Eu gosto do desenvolvimento tecnológico. Temos acesso a informações do mundo inteiro, posso ler livros raríssimos de bibliotecas que estão muito longe da minha casa. Posso falar com amigos do outro lado do planeta, ver parentes que estão muito longe e pedir pizza por aplicativo. Sim, internet é muito legal, mas a qualidade dela é diretamente proporcional à qualidade de seus usuários. E como tem gente burra!
Agora, chega a notícia que, pelo menos, 6 famílias foram oficialmente levadas à polícia por causa desta babaquice anti-vacina causando autismo. Como eles resolveram? Deram alvejante para crianças autistas beberem para ver se elas deixam de ser autistas de uma vez por todas!

Eu adoro a África (mentira. Eu não quero ir pra lá, e você também não. Você quer é ir pra Nova York que eu sei!). A África é um continente todo zuado; uma espécie de Brasil em níveis continentais (até o formatinho é parecido!). Lá ainda temos tribos vivendo como no tempo das cavernas (não muito diferente de nossos índios daqui), em que alguns chefes governam com mão de ferro e bem gostam das maravilhas e tecnologia ocidentais (como nossos índios daqui), vivendo muito bem, obrigado, e a grande maioria da população tribal ainda vive como seus antepassados viviam há milênios (como nossos índios daqui), ainda mantendo crenças tolas e rudes, como… adivinhe!
Que o sistema educacional brasileiro é uma mistura de show de horrores e uma ópera-bufa, não temos a menor dúvida. Todo ano o ENEM mostra a tristeza patética na qual nos encontramos. Alguns otimistas veem que as coisas estão melhorando. Já os realistas nos baseamos em fatos como só ter havido apenas 53 provas que foram gabaritadas pelos alunos. Já em termos de redação, mais de 309 mil tiraram zero.
Com os altos índices de febre amarela e o número absurdo de mortes (uma já é algo inaceitável em pleno século XXI!), volta à cena dois tipos de imbecis: anti-vaxxers e gente que acha anti-vaxxers engraçados. Isso vem de uma compreensão errônea dos dois lados, posto que são duas classes de imbecis que sucumbiram à Teoria da Ferradura ao não saber como vacinas funcionam.
Diz o ditado que os otimistas veem o copo pela metade e dizem que está meio cheio. Já os pessimistas dizendo que está meio vazio. Químicos vão pegar uma proveta para medir com maior precisão, filósofos ficam questionando as vicissitudes do copo d’água e os lacradores dirão que com tanta criancinha sedenta, fica-se discutindo um copo. Mas tem mais um grupo: os retardados luditas que pegam o pior dos pensamentos, pois eles precisam patologicamente se sobressair. É o caso de um retardado que problematizou pesquisas fazendo cegos enxergarem.
Afinal de contas, Nelson Mandela morreu na prisão? Algumas pessoas acham que sim. Outras têm absoluta certeza. Mas, não. Ele saiu da prisão para se tornar presidente da República Sul Africana, falecendo em 5 de dezembro de 2013. Por que as pessoas acham que ele morreu? Isso é um fenômeno chamado Falsa Memória, e é um problema quando você precisa entrevistar testemunhas.
Estamos começando 2018. Ano Novo, vida nova, mas com certeza teremos os idiotas de sempre. Até que eles têm estado em menor número, mas vai saber! Sempre poderemos nos surpreender com as novas sandices, incríveis loucuras desvairadas e xingamentos em profusão. Esperar que essa ralé tenha um mínimo de noção? Isso é um sonho tão tolo que só rindo, mesmo.
A ALERJ, Assembleia Legislativa do Rio, que para presídio só falta colocar as barras e os deputados efetivamente irem para lá algum dia, derrubou o veto do governador Big Foot. Assim, fica-se proibida utilização de animais para testes de produtos de cosméticos, valendo para todo estado do Rio de Janeiro. Claro, ninguém disse como farão os testes. Eu sugiro que, já que não se pode usar animais, que se use seres vivos mais baixos na escala evolutiva, como fungos, esponjas ou políticos.
Papua Nova Guiné é um paiseco da Oceania, tendo cerca de 10 vezes o tamanho do estado do Reio de Janeiro, com uma população inferior ao da cidade do Rio. Claro, acabou com a maior parte de gente tosca. Pelo menos, no Rio, pessoal não sai matando os outros por causa de rituais tribais. Saem matando os outros por outros motivos.
A população é burra em sua maioria.