Você está no ar. O homem a pegou, rodopiou e a jogou pra cima. A gravidade para por poucos décimos de segundo, e você está livre no ar, como os pássaros. As forças gravitacionais param de agir por instantes, porque as forças que a impulsionaram para cima compensaram. Você está livre! O homem embaixo ri e você se delicia, olhando para o mundo do alto; e ainda que esteja prestes a despencar de volta, podendo cair no chão e virar um amontoado de ossinhos quebrados, não teme mal algum, pois nenhum pai deixaria sua filha cair no chão e a criança tem plena confiança naquele adulto risonho.
O mundo é maravilhoso pela óptica de uma criança. Somos levados a crer que o mundo não é o que é, e isso garante que sobrevivamos, pois eu teria vontade de entrar no ventre de minha mãe de novo! O que nos faz levar a vida adiante é a confiança nos maníacos que chamamos de família e amigos (nossos maníacos são melhores que os outros). Mas de onde vem este sentimento de confiar nos outros?

Convenhamos, ninguém gosta de morcegos. Aquilo que parece ser o anjo da guarda dos ratos mete medo até em criminoso de Gotham (salvo algumas espécies que proliferaram nos anos 1960). Os filhotes de Lúcifer são tudo o que não queremos ter por perto, ainda mais os pertencentes à família Phyllostomidae, subfamília Desmodontinae. Como qualquer um dos seus primos quirópteros, morcegos-vampiros despertam medo, aversão e sói serve de tira-gosto para roqueiros mais radicais.
Eu, sinceramente, nunca fui atraído por cozinha japonesa. Não vou com a cara de sushi, fico longe de sashimi e detesto o cheiro de yakisoba. Sem falar que eu odeio miojo; Nihil que coma aquilo. Eu sou um maldito gaijim que prefere um bom bife e danem-se as vaquinhas. Não satisfeito ainda tenho que ver que depois de anos jogando lixo de qualquer jeito pelo mundo afora, os japoneses agora são vítimas do dr. Gori. Chegou a hora do poder dos seres das profundezas tomarem o lugar e exterminarem a humanidade, onde lulas mortíferas voltarão à vida e seus tentáculos… bem, você não vai querer saber o que acontecerá.
A plateia está em silêncio, exceto alguns comentários sussurrados aqui e ali. A atenção é voltada para o homem de casaca que acaba de subir ao palco, trazendo seu instrumento. O pianista está esperando e se levanta para cumprimentá-lo. O músico retribui seu cumprimento e vai para o centro do palco com seu violino. Silêncio. As notas começam a fluir de seu violino, acompanhado pelo piano bem afinado. As notas fazem parte da música Sad Romance, composta pelo músico vietnamita Thao? Nguyen Xanh.
Quem trabalha com imagens digitais sabe o que significa JPEG. É o acrônimo de
O funcionamento do cérebro sempre teve seus mistérios. Até agora não se sabia o que permitia que as células nervosas no cérebro crescessem, nem como elas podia estabelecer redes complexas. Entretanto, a pesquisa do dr. Hiroshi Kawabe, do Instituto Max Plank para Medicina Experimental, promete elucidar estas dúvidas.
Crianças de cinco anos de idade podem raciocinar sobre o mundo ao seu redor, por meio de múltiplas perspectivas, e simultaneamente! Em outras palavras, seria como se as informações fossem processadas ao mesmo tempo, com (quase) todas as infinitas possibilidades.
O mundo antigamente era menos complicado. Acordava-se de manhã cedinho, ia pra labuta (eu disse “labuta”), parava-se um pouco para comer, voltava-se ao batente e ia pra casa de noite, onde uma refeição quentinha (ou não) estava esperando, junto com uma esposa quentinha (ou não). Pelo visto, não se mudou muita coisa ao longo da história.
Uma nova pesquisa realizada por cientistas da Universidade de Washington trouxe mais uma comprovação do que todo mundo já sabe – ou, pelo menos, deveria saber: excesso de álcool na adolescência acarreta em adultos idiotas. Bem, não necessariamente nessas palavras, mas o resultado foi bem claro ao afirmar que o abuso de bebidas alcoólicas na adolescência pode ter efeitos danosos no processo de tomada de decisão na vida adulta.
Você, meu caro amigo, é daqueles que quando vai falar com alguma