A Energia de Naves Espaciais

Toda máquina precisa de uma fonte de energia, e naves espaciais não são uma exceção. seu carro funciona com gasolina, álcool ou gás natural, mas fica um pouco difícil levar isso tudo lá pra cima e reabastecimento é algo praticamente impossível mediante nossa atual tecnologia. Assim, naves como o Curiosity da NASA, perambulando por Marte, precisam de alguma forma de fonte de energia.

Pesquisadores do JPL desenvolveram um sistema de geração de energia por radioisótopos, que por meio de liberação de energia térmica, conseguem produzir eletricidade para alimentar os circuitos do Curiosity. Neste vídeo que eu legendei aprenderemos um pouquinho a mais sobre isso.

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Um passeio pela Estação Espacial Internacional

A Estação Espacial Internacional, ISS, não é a maior máquina que a Humanidade já construiu. Mas é fascinante. É como terem construído o primeiro navio capaz de singrar o oceano. É linda e maravilhosa. A nossa aventura aqui, bem na nossa porta. Insignificante perante o universo, mas majestosa, quando um pontinho brilhante passa pelo Céu.

Eu queria poder ir lá, mas sei que isso não acontecerá. Tem gente muito melhor que eu lá trabalhando, e aquilo não é um passeio. Ainda assim, fazem coisas maravilhosas, e trazer imagens impressionantes. Como este filme que veremos a seguir.

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O nascer e pôr da Terra em alta resolução

A Lua sempre nos fascinou. Ela estava lá. Bem na esquina. O único astro mais próximo da gente e que nos acompanha desde milênios sem tentar nos matar. Dinossauros que o digam. As máquinas já foram lá. o Homem já foi lá. Mais máquinas voltaram lá. Voltaremos a pisar nela um dia mais uma vez? É difícil, já que é mais desafiador ir à Marte, e mais recompensador, também, nem que seja para comer umas batatas fritas com Mark Watney.

Em 2007, a sonda Kaguya, lançada pela Jaxa, a Agência Espacial Japonesa, tirou várias fotos. Agora, essas fotos em alta resolução foram liberadas, E é simplesmente… LINDO!

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Os fantasmagóricos sons de Júpiter

O Senhor dos Planetas tem segredos. Alguns desses segredos são bem secretos. O que se esconde lá? Na certa, seres vivos, pois há homens bons morando no interior de Júpiter, segundo a Revista Espírita, Ano I, Março de 1858, nº 3. Hoje sabemos que não é bem assim. Ou será que não?

Quando uma sonda da NASA fez a sua primeira órbita completa em torno de Júpiter, um instrumento Universidade de Iowa gravou sons do Planeta-Deus. Sons aterrorizantes. Almas? Espíritos? Monstros? Inferno?

Prepare-se para o medo. Aqui o som das almas de Júpiter!

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Proxima Centauri mais próxima de você do que você imagina

Se você não mora numa ostra, sabe da descoberta de Proxima Centauri, uma estrela do tipo anã vermelha, que dista da Terra a ridícula distância de 4,22 anos-luz. A luz demora pouco mais de 4 anos para chegar até lá, o que é praticamente a mesma coisa que levantar do sofá e ir ajeitar o quadro pendurado na parede em frente, em termos astronômicos. Essa estrelinha que brilha, brilha, mas ninguém a vê por ser pequenininha, foi descoberta em 1915 por Robert Innes, sem a ajuda de um astrólogo, já que eles nunca conseguem perceber a ação de corpos celestes que não foram descobertos ainda.

A estrela possui um exoplaneta chamado Proxima Centauri b, que foi anunciado em 24 de agosto de 2016. Estima-se que como ele está em algo semelhante como a Goldlock Zone, possa ter vida lá, embora que ache que é muito cedo para afirmar isso.

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Eppur si muove: A Terra que não está parada

Vocês sempre podem contar com vídeos em Time Lapse. Eu os adoro e sempre que possível postarei aqui. Ele mostra lugares que muitos de nos não iremos, numa faixa de tempo que escapa a nossa percepção. Não estamos preparados para o muito lento e o muito rápido.

Normalmente, as fotos são com um plano fixo, com o céu se desvelando por cima, num imenso balé cósmico, embora saibamos que não é bem assim. Nós que estamos bailando pelo Cosmos. Então, não seria mais lógico que nos time lapse a Terra é que estivesse se movendo?

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A história do vulcanismo de Mercúrio

Mercúrio não é um planeta tão famosão quanto Júpiter ou Saturno. O menor dos planetas do Sistema Solar é por vezes esquecido da mídia, o que é uma injustiça. Tendo uma geologia interessante, que se assemelha a muito meteorito, Mercúrio tem muito a nos contar sobre nossos sistema, ainda mais levando em conta que ele apresenta vestígios de vulcões.

Uma pesquisa analisa dados do que parecem ser vestígios de uma grande atividade vulcânica em todo o planeta, mas que parece ter terminado há cerca de 3,5 bilhões de anos atrás. O que isso nos ensina?

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As origens das estrelas numa tela de computador

As maiores de todas as indústrias químicas são as estrelas. Suas incríveis forças transformam gigatoneladas de hidrogênio em diferentes elementos químicos, para depois explodirem (ou não) espalhando todo o seu material estelar por todos os cantos do universo, produzindo coisas como o Sistema Solar ou o Jair Bolsonaro (eu nunca disse que era tudo perfeitinho).

Suas formações demoram, oriundas da ação gravitacional de imensas nuvens de gás, o que por si só dá um nó na cabeça. Uma nuvem de gás imensa dando origem a uma bolona de fogo (eu sei, EU SEI!). Mas é meio difícil ver isso hoje em dia. Sendo assim, apelamos para simulações computadorizadas.

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As condições prebióticas de Titã

Todos estão de olho nas informações sobre a sonda Juno, que está orbitando os Céus Amigos de Júpiter, sendo bombardeada por radiação num limite entre o "boçal" e "caraca, que absurdo". Eu até ia escrever algo, mas o Cardoso fez algo bem completo. Mas tem Saturno e suas grandiosas luas (eu sei, eu sei que são "satélites naturais".

E em Titã, o maior dos satélites naturais do nosso Sistema Solar, rastros químicos indicam que se nunca houve vida lá, foi por bem pouco, pois as condições eram bem favoráveis, criando ambientes pré-bióticos.

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De onde vieram os satélites de Marte?

E eis que ele, Senhor da Guerra resolveu que seus inimigos jamais teriam paz. Dois de seus mais severos soldados nos observam, instilando os sentimentos inspirados em seus próprios nomes: o medo e o terror: Fobos e Deimos.

– Das crônicas mitológicas que foram inventadas agora.

Nós temos boas explicações sobre como nosso satélite natural (Lua, para os íntimos) foi criado. Mas não devemos esquecer que Natureza não segue livro de receitas. Será que o processo se repetiu para os satélites de Marte? Afinal, como eles apareceram?

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