Um novo estudo com camundongos sugere que experiências da infância materna podem afetar as funções cerebrais de sua prole. Pesquisadores descobriram que mães de camundongos, fisicamente ativas, estimuladas e que mudavam seus hábitos de vida com freqüência quando jovens davam à luz filhotes com melhor memória que aqueles nascidos de mães criadas em ambientes sem atrativos.
“A qualidade da memória dos camundongos jovens depende dos estímulos a que suas mães foram expostas quando jovens”, comenta Larry Feig, bioquímico na Tufts University Medical School, em Boston, e autor de estudo a ser publicado no The Journal of Neuroscience. Continuar lendo “Como as mães podem afetar a memória dos filhos”

Um estudo brasileiro acaba de contestar uma ideia largamente aceita desde o século XIX: a de que a maior capacidade cognitiva do ser humano se deve a seu cérebro relativamente avantajado. Os resultados mostram que o tamanho e o número de neurônios do cérebro humano são compatíveis com os de um primata de nosso porte – nem maiores, nem menores do que o esperado.