pouco de algumas idéias minhas que poderiam contribuir para o debate. Peço apenas paciência de sua parte.
Penso que o problema da religião possa ser enquadrado numa problemática maior : a problemática do conhecimento humano.
Faby você já parou pra estudar um pouquinho históriab e filosofia da ciência? Seria super interessante.
Muitas teorias. Não se faz ciência sem uma. Todas ou a maioria tentam descrever, interpretar explicar o funcionamento da realidade num discurso. Mas o discurso não é a realidade. O discurso é algo muito nosso. Vem da nossa linguagem, que é historicamente construída. Seu objetivo é abordar o invisível, a verdade. Mas o invisível transcende nossas percepções, nossos sentidos. Mas através deles conhecemos a realidade.
Como ter certeza da veracidade de uma teoria ou não?
Um dos quesitos é se ela funciona na prática!
Infelizmente somos muito escravos do empírico.
Veja a loucura, ser humano algum, chegou a ver um átomo se quer.. Nossos desenhos, modelos, são suposições através dos efeitos que eles provocam no ambiente, efeitos estes captados por determinados aparelhos. Na verdade tudo é muito pobre,já que acesso a REALIDADE mesmo nós não temos. Se não seria fácil. Mas mesmo sem certeza, se estou a escrever este blá blá todo (sei que estou me alongando por favor seja paciente rs) é graças ao computador que deve a sua existência, em parte, graças a moderníssima física. Isto torna muito mais crível que os estudos sobre os átomos sejam verdades, mas se formos críticos (e chatos) nada impede que tudo não passe de uma mera coincidência e que não seja nada disso (ou que o seja em parte) que faz um computador funcionar.
Ou seja aqui cito Kant: Não existe conhecimento sem experiência.
Nossa Razão é que nos impulsiona a irmos além e construir um discurso que abarque o todo. Mas sem a experiência fica a incerteza, a dúvida.Ousada ela é, você sabe disso, mas isto tem o seu preço.
Aí você me pergunta: e que o bumbum tem a ver com as calças?
Simples, Deus, é tão transcendente que não pode ser conhecido através de um livro, escrito por humanos. Não simples e unicamente.
Que experiência um livro te traz? Emoções (elas são importantes) mas… Como um livro como a bíblia te permite verificar na prática o que nela está escrito?
Ainda mais que se formos estudar pela semiótica, ou até mesmo um pouco de antropologia, as religiões, forçosamente teremos que considerar, que nem tudo nelas tem um valor literal. Caso contrário não seria religião! A religião é caracterizado por símbolos. Mas nada adianta o símbolo, o código, sem a chave, o decodificador.
Veja é possível até que exista Deus, mas NADA, NADA garante que ele seja Cristão, ou tal qual a bíblia o diz que ele é. Qual certeza você tem?
Pois é aí que entra uma coisa importantíssima. Kant (não só ele, é so pesquisar a crise nas ciências humanas para vê o que você vai encontrar) provou que a dialética racional tem seus limites. Tudo isso que abordamos faz parte da dialética racional.
Crer, não crer.
Verdade, mentira
O Eu e o Outro.
Eu e Deus. Afinal sempre achamos que DEUS está lá em cima, distante vigiando nossos passos. Perceba que não é só Deus. Nossos problemas achamos que estão fora de nós. Somos acostumados a pensar pra fora. Como diria Arquivo X: A verdade está lá fora não é mesmo?
Mas com a dialética da Consciência olhamos para dentro. Adquirimos a noção que para cada fenômeno no exterior tem uma correspondência com o interior. Nossa realidade interior é bem rica. Mas porque não temos acesso a ela? Tudo é uma questão de treino, mas principalmente de percepção. Só percebemos aquilo que achamos relevante. É nossa psicologia, somos muito condicionados.
Veja as pessoas costumam pôr a culpa na Igreja católica, mas quando Galileu afirmou que a Terra girava em torno do Sol, foram os astrônomos (que necessariamente não eram religiosos) os primeiros a atacar o pobre coitado. Qual a diferença? O céu era o mesmo. Percepção. Achou que era possível foi lá e fez.
