Era uma vez um homem que tinha um sonho: Ir até a lua, catar algumas coisas lá e voltar são e salvo. Isso parece até o começo de alguma história de ficção científica ou mesmo de uma série de TV (o que de fato era). Mas o homem em questão não era o dono de um ferro velho. Era o presidente John F. Kennedy. Seu sonho não era bem ir até a Lua só por ir. Havia muita coisa envolvida. Uma guerra silenciosa, não-declarada, mas que todos sabíamos estar vivendo: a chamada Guerra Fria, que para muitos de vocês que estiverem lendo é História. Para mim, foi real, eu vivi isso e estávamos à espera de um míssil balístico intercontinental visse dizer "Olá" bem na nossa porta de casa.
O míssil, não veio. Mas um foguete partiu. Partiu com nossos corações e desejos de boa viagem, e voltou com um sonho realizado, uma aventura repleta de histórias, e mais histórias seriam escritas. Hoje é dia 16 de julho de 2014, e exatamente há 45 anos, o Homem ia em direção a outro mundo.
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O titânico satélite de Saturno não é um lugar bem-humorado. Ali, não é pra fracos. Sendo o maior satélite de Saturno, o Senhor dos Céus, e o segundo maior do sistema solar, com um diâmetro equatorial de 5.150 km (Terra = 12.756 km e Marte = 6.792 km). Titã tem uma atmosfera que é predominantemente nitrogênio (95%) e metano, além de outros pouquíssimos gases. Possuindo imensos oceanos de metano em estado líquido (previstos por Carl Sagan muito antes da sonda Cassini ir até lá), Titã parece que não está muito afeito a visitantes.
O jovem príncipe de Troia estava a cuidar dos rebanhos. O poderoso Zeus, encantado com a aparência bela e viril do jovem, raptou-o e levou-o para o Olimpo, para a consternação da sagrada Deusa-Mãe Hera. O jovem Ganimedes passou a servir o néctar aos deuses, a bebida que os deixava imortais, assim como imortal era a beleza do jovem.
Estou aqui, sozinho. Tenho um primo distante, mas não está aqui do meu lado. Estou aqui em cima, vendo o lugar de onde vim, vendo a minha terra natal, imaginando o lugar onde nasci, onde conheci meus amigos. Eu olho pra cima e ao longe sem piscar. Seu eu tivesse lágrimas, choraria de saudade. É tão solitário aqui.
Eu gosto de ficar olhando para o céu. Quando não há uma nuvens, e eu posso ver as pequenas estrelas em quantidade brilhando tenuemente, posto que a iluminação urbana impede que o brilho das outras seja visto também. Não vejo uma coisa daqui: o Solar Dynamics Observatory, um observatório em órbita dinâmica que fica de olho no Sol. O SDO vigia o Imperador do Sistema Solar. Ele nos traz muitas imagens, mas por uma simples ocorrência de geometria e óptica, acontece da órbita da Lua passar na frente das câmeras e aí, o que é captado é isso:
A famosa frase de Yuri Gagarin, dizendo que a Terra é azul (que, na verdade, ele nunca disse. A frase certa é algo como “Através da janela, eu vejo a Terra. O chão é claramente identificável. Eu vejo rios e as dobras do terreno. Tudo é tão claro…”) mostrou como o mundo era maior, mas mais simples, do que o Homem imaginava. Mas a mais icônica foto é aquela que mostra o “nascer da Terra” em plena superfície lunar. Mas, como foi isso?
Às vezes, eu gosto de olhar para a janela, ver o mundo passar, mesmo sabendo que quem está passando sou eu. Aliás, sim, o mundo está passando: num movimento de rotação, translação e precessão. Podemos ver outros lugares quando viajamos e são dois movimentos distintos: nosso movimento em relação à Terra e o movimento da Terra no espaço sideral. Mais fantástico que isso, são as visões que os astronautas da Estação Espacial Internacional veem. Desde nosso planeta até sondas de outros países, brilhos de tempestades e nossas luzes noturnas.
Esta pergunta veio sob a forma de carta ao ilustre
O Planeta Vermelho é incrível. Desde os sonhos de Edgar Rice Borroughs vem se sonhando ir até lá. Nossos cientistas não param de mandar sondas para lá, nem mesmo com