A sonda robótica Juno foi lançada em 5 de agosto de 2011, chegando em seu destino final, a órbita de Júpiter, em 5 de julho de 2016. 5 longos anos viajando pelo Espaço até o Senhor dos Planetas. Para vocês terem uma ideia do tamanhão de Júpiter, a órbita completa da Juno demora cerca de 53 dias. Uma maravilha da Engenharia e ciência aeroespacial.
O vídeo a seguir mostra a 11ª vez que a Juno chega bem próximo de Júpiter (sim, ela só chegou bem pertão do planetão apenas 10 vezes, desde 2016!). Não é um vídeo, vídeo, mesmo, e sim um time lapse de várias fotos, tiradas em diferentes comprimentos de onda, tendo suas cores ajeitadas. Ainda assim, um espetáculo e tanto!
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A todo momento estão divulgando novos exoplanetas nos confins do Universo. Alguns bem, bem longe. Já está até deixando de ser divertido postar quando novos exoplanetas são divulgados, quando não há algo, digamos, especial (mas muito amado) neles. Eles já somam mais de 4000. Sim, isso tudo. Não, não divulgam sempre. Motivo pelo que já disse: já está sendo muito usual, e enquanto um exoplaneta não morder um cachorro, não será notícia.
Eu gosto das associações que costumam fazer. Algumas, totalmente despropositadas. Outras, têm até um motivo para a associação e esse motivo é simplesmente ser notado. Tive um belo vislumbre disso ao ler uma pesquisa científica que determinou a presença de cloreto de sódio (o sal de cozinha, você sabe) em um lago de Europa (o satélite de Júpiter e não o continente).
A todo momento se descobre exoplanetas novos. Ou, melhor dizendo, a todo momento se noticia a descoberta de novos exoplanetas. Descobertos eles foram há muito tempo, mas demora um pouco pros cientistas coletarem os dados, reunirem informações e darem sentido a toda essa algaravia de números que precisam dizer algo útil.
Estamos acostumados em ver animações com a Terra girando. Bem, ela não roda em pézinha. Seu ângulo de rotação é justamente o que a faz apresentar as estações do ano, em que seus hemisférios recebem mais ou menos sol, dependendo da época do ano. Mas e o resto dos planetas? Vocês sabem que alguns giram deitado, outros são rápidos, outros mais devagar.
Durante a missão Apolo 8 à Lua, em 24 de dezembro de 1968, os astronautas Frank Borman, Jim Lovell e William Anders tornaram-se os primeiros humanos a orbitar outro mundo. não apenas isso, eles ainda foram os primeiros a se maravilharem por testemunhar e fotografar o surgimento do planeta Terra pelo horizonte lunar. Este momento ficou conhecido como “Earthrise” ou “O Nascer da Terra”, quando nosso planeta, belo, azul, tímido e fantástico, brota pelo horizonte de um novo mundo, mostrando o que aguardava a humanidade dali a um ano.
Você ficou maravilhado com a foto do buraco negro? Ótimo! Tem mais afro-buraco pra vocês. Já começa que em 2015 foi comprovada, por meio de detecção direta, ondas gravitacionais. Estes efeitos no Espaço-Tempo tinham sido teorizados pelo tio Einstein e, agora, pudemos ver os seus efeitos. Mas o que acontece quando dois afro-buracos se encontram?
Marte, o Planeta-Guerreiro é a nossa atual fonte de inspiração. É a ele que almejamos ir. É ele que nos fascina. Não que a Lua tenha perdido seu charme. Essa ignomínia nunca acontecerá, mas Marte é a nossa próxima meta, a nossa próxima parada, o próximo passo da Aventura Humana, que começou desde que conseguimos ficar sobre dois pés e olhamos o horizonte perdido de uma savana e nos perguntamos o que havia ali, sem Shangri-la ou apenas mais um tigre de dentes de sabre para nos dar um “oi” antes da mordida final.