Então Deus não está lá. Também não está (só) em nós. Mas em tudo está e é. Esta concepção divina está muito próxima do budismo e hinduísmo
Ele se apresenta em nós, pois é CONSCIÊNCIA UNIVERSAL. Se em nós está, não precisamos procurá-lo em livro algum. Nós somos o maior livro que existe. No máximo um livro pode ser um auxílio, mas jamais fundamento de uma fé. Tampouco uma fé necessariamente é cega. O apóstolo Paulo fala que fé é a crença nas coisas não observadas. Pois complemento dizendo que quando observados, esta fé vira um saber.
Deus é tão acessível a nós. Por isso podemos pouco a pouco experimentar (afinal conhecimento é experiência) a espiritualidade. Mas nossa consciência está engarrafada, dormindo, o que dificulta este processo. É necessário despertá-la. Quando formos despertando perceberemos que o que é aparentemente contraditório entre as religiões, repousa princípios universais nas mesmas. O problema é que estamos tão dormindo que em nome da espiritualidade se comete os maiores absurdos e fanatismos como eu e você já presenciamos.
Acho que escrevi mais do que devia, acabei me empolgando. Espero que tenha lido. Saiba que é normal que estranhe ou até ria do que falei. É outras perspectiva. Mas da minha parte penso que destes um passo importante, pois você foi crítica e em certo sentido consciente. Neste DEUS que pune caso você não acredite nele, também não acredito.
E não importa ser ateu, o importante é que nos esforcemos ao máximo (dentro de nossos limites) para que ajamos com étic, como bem falou um rapaz acima.. Isto já é sinal de consciência.
Abraços.
Fabiane respondeu:
outubro 22nd, 2008 às 13:11Forasteiro, eu sou atéia por uma simples questão prática: não afirmo que deus não existe, mas por enquanto, não há nenhuma prova de que exista de fato. Outra questão que você mesmo levantou: qual é o deus verdadeiro, em caso positivo que ele exista? Acho que deus podia pelo menos dar uma demonstraçãozinha, não?
E se uma grande força divina criou o universo, ela precisa mesmo ser adorada, paparicada e temida?Enquanto isso, vamos aqui vivendo nossa vida da melhor, mais respeitosa com os demais, mais ética forma possível. Se deus nos condenar, nós dizemos que não havia evidências suficientes de sua existência.
Charles Fernando respondeu:
outubro 22nd, 2008 às 20:42Isso é agnosticismo… os deístas crêem numa divindade impessoal…
Fabiane respondeu:
outubro 25th, 2008 às 01:16Agnosticismo por quê? Não foi provada a existência de unicórnios. Não acredito neles até que provem o contrário. Sou agnóstica ou atéia em relação aos unicórnios?
Rodrigo Souza a.k.a. Sargento respondeu:
outubro 25th, 2008 às 03:25Essas definições-estanque de ateísmo x agnosticismo são tão enfadonhas… Já bati muito nessa tecla lá na Ateus & Agnósticos, e agora larguei de mão. Parece que as pessoas dão mais valor ao rótulo que elas querem ostentar do que lutar por uma sociedade mais laica, só pra ficar em um exemplo mais prático.
Charles Fernando respondeu:
outubro 25th, 2008 às 04:02Não sei como te dar reply…
Mas se você não afirma a inexistência de unicórnios, é agnóstica…
Você disse acima: “não afirmo que deus não existe”
André respondeu:
outubro 25th, 2008 às 13:22Meu caro, ateu é quem NÃO ACREDITA em deuses. O fato de vc afirmar ou não é irrelevante. Agnósticos não sabem precisar SE existe um deus, por isso não se importam com a questão. Mesmo porque, o fato de haver um POSSIBILIDADE de existir uma divindade não significa que seja “O” deus que as pessoas crêem.
Eu sou um agnóstico que gosto de ver como os crentes defendem a existência de sua divindade particular. Até agora,ninguém conseguiu.
AmadeusXIII respondeu:
outubro 25th, 2008 às 18:08Rodrigo Souza a.k.a. Sargento reply on sábado, 25 de outubro de 2008 03:25:
concordo com você. As pessoas podem chegar ao ateísmo de várias formas, partindo de variadas crenças. Talvez a diferença entre agnósticos e ateus seja que o ateu entende existirem evidências da não-existência de deuses. O que é a minha posição quanto à existência do deus cristão.
