Eu gosto de nuvens. De todos os tipos! Como simples vapor d’água condensado em altitudes superiores podem ser fantásticas? Assumindo diferentes formas, é claro. Elas nunca são as mesmas, nunca parecem iguais, mesmo quando estão enquadradas no mesmo tipo. O vento, a umidade, o fluxo de ar ascendente, o ângulo da luz que bate nelas… tudo faz com que cada nuvem seja mágica, única.
Uma das nuvens que eu mais gosto são as nuvens noctilucentes. São nuvens interessantes, pois enquanto está de noite aqui em baixo, ainda é dia lá em cima por efeitos de geometria e óptica.
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Algumas pessoas pensam que humanos são diferentes dos outros animais, porque nós estabelecemos vínculos sociais. Lobos andam em matilhas, peixes em cardumes e elefantes em manadas. Alguns acham que nós somos especiais por velarmos os nossos mortos e sentirmos a perda, o que não é verdade. Gorilas também velam seus mortos, como mostrado nesta reportagem da
Estamos acostumados a ver plantas com flores e sem flores. Normalmente, as pessoas acham que é tudo planta e planta é tudo igual, mas isso está longe da verdade. A diferença entre uma planta sem flores e uma planta com flores são vários milhões de anos de evolução biológica. Flores e frutos foram tão importantes que criou-se uma denominação exclusiva para essas plantas: angiospermas. Até agora, achava-se que plantas com flores só apareceram há coisa de 130 milhões de anos, no período Cretáceo, mas um fóssil encontrado mostra que já existiam flores muito antes disso.
Lagartixas têm poderes. Além de escalar poderes graças aos milhares de estruturas semelhantes a pêlos (dane-se o acordo ortográfico), elas ainda conseguem matar as pessoas de susto por serem geladas (ok, não são exatamente “geladas”). Não só isso, elas foram agraciadas com o gene de Jesus e podem andar sob a água, que nem o Jesus Lizard 
A Lua vem nascendo e se pondo desde que depois do porradão que Theia deu na Terra e os detritos se arranjaram formando nosso satélite natural. Tem sido um dos passatempos humanos desde que os humanos passaram a se dar conta da maravilha deste espetáculo. Hoje, mesmo com nossa vida agitada, sempre nos maravilhamos com este tipo de cena; mas nunca de uma forma como Daniel López captou nas Ilhas Canárias.
Astrobiologia é um ramo… interessante. Ele estuda algo que não se sabe se existe: vida em outros planetas, em outros sistemas, em algum lugar da galáxia. Sim, eu sei que parece coisa de maluco, mas há de se começar a pesquisa de alguma forma, e isso é feito achando lugares esquisitões aqui na Terra que sejam semelhantes a outros lugares em outros planetas. É aquele pensamento: “se encontrarmos algo vivo aqui, em Marte será fichinha”. Alguns desses lugares pesquisados são lagos vulcânicos, que são quentes, fedidos e tóxicos (não necessariamente nesta ordem).
O Sol parece tranquilinho (apesar dos muitos milhares e milhões de graus de temperatura, e uma gravidade altíssima em seu interior, oque faz criar novos elementos). Essa aparência é só isso: aparência. O Sol está sempre em atividade, às vezes mais intensa, à vezes, menos intensa. Uma dessas atividades hardcore é a ejeção de massa coronal, que são erupções de plasma hiperaquecido (mesmo para os padrões de um plasma, que é gás ionizado a alta temperatura) de forma abrupta e são cuspidas para fora da coroa solar. Estas ejeções são levadas pelo Espaço, e ajudam a formar o Vento Solar (mas não exclusivamente), e isso pode ser muito legal de se observar, ou muito ruim pois pode afetar nossos satélites, podendo até dar o azar de fritar alguns milhões de dólares em equipamento em órbita.
Larga maioria das pessoas tem plena convicção que seres humanos formam uma das mais briguentas sociedades animais, que o mundo é lindinho como em qualquer desenhinho animado. Infelizmente, não é assim. Já noticiei várias vezes sobre formigas guerreando e até mesmo escravizando outras formigas. O que não se sabia direito é que formigas usam estratégia (você sabe, do grego…) até mesmo na hora de tratar as soldadas feridas, montando o equivalente a hospitais de campanha, e planejam evacuação da batalha para reagrupamento e toda aquela parte maneira que vemos em filmes de guerra (os bons, pelo menos!).