O Vaticano tem enfrentado muitos problemas atualmente. Além da perda de fiéis para as igrejas neopentecostais e até mesmo para os Islã, a ICAR tomou várias vezes na cabeça por causa de processos de pedofilia por parte de seu clero que não sabe segurar o Jesus dentro das batinas. Mas como nada é tão ruim que uma boa campanha de Marketing não resolva (você não, Amazon), o Vaticano resolveu desbundar e partiu para o marketing agressivo.
O problema é que essa “agressividade” gerencial está realmente deixando muita gente irritada. Por quê? Nada não. Eles só resolveram fazer o primeiro parque temático católico. Adivinhem onde! Exatamente: Em Jerusalém!
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Todo mundo sabe que a nossa querida Igreja Católica Apostólica Romana tem um belo passado de conquistas e realizações, que a deixaram mais suja que pau de galinheiro. Aliada de grande déspotas, ditadores, maníacos e assassinos, a ICAR bem que tenta passar uma calma de uma religião de séculos, mas séculos também datam a selvageria com que conseguiu as coisas.
O Cristianismo tem muitas coisas legais. Eu adoro Jesus. Quando ele nasce eu ganho presentes, quando morre é feriado e quando ressuscita, eu ganho chocolates. Jesus é um cara bem legal. Tão legal que nunca condena ninguém. Daí, vem um monte de toscos e proíbem que comamos carne. Por quê? Qual o problema?
Pessoal se ofende por qualquer coisa; mas, convenhamos, mexer com a fé, dilapidar crenças, chacotear religiões e vilipendiar objetos sagrados é algo que não soa bem. Isso sem falar quando você persegue abertamente as religiões, como foi o caso dos cristãos que saem destruindo templos dos outros, agem feito alucinados, reclamam do templo evangélico do lado, reclamam da igreja católica ao lado, se juntam com os católicos e depredam o terreiro de macumba da esquina. Sim, essa intolerância religiosa é algo muito feio. Daqui a pouco o que teremos? Gente matando e escravizando outros povos, chicoteando as pessoas por suas crenças, torturando-as de maneira selvagem e cruzar todo um continente só para roubar terreno alheio?
Quando eu vi a notícia que Madre Teresa de Calcutá foi canonizada não me impressionou em absoluto. Conhecendo bem o histórico da Igreja Católica Apostólica Romana, ICAR for short, fica fácil entender como ela foi canonizada tão rapidinho, ainda mais se conhecermos além da imagem de missionária devotada, mas nos apegarmos a fatos. Quem era Madre Teresa, e por que ela ganhou status tão rápido?
Existem regas que, se forem seguidas, evitam muitos embaraços. A principal delas é "Everybody knows you never go full retard". Só que o pessoal filhote de Lênin esquece disso (ou nunca se lembraram). Tudo bem que eles não têm uma boa relação dom o Cristianismo, mas ter um pouco de noção seria legal, não é mesmo, Evo?
Chega a ser vergonhoso como nos tornamos uma ditadura. As pessoas estão sem direitos, sem liberdade nem de se exprimir. A atual conjuntura ataca valores e liberdades individuais. Os direitos a culto e de expressão estão sendo jogados no lixo por indivíduos que pouco se importam de escarnecer da fé alheia.
Jesus era um cara bem legal, pena que não gostava da Madalena. Ele era um professor, e como tal, só pegou aluno relapso. Pessoal não prestou atenção na aula dele e só foram aprovados porque colocaram receita de miojo na Bíblia. Assim, cristãos são ótimos para pregar as palavras do Nazareno, mas boa parte deles tem uns probleminhas em seguir essas palavras.
Existem muitos mitos sobre a cidade de São Paulo. Uma delas é sua excelente culinária, sendo que os caras não sabem nem que que não se coloca purê em cachorro quente e ainda chamam biscoito de "tapa na cara". Chegaram a me falar das incríveis pizzas paulistanas, mas quando estive lá comi algo bem ruinzinho. Melhor pizza que eu comi foi em Paraty. Ponto! Aceitem o fato que as pessoas apenas são doutrinadas a achar que determinado mito é verdade universal, e acabam espalhando isso, como "São Paulo é terra de trabalhador", mas a realidade é a quantidade de manifestações no meio de dia de semana. Eu, como trabalho, não tenho tempo para manifestações.