Forasteiro respondeu:
outubro 22nd, 2008 às 20:52Compreendo perfeitamente seu posicionamento. Inclusive me parece que nenhum de nós aqui (ao menos até onde pude perceber) caiu no fanatismo e isto é extremamente saudável.
Mas também não me tornei ateu por uma simples questão prática.
Infelizmente para comprovarmos sua existência temos que estar abertos para ela, a exemplo de como agiu Galileu. Você já esteve, mas a meu ver, adotou o método mais incerto possível que é o uso da dialética racional. Ela permeia tanto nossas vidas (e olha que a usamos mal) que nem nos damos conta que é possível o uso da dialética consciente. Isto é normal e exige certas desconstruções, geralmente é um processo lento mas que se é possível colher alguns frutos sem muita demora. Quando você compreender isto, verá que DEUS não precisa ser adorado a distãncia pois ele nunca esteve longe de ti. Aliás se quer precisa ser adorado… Comprrendê-lo só é possível conhecendo-se a si mesmo. Pois o “ele” e o “você” são meras limitações de nossa mente. Pois na verdade são um.
Isto em parte já responde sua indagação, que foi a minha por muito tempo. Sem dúvidas é bem pertinente. As pessoas pensam que o “seu” Deus (que é separado delas) é a verdade, e o do outro, a mentira, a ilusão. Perceba que o raciocínio é o mesmo no exemplo anterior, aplicado apenas em circunstâncias diferentes. Ambos envolvem a separatividade. Quer algo mais dialético do que isto? Pensamos que as doutrinas, instituições são a verdade, mas elas nada mais são do que um conhecimento vivo, que foi adulterado ou manipulado a bel prazer por determinados grupos. Ainda sim conservam parte deste conhecimento.Para além disso, a essência destes saberes não se perderam totalmente, ficando restritos a alguns círculos sociais e em alguns casos, perpetuados por tradição oral. Atualmente é mais fácil entrar em contato com este tipo de conhecimento mas isto é irrelevante, se o sujeito assim não o considera, taxando-o de meras bobagens. Podem até ser, mas jamais terá a certeza de seu enunciado se não experimentá-lo e colocá-lo a prova. É apenas um pré-conceito sobre o mesmo. Galileu que o diga!
Por outro lado, a variabilidade das religiões se deve a própria variabilidade criativa de Deus, da realidade. As pessoas o percebem de variadas formas, e sem dúvidas ali estão inseridos aspectos culturais muitos seus.É normal que seja assim. Entretanto, apesar do debate, se fizermos um estudo comparativo, iremos encontrar uma fantástica séries de coincidências de povos tão distantes entre si. Isto é um fato relevante. Se conseguirmos enchergar para além das instituições de cada religião, veremos que até entre conteúdos, práticas aparentemente diferentes, guardam harmoniosamente um mesmo saber. Pois numa coisa concordo com os ateus, não com relação ao sentido, mas sim quanto as palavras: Todas as religiões provém do homem! Não por uma simples necessidade de inventar de sua parte, mas como reflexos de nossa realidade interior.
Então Fabi, não é preciso conhecer todas as religiões, até porque seria humanamente impossível. Podemos começar a conhecer a nós mesmos, exercitar o nosso sexto sentido: a auto observação.
Fabiane respondeu:
outubro 23rd, 2008 às 23:32Forasteiro, recomendo que você leia a série “Porque sou ateu?” do Rodrigo Souza, mas principalmente, o item 3. Diz basicamente o que você está dizendo: http://canecaorbital.blogspot.com/2008/07/3-evoluo.html
-
24. Norberto disse:
outubro 22nd, 2008 em 17:36<>
Sim, desde que essa prática satisfaça o controle das massas (populacho), é válida. Alias esse SEMPRE foi o objetivo das religiões desde a antiguidade, onde os sacerdotes dominavam o poder (Incas, Maias, Egipcios, Hebreus, etc)
-
25. Forasteiro disse:
outubro 22nd, 2008 em 20:58Amigos as vezes me confundo com as mensagens aqui. Não estou muito habituado a conversar num espaço deste tipo. Costumo visitar outros fóruns um tanto diferentes.
