
Há um problema sério no quesito “responsabilidades”. Os adultos parecem que esqueceram o que é isso. Como eu já falei, estão adultizando crianças e infantilizando adultos, já que quando estes últimos fazem merda, parece que a culpa é do universo inteiro, e não do idiota que fez a merda. A bola da vez é um monte de gente esperta, muito esperta, mas inteligente mesmo, que acha que pode ficar rico com joguinho de celular e daí vem ela, a malfadada Realidade. Continuar lendo “Gente crédula toma na cabeça e perde o salário três vezes por acreditar em influenceiro”



Não, ainda não chegou 2019 e não é dia primeiro de abril e eu não estou bêbado. Meus artigos desta data não fazem jus à realidade, que não precisa fazer sentido. Só a ficção precisa, como diria Tom Clancy.
Todo mundo sabe que trabalhar em equipe é um saco; ainda mais quando o professor é que resolve ele mesmo montar os grupos para fazer o trabalho. A maioria das pessoas não sabe trabalhar em grupo e isso é uma dor de cabeça para chefes, a despeito das bobajadas que esses “coaches” dizem nas palestras. A verdade é que estamos bem inferiores aos chimpanzés, que não veem problema nenhuma em trabalhar em grupo, como é comprovado numa pesquisa recente, em que os chimps são espertos não só na divisão de tarefas, como assumir a tarefa de um dos amiguinhos quando necessário.
Desde que Gronk resolveu brincar de pique-esconde com Klung que jogos são considerados violentos. Deve ser porque Klung se escondeu tão bem que não o encontraram até hoje (nota mental: nunca brincar de pique-esconde perto de um vulcão). Isso estigmatizou jogos e todos eles são tidos como modeladores da psique humana, em que basta matar uns zumbis que você já vira um psicopata, maníaco e assassino. Bem, eu não me tornei um psicopata por causa disso, mas por outros motivos.
Não há nada mais imbecil que ideias idiotas de gente que se acha criativa. É tanta maluquice, entre designers que querem reinventar a roda, produzir água da Amazônia, produzir motores mágicos entre outras coisas. Aí, você junta gente "esperta" com jogos e o resultado é Vergonha Alheia.
Uma das coisas que mais ouvi durante esta Copa (que fez o favor de detonar com as minhas visitações. Thanks, Blatter!) foi a indignação, não com o vergonhoso placar do jogo contra a Alemanha (isso também), mas com relação aos salários
O mundo tem que ser azulzinho (ou rosinha, para não ofender a brigada dos direitos iguais). As pessoas andam tão paranoicas que tudo é motivo para não dar motivo ao pessoal mimizento de reclamar, como coisa que eles pararão de reclamar.
Eu sou do tempo do bom e velho Atari. Ganhei corridas no Enduro e detonei geral no River Raid. Nenhum invasor do espaço passava pelas minhas defesas. Com o tempo, os video-games evoluíram, mas não a ponto de sua vontade se sobrepujar à dos seres vivos inferiores, como bactérias, protozoários e aborrecentes orkutianos… até agora.