Eu adoro eclipses. São mágicos, incríveis e fantásticos. As Leis de Newton em ação, dando um espetáculo. Para minha infelicidade, nunca vi um eclipse total do Sol. Já vi o da Lua, mas não é a mesma coisa. Mas eu tive quase isso quando era criança. Não ficou tudo escuro, mas vi através de um vidro escurecido com fuligem de uma vela o Sol ser "abocanhado", para depois voltar com toda a sua glória. Eu prefiro pensar que naquele momento eu quis ser cientista, para entender o porque daquilo estar acontecendo. Mas é uma competição desleal se comparar um eclipse com histórias de burros falantes, chuvaradas mágicas e zumbis palestinos. Os eclipses, pelo menos, existem.
Infelizmente, algumas crianças inglesas (pois é. Nem o Brasil é tão tosco a este ponto… espero!) não puderam ver o eclipse. Foi decidido que eclipse é feio, ruim, bobo e chato. Mas as desculpas oficias foram outras, inclusive que eclipses vão de encontro a motivos culturais e religiosos.
Me eclipsando de vergonha, esta é a sua SEXTA INSANA!
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Um dos principais motivos de você estar agora aí lendo este artigo, entre muitas coisas, é a magnetosfera. Este grande campo magnético faz com que partículas de alta energia desviem, formando as auroras, que são sinceras. Isso é devido ao imenso núcleo de ferro em convecção no interior da Terra, gerando um poderoso ímã. No manto, há uma bela quantidade de ferro disperso também, mas o problema que se segue é: de onde veio este ferro? De asteroides? Estranho, pois a Lua foi fuzilada por trocentos asteroides, tal qual a Terra, e parece não ter o metal por lá. Como ele se dispersou assim pelo manto? Não deveria ser um pedação apenas?
A Indonésia conheceu o Inferno no dia 27 de agosto de 1883. Já nessa data ficou-se sabendo que dar mole com Java não dá final feliz. Quando o monstro se enfureceu e jorrou fogo, morte e destruição. Sua ira correu de ponta a ponta no planeta. Não era o Godzilla. Não era o dr. Gori. Não era nem a nomeação do Aldo Rabelo para ministro da Ciência e Tecnologia. Era ele, o monstro, a fúria, o apocalipse estrondoso no estreito de Sunda (sem piadinhas, por favor). Era a explosão do monte Perboewatan, que ficou mais conhecido pelo nome da ilha que o abrigava: Krakatoa, o Inferno de Java!
Já caiu a noite do dia 25 de dezembro. Fiquei com vontade de dar um pequeno presentinho de Natal, antes que ele acabe, se bem que eu nunca acho que acaba. Presentear e ser presenteado é algo muito legal, então eu posso fazê-lo a qualquer momento; então, escolhi o vídeo abaixo, um timelapse mostrando as luzes, naturais e artificiais, de nosso planeta.
A Sonda Rosetta tem muito pouco a ver com a pedra decifrada por Champollion. É uma sonda que tem como missão estudar o cometa
Eu já postei vários time lapses. São muito legais e nos mostram a Natureza de uma forma que nós, seres rastejantes de cidades, não conseguimos ver. A miríade de estrelas, meteoros etc passando pelo céu dependem de um céu limpo, sem poluição (especialmente luminosa) para serem vistos. Por isso, ás fotos e vídeos que astrofotógrafos fazem são incrivelmente importantes.
O Brasil é excelente em produzir preciosidades; não só nas profundas do seu solo, como acima da crosta terrestre também. Um exemplo disso foi o caso de um diamante com um mineral em seu interior que encerrava água lá dentro. Uma espécie de mineraception. Este mineral foi encontrado em Juína, no Mato Grosso e está sendo estudado por cientistas canadenses, já que… né?… brasileiro não se interessa por coisas de pouca importância como Ciência, por exemplo…
Estou aqui, sozinho. Tenho um primo distante, mas não está aqui do meu lado. Estou aqui em cima, vendo o lugar de onde vim, vendo a minha terra natal, imaginando o lugar onde nasci, onde conheci meus amigos. Eu olho pra cima e ao longe sem piscar. Seu eu tivesse lágrimas, choraria de saudade. É tão solitário aqui.
Caí de para-quedas numa pergunta que sequer foi dirigida a mim: "Qual seria o tamanho mínimo de um biodome para simular as condições de nosso mundo?" É uma pergunta interessante, mas complicada. A rigor, é muito difícil reproduzir nossa biosfera, que é a parte onde larga maioria dos seres vivos… bem, onde eles vivem e se mantém vivos.