Se alguém mais além da Fabi falou comigo me desculpe, não percebi. Para evitar que isto aconteça podem citar meu nick como ela fez.
Obrigado.
-
26. João Paulo Hammes disse:
outubro 23rd, 2008 em 10:13Ainda sobre as línguas estranhas nas igrejas pentecostais: Malabalaia me dá o dízimo!!! Micaia araparacasaia glória ó senhor! Malabalaia micaia viscaia!!! Aleluia! Glória! É só gritar uns fonemas ritimados e rimados que tá valendo, mas não pode esquecer o dízimo.
-
27.
André disse:
outubro 23rd, 2008 em 18:42Nenhum overkill (postagem gigantesca) será mais permitida neste blog, conforme previsto na Política de Comentários.
Assim falou os Sábios Senhores do Ceticismo.net
mirtes respondeu:
outubro 23rd, 2008 às 18:50André, com sinceridade, por que me conheço, qual o limite de exasperamento digital, que será usado, pra desiginar um overkill?
trocando em miúdos: Até ONDE terei que controlar meu afã de escrever, pra não ser limada?
André respondeu:
outubro 23rd, 2008 às 18:59Na base do falou, falou e não disse nada. às vezes, é difícil deixar um comentário ou uma resposta reduzida, mas solicito encarecidamente que tentem ser objetivos, senão a página demorará séculos para carregar.
AmadeusXIII respondeu:
outubro 23rd, 2008 às 21:59Além de ser um saco ler um comentário gigantesco. Quando vou responder, já me esqueci de metade do que li.
Forasteiro respondeu:
outubro 23rd, 2008 às 21:36Me desculpe, não sabia destas regras.
Caso poste de novo, tentarei me controlar
-
28. Black disse:
outubro 26th, 2008 em 15:17A verdade tem muitas faces, mas a mentira com certeza não é uma delas.
No fundo a crentaiada sabe que vivem simples fantasias de sua mente insana, que o ambiente favorece a propagação de pensamentos doentios como a religião e suas dezenas de amiguinhos imaginários.
Adotei o ateísmo como forma de me identificar perante a sociedade, porém sinto uma forte “desinclinação” pessoal perante a idéia de ser submisso a dogmas religiosos e ignorar a minha natureza humana.
Resumindo: se deus exisitisse continuaria ateu, foda-se a lógica epistemiológica ! hsuahsuahhsas
-
29. Forasteiro disse:
outubro 27th, 2008 em 21:27Realmente deveria ter sintetizado mais. Como disse estou mais acostumado em postar em fóruns com outra estrutura. Este formato não favorece respostas deste tipo e tão pouco abre espaços para discussões maiores. Tentarei ficar mais atento.
Entretanto o que escrevi aí está, pode ser relido várias vezes, tanto para reflexão quanto para a contestação em qualquer das partes. Na verdade uso muitos argumentos secundários, mas o texto todo tem uma lógica que dá para ser captada e em cima dela se pode realizar as críticas.
Só para não perder o bonde, quanto as fantasias da mente, concordo, mas não é só os crentes que as vivenciam. Quanto de nossa vida interior, está conectada com a realidade, no aqui e agora? As piores fantasias as vezes são as que de imediato não são percebidas como tais.
Abraços.
-
30. Forasteiro disse:
outubro 28th, 2008 em 23:08Opa Fabi!
Hum legal. É que tem tanta coisa que eu já deveria ter lido hehe, que tempo acaba sendo um tanto complicado, certamente este ficará pro fim da fila. Mas já ta anotado aqui, pode deixar, que o lerei numa eventual oportunidade. Obrigado!
Você me passou o blog dele, achei interessante o comentário, bem simples, discreto e diria até prudente. Ele também não acredita num Deus exterior e mandão que fica zangado por tudo hehe. Tampouco pensa que para realizar boas ações é necessário ser religioso. Isto é irrelevante, pois todos nós temos um pouco de consciência.
