
O mundo muçulmano é… interessante. Ele estacionou na sua Idade das trevas e eu estou esperando quando se dará o seu Iluminismo. Se bem que eu acho que está no caminho contrário. Já teve seu Iluminismo, passou por sua Renascença e agora está na Idade das Trevas. Próximo passo é saírem para comer raízes cruas. Enquanto isso, clérigos ficam interpretando seu livro que é taxativo em dizer que não é pra ser interpretado, inventando que mulheres muçulmanas que dão uma secada nas pernas saradas de jogadores de futebol estão pecando severamente.
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Diz o ditado que os otimistas veem o copo pela metade e dizem que está meio cheio. Já os pessimistas dizendo que está meio vazio. Químicos vão pegar uma proveta para medir com maior precisão, filósofos ficam questionando as vicissitudes do copo d’água e os lacradores dirão que com tanta criancinha sedenta, fica-se discutindo um copo. Mas tem mais um grupo: os retardados luditas que pegam o pior dos pensamentos, pois eles precisam patologicamente se sobressair. É o caso de um retardado que problematizou pesquisas fazendo cegos enxergarem.
Eu sou do tempo que quando queriam fazer algo sem efetivamente fazer nada iam rezar. Aliás, esta técnica ainda é usada até hoje. Claro, em tempos de redes sociais, isso mudou. Agora temos o “precisamos falar de XYZ” (só isso. Ninguém fala nad; e se falar, saem palavras vazias). Também tem as petições online. Um monte de assinatura e pronto, resolveu-se. SQN! Então, seguindo os moldes de grandes iniciativas tipo o Viva Rio, que pretende discutir a miséria da população passeando pelo calçadão de Copacabana, inventaram de fazer uma Marcha Pela Ciência.
Todo ano a revista Nova Escola (uma espécie de Superinteressante Pedagógico, com todos os aspectos negativos que isso possa significar) premia o que ela considera como os 10 melhores educadores do país. Afinal, todo mundo adora professor, certo? SQN! Dando uma olhada na grande vencedora de 2017 eu fiquei impressionado em saber que a distinta professora dá aula de língua morta para o equivalente a um time de futebol.
Eu rio muito com certas atitudes. A tendência de se achar especial, único e inigualável leva a atitudes bizarras, tolas e totalmente idiotas. Pessoal se acostumou ao seu mundinho e acha que o mundo de verdade se regra pelo que eles se acham nos seus feudos. E a classe dos cientistas está nessa fase.
Você viu o vídeo do Felipe do Café e Ciência falando sobre o que é Física Quântica. Ainda assim, um bando de lunáticos acreditam na onda de um monte de enganadores e seus misticismos quânticos do Inferno. Tudo é quântico. Até o que não é mecânica quântica é quântico. Quer pagar quântico? Aproveitam-se da ignorância da população e vendem suas curas mágicas e receitas idiotas para se ganhar dinheiro, com uma alucinada algarávia de coisas que não fazem o menor sentido. E é isso que discutimos nesse vídeo!
O Brasil é um excelente lugar. Um lugar em que há respeito mútuo, liberdade individual e de expressão. O Brasil é formado pelo respeito às diferenças e oferece total liberdade de credo e pensamento. O Brasil é realmente muito bom… ou seria, já que tem um sério problema: brasileiros. Sim, brasileiros; aqueles que acham que têm direitos, mas não deveres, que exigem liberdade e tolerância para com suas opiniões e crenças, mas é incapaz de respeitar qualquer um que não siga suas convicções.
Os hindus são meio esquisitos com seus deuses, mas eu não vou nem criticá-los muito com isso, quando muitos cristãos acreditam em cobras falantes. O que eu acho maneiro mesmo é que hindus realmente viajam na maionese com seus deuses de múltiplos braços… e tem o Ganesh, o Deus-Elefantão. Diz o hinduísmo que ele é o primeiro filho de Shiva e Parvati, esposo de Buddhi e Siddhi, considerado removedor de obstáculos, proporcionador do sucesso e da fartura, mestre do intelecto, da sabedoria e chefe do exército celestial, e por isso também, esta divindade é encontrada sempre na porta de todos os templos hindus e na
O mundo dos floquinhos de neve, tidos assim por serem sensíveis e qualquer coisinha os ofende, é ridículo de tão patéticos que eles são. Qualquer coisa os deixa triguerizados (você leu este neologismo primeiro aqui), abalados, doidos para se encher de prozac, quando deveriam tomar um tapão na fuça para deixarem de ser idiotas.