O que o cérebro vê quando os olhos pararam de ver?

Até mesmo o cérebro dos normais é meio louco (ou será que o cérebro dos loucos é que são normais?). Uma coisa das mais interessantes são as chamadas "Ilusões de Óptica". Eu, volta e meia, sempre posto algumas aqui. Nossos olhos se desenvolveram meio que de qualquer jeito, onde temos, inclusive, um ponto cego, fruto de ser onde o nervo óptico se conecta com a retina. Como neste lugar não há células fotorreceptoras, não há como ser identificada nenhuma imagem lá. Cientistas agora estudam as ilusões como as que vemos uma imagem por algum tempo e, quando olhamos para uma folha em branco, vemos outras cores. E isso não acontece apenas com cores, mas com formatos também. Afinal, o que estamos vendo?

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Como o comportamento materno é influenciado por alterações no cérebro

Mexer com coisas fundamentais de nossa psique pode ser sinal de problemas à vista. Lidar com nossas emoções é sempre complicado e quando temos a mais profunda dessas emoções analisadas pelas lentes frias da pesquisa científica, acabamos sendo acusados de desumanizar nossos comportamentos. O amor materno é, como todos os nossos sentimentos, reflexo de bilhões de anos de evolução biológica. De uma maneira seca, nos limitamos a dizer que não passam de descargas elétricas causadas por reações químicas no cérebro. Uma recente pesquisa estabelece, contudo, novas variáveis no jogo: o odor.

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Macacos, robôs e a Copa do Mundo

Em Aliens, o Resgate, Sigourney Weaver entra em campo para sair na porrada com o bicho-feio-babão. Como "na mão" ela não seria idiota de fazer, ela vem com um exoesqueleto imenso. Isso é recorrente em várias obras de ficção científica e nem é mais tão ficção assim, já que engenheiros japoneses mostraram em 2009 que apetrechos assim são plenamente viáveis (vídeo AQUI).

Isso, por si só, já é algo e tanto, mas sempre queremos coisas melhores. É o natural em termos de evolução do conhecimento. Um exoesqueleto assim é muito útil, mas tem problemas por ser grande e desajeitado. Muito bom para serviço pesado, mas deficiente em termos de sensibilidade. Não seria legal se pudéssemos mover máquinas e sentir o mundo através delas, através do mais importante dos sentidos? Sim, seria e é no que o pesquisador Miguel Nicolelis está avançando, conseguindo que macacos tivessem uma real sensação tátil ao manipular objetos que em fato não existem. Mas hein?

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Como nossos cérebros reagem aos erros

Assimilar a informação que você fez besteiras não é agradável. Ninguém gosta de estar errado. Eu mesmo não gostaria caso algum dia alguém finalmente conseguisse demonstrar que eu errei algum dia da minha vida. De qualquer forma, os antigos já diziam que é errando que a gente aprende, o tipo de coisa que pensamos quando um médico corta a sua perna direita fora quando deveria cortar a esquerda. O importante é saber como o cérebro reage frente ao erro e como se prepara para lidar com a situação.

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Cientistas desmistificam relação entre dislexia e QI

A dislexia é um dos maiores problemas a serem enfrentados em sala de aula. Ainda mais porque ela é mais comum do que parece e os pseudocientistas do curso de Psicologia achavam que ela era decorrente de problemas comportamentais, como coisa que eles falem algo diferente disso. Bem capaz de dizer que dengue é apenas um problema comportamental e com terapia passa.

Como a dislexia afeta exatamente a leitura e compreensão das palavras, ela afeta o aprendizado conjuntamente e nem sempre os professores identificam o problema logo de cara. Entretanto, cientistas estão desvendando os mecanismos pelos quais se dá a dislexia, o que acarretará em descobertas para – senão curar – minimizar seus efeitos.