-
31. Rodrigo disse:
novembro 19th, 2008 em 13:15Que Deus tenha misericórdia de você. Tenho certeza que viverás sempre em conflito, o Espírito Santo falando a você e sua humanidade rebatendo.
André respondeu:
novembro 19th, 2008 às 13:23Deus se preocupou tanto com a Fabi que ela virou atéia. De repente, é essa a vontade dele: que as pessoas parem de acreditar em Deus.
-
32. marilia miller disse:
novembro 30th, 2008 em 14:17Gente voce são “o que há”! nunca dantes (adoro isso!) descobri tantos irmãos – e irmã (!) juntos! Isso é deus: deus da liberdade de expressão, deus da oralidade, deus da laicidade, da gnose, deus algo chamado ÉTICA, do tão-sabido: saco cheio – mesmo por quem não o possui… Cansei de tentar saber a cor da pele de adão e eva, de jesus cristo (ué…ele não era africano?), o porquê real das noites “são bartolomeu”, “da noite dos cristais”,”do acordo entre stalin e o vaticano em 1942″… e EXTAMENTE 66 anos depois ovaticano x LULA com os Brasileiros que sequer souberam que… é essa! Isso não vai dar nem Samba nem muito menos SEMBA!
Como O Wilde, eu acredito em tudo que seja inacreditavel…mas na SS é pedir demais!
***PARA QUEM GOSTA DE LER OCULOS ESPECIAIS:
http://www.scribd.com/doc/8508918/Lost-History -
33. Lais disse:
dezembro 28th, 2008 em 15:17Sei que existem vários sites que tentam contar piadas.Eu quase morro de rir com vocês. Esquisito porque são assuntos sérios e nada engraçados. Mas vá lá entender os humanos (!).
É um verdaeiro “quebra-cabeça-intelectual”.Não são as ovelhas, Amadeus: são os BODES. OS BODES!
Concordo com você: a substituição de aulas de Religião pelas de PORTUGUÊS ! (mudaram de novo a gramática, ortografia – o diabo! É o começo da instituição de um idioma único. Na cabeça deles!)
Gostaria que alguém me explicasse (peguem leve) – se o Brasil que se diz uma nação laica, porque cargas d’água, sou OBRIGADA a ensinar APENAS o Catolicismo (arrrrrrrgh)?
Padres – e pastores: engrandecem a “nobreza” da pobreza, contudo vivem no luxo e todos têm carros, laptops, TV digital………?
O que FÉ tem a ver com a M da Religião
-
34. Lais disse:
dezembro 28th, 2008 em 15:22POR GENTILEZA: ENCURTEM ESSES COMENTÁRIOS LONGOS…TÃO ENFADONHOS!
- E POR DEUS
TRANSFORMEM “AS PÉROLAS” EM LIVRO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! HUASHUASCHSUAHUAAAA -
35. Ciro disse:
dezembro 29th, 2008 em 20:24Senhor André, eu não sou mané coisa nenhuma, respeite quem não conhece, como tantos o respeitam. Ao invés de tentar diminuir e ofender os outros responda o que eu tenho lhe perguntado, não seria mais elegante ?
A supernova gera todos os metais e materiais mais pesados, mas quem criou a energia, ou os protons e eletrons ? E o tempo ? E o DNA ?
Caos é desordem e Kosmos é ordem, talvez alguém quis colocar alguma ordem…
Ou me explique como surgiu a energia e a matéria ? O tempo e a velocidade da matéria e a gravidade. Criaram-se do NADA, do vácuo. Ou antes da matéria e de tudo isso não haveria o vazio, o que havia então ? O que seria o espaço infinito ?
Vc realmente acredita que um dia algum cientista humano vai entender o que signica o infinitamente grande e o pequeno ?
Vou acreditar que vc tem muita fé.
André respondeu:
dezembro 29th, 2008 às 20:34Senhor André, eu não sou mané coisa nenhuma
.
Não? Mas, imita um muito bem. Parabéns.respeite quem não conhece
Hummmm… Nah! Se eu fizer isso passarei a ser bonzinho. Não sou obrigado a amar ninguém. Mas, vc tem que me tratar com amor e oferecer a outra face.
