Estudo indica que idosos leem melhor em e-readers do que livros convencionais

Eu tenho uma gama imensa de acontecimentos guardados em minha memória. Uma delas é a respeito do concurso de redação que o colégio onde eu estudava propunha. Os alunos cada série de cada segmento tinham que entregar suas composições e esperar o resultado. Fui agraciado 2 vezes com o primeiro lugar. Só não ganhei o terceiro ano consecutivo, pois começaram a reclamar que eu sempre ganhava. Fui considerado hors concours, que no vocabulário de uma criança significa "você foi garfado, loser". Aquilo me deixou bem irritado, pois eu tinha deixado de ganhar o prêmio máximo: um livro.

Livros mudaram pouco em suas apresentações. Textos escritos, seja em que idioma for. Alguns imbecis acham que eles deveriam ter cores e desenhinho para colorir, mas do jeito que está, funciona perfeitamente bem. Entretanto, ficou-se a dúvida se a leitura por meios digitais suplantariam os livros, mas um estudo feito por pesquisadores alemães diz que não, isso não tem nada a ver.

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O que é mais rápido que a Internet? Ceticismo.net!

Em tempos de web 2.0, informação a um clique de mouse, em cima do olho, de lança lance certeiro, na velocidade da Internet, além de outros chavões ridículos, para passar propaganda de “mudernu”, esperamos uma notícia, no mínimo, atual.

Obviamente, jornalistas costumam ser um caso perdido. Alguma distrofia neurológica ou replicação de cromossomos a mais ou, de repente, algum alelo defeituoso (embora eu vote em imbecilidade crônica mesmo) faz com que essas criaturinhas – que se consideram mais bem informadas que outras, já que estão em cima da lança, com o olho em riste etc – escrevam um monte de bobagens. Continuar lendo “O que é mais rápido que a Internet? Ceticismo.net!”

Jornalistas x Ciência: A arte de desinformar

O Brasil tem um problema sério com seu jornalismo. Eles deveriam ser um veículo de informação, mas agem no sentido inverso. Quando o STF derrubou a obrigatoriedade do diploma de jornalista, muitos chiaram. Não sei porque. Por que precisamos de jornalistas? Para darem uma informação, uma notícia? Qualquer um pode fazer isso. Um belo exemplo do “qualquer um pode fazer isso” é a costumeira publicação de besteiras que as revistas Veja e Isto É proporcionam. É lamentável que tais veículos tidos como “de informação” consigam transmitir, não só pouco conhecimento, como divulgar bobagens e incorreções, como foi o caso onde a Isto É divulgou um avanço da ciência onde pesquisadores “criaram” uma proteína humana em uma simulação das condições climáticas de Titã, a maior dos satélites naturais de Saturno. Peguem refrigerante e pipoca, pois vamos mostrar um verdadeiro festival de idiotices.

Tudo começa com uma manchete. O que seria dos jornais sem as manchetes? Principalmente, sem os exageros inerentes? Acho que ninguém leria (se bem que a maioria só lê o título mesmo). Assim, a pseudo-reportagem da Isto É começa de modo bombástico: Os domadores de Titã. Algo que parece ter saído direto da mitologia grega, como os nomes dos corpos celestes envolvidos. Examinando a “notícia”, eu me peguei brincando de Jogo dos Vários Erros. Leiam e vamos ver quantos de vocês são capazes de encontrar. Continuar lendo “Jornalistas x Ciência: A arte de desinformar”