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Ratinho ciborgue é a chave para curar lesões no cérebro

O cerebelo é uma pequena parte de nosso cérebro. Tão pequena quanto importante. Não é à toa que ele tem este nome, que significa "pequeno cérebro". Sua função primordial é manter nosso sistema de equilíbrio em perfeita ordem, bem como controlar nossos músculos em movimentos voluntários. Assim, o ato de estar digitando estas palavras é prova que meu cerebelo está funcionando maravilhosamente bem, brigado por perguntar.

Quando temos alguma lesão no cerebelo, temos sérios problemas, mas estes problemas parecem que serão resolvidos de uma vez por todas daqui a algum tempo. Foram testados em ratos cerebelos artificiais, fazendo com que o que era apenas ficção científica passe a ser realidade.

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Fim da letra cursiva nos colégios: Analfabetos agradecem

Dando uma repassada no insano submundo imundo de Hades chamado Twitter, vi um comentário da @fatimatardelli que mencionava uma reportagem tosca (como é de praxe no meio jornalístico) sobre o fim da obrigatoriedade do uso da letra cursiva nos colégios. Em resumo, isso se deve ao fato (?) de todos os quase 7 bilhões de pessoas usarem computadores, celulares e trecos informáticos em geral. Não que se cogite, ainda, uma idiotice dessas no Brasil, mas com o histórico imbecil que o MEC tem, não duvido nada que alguma psicopedarretardada veja que isso ajudará ao educando a… bem, não sei, mas ela achará que ajudará em algo.

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Pesquisa diz que escolha religiosa faz cérebro encolher. Como assim?

Eu sou um defensor da Ciência. É ela que nos diferencia dos outros animais, pois um chimpanzé até pode fazer ferramentas, mas apenas seres humanos questionam o seu funcionamento e procura melhorá-las. Eu achei muito estranho a notícia que a Ciência Hoje trouxe (por sinal, MUITO mal escrito!). Segundo a reportagem, uma pesquisa diz que dependendo da escolha de uma determinada religião, partes do cérebro podem ficar atrofiados. Estou esperando ver quando isso sairá no Terra…

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Cérebro feminino é mais propenso a se assustar com filmes de terror

Não há nada melhor que filmes de terror. Ainda mais quando você vê outra pessoa berrar de medo e quase subir pelas paredes de pânico, a ponto de passar a noite em claro. Isso, obviamente, se você não mora com essa pessoa, caso contrário você não dormiria também.

Mulheres são fortes, aguentam dores incríveis de todas as maneiras. Desde rituais de auto-mutilação, como fazer as sobrancelhas, até o parto (maldita ancestral faminta!), mulheres aguentam muito mais dores que homens; mas, em compensação, possuem a tendência de fugirem de seres demoníacos, como aquelas baratinhas que aparecem no ralo do banheiro para dar um "olá". Um estudo recente demonstrou que, em geral, mulheres se assustam mais do que homens quando assistem filmes de terror, porque nós, cabra-machos, somos mais menos propensos a antecipar as cenas assustadoras.

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Como o cérebro guarda informações por curto espaço de tempo

Lembre-se disso: O livro Philosophiae Naturalis Principia Mathematica, de Isaac Newton, foi publicado em 1687.

Lidamos com informações o dia todo. Desde saber quanto gastamos no supermercado até o nome daquele cliente chato que você precisa aturar para não ter que aturar uma fila de desempregados. Somos apresentados a pessoas que não veremos nunca mais na vida da mesma forma como pegamos o telefone e e-mail de alguma garota (os quais não anotamos na hora para tirarmos onda que ela é inesquecível, para depois corrermos para anotar em qualquer lugar). Temos uma memória de longo prazo, que em teoria deveria nos ajudar como lembrar a data do casamento e quando o chefe faz aniversário, e uma de curto prazo,para coisas rápidas e rotineiras, que são usadas por um determinado momento e depois serem esquecidas num canto desgovernado do cérebro. Agora, cientistas estudam como se formam as memórias de curto prazo e como elas são armazenadas na nossa gambiarra evolutiva chamada "cérebro".

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