Ao invés de tentar diminuir e ofender os outros responda o que eu tenho lhe perguntado, não seria mais elegante ?
Já respondi, MANÉ. Ninguém falou que a PORRA do Universo veio do nada. E eu EXIGI que vc mostrasse ONDE foi dito isso. Vai correr?
A supernova gera todos os metais e materiais mais pesados
Não gera não.
mas quem criou a energia, ou os protons e eletrons ? E o tempo ? E o DNA ?
Ninguém. Se vc afirma que foi o SEU deus, terá que provar. Somos um site cético, lembra-se?
Caos é desordem e Kosmos é ordem, talvez alguém quis colocar alguma ordem…
Olha, no senso comum pode até ser. Mas a Teoria do Caos não é nada disso. Vai estudar.
Ou me explique como surgiu a energia e a matéria ?
Elas sempre existiram.
O tempo e a velocidade da matéria e a gravidade.
Vou te dar um nó na sua notocorda: Não existe tempo. ´[E apenas uma conceituação que criamos. A gravidade existe pq existem corpos com massa. Simples. Prove que isso foi causado pelo seu deus.
Criaram-se do NADA, do vácuo.
Olha aqui, ACÉFALO, é a última vez que vou dizer. NÃO EXISTE “NADA”.
Ou antes da matéria e de tudo isso não haveria o vazio, o que havia então ?
A matéria sempre existiu. Vc acha que não? Estou louco para ver as suas provas.
O que seria o espaço infinito ?
Quem te disse que o Universo é infinito?
Vc realmente acredita que um dia algum cientista humano vai entender o que signica o infinitamente grande e o pequeno ?
Não completamente. Vc sabia que só pq não se sabia que as doenças eram causadas por microorganismos,
idiotasreligiosos como vc achavam que era causa de espíritos malígnos? Hoje sabemos que não é isso. Quer comentar?Vou acreditar que vc tem muita fé.
E eu estou cagando pro que vc acredita. Suas postagens não serão mais aceitas, já que vc fugiu de TODOS os meus desafios em proivar suas alegações. Bye bye e pode me xingar à vontade
-
36. Vera Menezes disse:
fevereiro 14th, 2009 em 15:03Parabéns, Fabiane, pela sua lucidez.
Se eu acreditasse em Deus, meu papel seria combatê-lo e não adorará-lo cegamente. Esse mito faz muito mal à humanidade. Dá até pena ver as pessoas se guiarem por tanta sandice e ainda dar dinheiro para os pregadores que levam uma vida de luxo às custas desses pobres temerosos.Vera
-
37. Ciro disse:
fevereiro 26th, 2009 em 19:01Sobre os idiomas
Há fortes indícios no árabe e no Hebráico de que em sua construção, haviam letras “masculinas” (as almas das palavras, as vogais) e as letras “femininas” (estruturais, as consoantes).
As palavras seriam formadas por uma balanço harmônico de consoantes e vogais e deveriam soar com beleza, harmonia e delicadeza, deveriam emitir uma espécie de mantra e os textos, principalmente aqueles importantes, deveriam conter palavras em uma certa ordem, contendo e produzindo métrica e rima, gerando o que hoje poderíamos chamar de poesia.
Algo que conteria uma beleza muito além de nossa imaginação nesse momento tão materialista e triste na evolução da espécie.
Os números também expressavam um signicado qualitativo além do mero sentido quantitativo e aritmético, também importante, mas tão limitado em seu alcance mais profundo.
Por isso as letras, no árabe antigo e no hebráico, idiomas sacros, possuiam cada uma um número.
Isso tudo é de uma beleza e de uma profundidade tão incrível que eu chego a imaginar que foi algum ser superior que nos ensinou a escrever e a pensar usando a linguagem escrita e os nossos idiomas.
-
38. felixcesc disse:
agosto 26th, 2009 em 23:24cade o ´padre kevedo isto non ecsiste kkkkkkkkkk
-
39. FBO CBR disse:
fevereiro 1st, 2010 em 20:03kkkkkkkkkkkkkkkk…….
sou de uma familia totalmente catolica e evangelica,inclusive ja fui catolico tambem,mas quando a gente é criança nossos pais nos mostra caminhos que eles acreditam,isso é normal!
muitas pessoas no mundo foram criadas com esse pensamento também,é toda uma questao de criaçao mesmo,muita gente nem sabe o que é deus nunca nem abriu a biblia se quer,e mesmo assim acredita ou seja (BURRO)….
mas eu nao a vida me encinou ser assim,nunca procurei medir esforços. sempre procurei provas em tudo aquilo que tinha duvida e deus era uma delas.hoje deus pra mim é um personagem de um livrinho chamado biblia,é o personagem principal!!!! a ciência é prova que o homen que tem o poder,que tem sabedorias,isso é da nossa natureza somos seres inteligentes e evoluidos no nosso planeta terra,a tendencia é crescer mais ainda o conhecimento da vida,a tecnologia está cada vez mais avançada!
nunca se prenda por mitos e ilusões,nao deixe os ditadores dominarem sua mente como sempre fez a mais de 2000 anos atrás.
muitos são alienados,muitos tapam os olhos e nao quer encherga a verdade,a cada dia que se passa está mais claro que nao existe deus e um dia todos saberam que seguiam leis de ditadores!
seja livre você tambem,ateísmo é liberdade sempre!!!!
-
40. LuizFelipe disse:
janeiro 10th, 2011 em 18:09Ola Andre,
De onde vem o seu conhecimento de física para fazer esta afirmação :
Matéria e Energia : “Elas sempre existiram.” ? (prove isso)
De acordo com o modelo atualmente aceito (Big-Bang) não. Surgiram ha aproximadamente 14 bilhões de anos e, acredite, literalmente do nada, qdo o próprio espaço-tempo foi criado.
Então, de acordo com a teoria mais aceita atualmente na comunidade o universo e, consequentemente, matéria e energia vieram do nada absoluto.
Somente considerando outros modelos cosmológicos eternos, de universos cíclicos, que não possuimos evidências atualmente, vc pode especular deste jeito.
Mesmo assim, considerando estes modelos eternos, sem um começo, existe a dificuldade de termos um tempo infinito para chegarmos ao momento presente…o que representa um paradoxo.
Aliás, a sua argumentação, em se tratando de cosmologia, é bizarra…..
Abs
Felipe
André respondeu:
janeiro 10th, 2011 às 18:39De acordo com o modelo atualmente aceito (Big-Bang) não. Surgiram ha aproximadamente 14 bilhões de anos e, acredite, literalmente do nada, qdo o próprio espaço-tempo foi criado.
Então, se o TEMPO foi criado neste momento, matéria e energia surgiram com ele. É oque significa “sempre”, pois não tem sentido falar sobre “sempre” qdo tempo e espaço não existiam.
Entretanto, se levarmos em conta um processo cíclico, matéria, tempo, espaço e energia sempre existiram tb.
Mais uma vez, vc dá um tiro n’água.
Aliás, a sua argumentação, em se tratando de cosmologia, é bizarra…..
Foi o que falaram quando a teoria quântica apareceu.
Amadores… HUMPF!
-
41. Apocalyptica disse:
maio 12th, 2011 em 17:15Sou ateu há muito tempo, nem lembro desde quando, mas com certeza com antes dos 10 anos. Acho essas histórias tão ridículas que de vem em quando me pego pensando “caramba, como é que uma pessoa consegue acreditar nisso”. Normalmente os crentes são as mesmas pessoas que acreditam em horóscopos, quiromância, macumba, fantasmas, ET de Varginha, mão de ouro, que gostam de assistir Gugu e Companhia, além de serem os seres mais duplipensantes que conheço.
Deixe um comentário
Mas, antes, leia a nossa Política de Comentários. Obrigado por sua participação.
Você precisa estar logado para deixar um comentário.
outubro 19th, 2008 em 13:14
[...] Leia o texto completo no Cet.net. [...]
junho 25th, 2010 em 20:21
[...] já contei a minha história. Como diz aquela música do Snow Patrol (totalmente fora do contexto, eu sei), “I’m [...]