Já sei que vai ter gente me xingando, mas estou sendo xingado desde que comecei a postar artigos na Internet há mais de 20 anos. A bola da vez, agora, é a questão da participação de transgêneros nos esportes. Isso está dando discussões acaloradas. Mulher-trans, em resumo, é um homem que praticamente se vê como mulher, mesmo sem fazer operação de mudança de sexo, o que não é exigido o Brasil, desde que tenha níveis de testosterona abaixo de 10 nanomols por litro, para praticar um esporte feminino. E estes níveis têm que se manter por pelo menos 12 meses. Depois disso, deve passar por monitoramento frequente.
Alguns são contra, alegando que pouco importa o nível de testosterona, ainda assim há uma clara vantagem de mulheres-trans sobre mulheres-mulheres, e eu não vou discutir disforia de gênero, sexualidade, orientação sexual e cromossomos, pois não é este o assunto do artigo, então, nem pensem em começar este tipo de discussão, porque não quero que meu blog vire uma zona. O assunto do artigo é: existe uma real vantagem de mulheres trans sobre mulheres cis (prefiro chamar mulheres-mulheres, só porque eu me sinto como se estivesse falando de isomeria substâncias orgânicas?) de acordo com uma pesquisa, sim.

Eu sei, vocês virão me xingar. Ainda mais porque não conhecem o conceito de aspas. De qualquer forma, este foi o título de um panfleto que uma mãe imbecil distribuiu colocando em caixas de correio ao longo dos Estados Unidos, é um título chamativo, estridente e com um texto apelativo e aterrorizante!
Este é um drama, uma tragédia, ainda que não grega. Começa com dois irmãos. Gêmeos. E eles compartilharam o mesmo destino. Temos a mãe e o pai, que ainda que tivessem boas intenções (talvez?) sabemos qual lugar quentinho e aconchegante é formado por essas boas intenções. Temos um médico incompetente e um psicólogo sádico. Tudo isso num horrível show de horrores que foi tido como um dos experimentos mais cruéis da história.
Jesus disse: “Eu sou a luz que está acima deles todos. Eu sou o todo: o todo saiu de mim e o todo se reuniu a mim. Rachai uma madeira: eu estou ali. Levantai uma pedra e me achareis”.
Eu pensei que o
Disney é uma empresa, como você deve bem saber. Como uma empresa, ela precisa de Marketing, de forma a ficar sempre na crista da onda, e induzir as pessoas a consumirem seus produtos, seja filmes, desenhos ou bonequinhos etc. assim, seguindo o velho princípio que não existe propaganda ruim, apenas propaganda, Disney solta umas decisões bombásticas e, claro, os peixinhos do aquário engolem a isca.
As pessoas, de uma maneira geral, têm dificuldades de entender muitas coisas. Isso até não é problema nenhum, posto que eu mesmo não entendo de várias coisas. A diferença é que eu sempre que tenho dúvidas, procuro por um especialista da área para elucidar as minha dúvidas. Se eu tenho dúvidas sobre as vicissitudes da prática médica, eu pergunto a um médico. Se eu quero saber mais sobre o ofício de arquitetos, procuro um profissional da área e por aí vai. Mas o brasileiro médio tem a mania que querer dar palpite em tudo, querer saber mais que os profissionais, os quais são taxados de arrogantes e de querem se posarem como autoridade no assunto. Bem, se são formados na área e atuam na profissão, sim, eles são autoridades no assunto. A falácia de apelo à autoridade é quando se evoca uma personalidade para sustentar o seu ponto, independente se esse ponto é área de expertise da figura mencionada ou não.
A
Não, isso não tem nada a ver com regiões retrofuriculares. Tem a ver com a síndrome de perseguição que chatólicos têm, depois de um histórico de séculos perseguindo os outros. Como humor aqui no Brasil tende a ser visto com paus e pedras, e um pessoal pronto para pedir a cabeça de todo mundo. É o caso de uma associação de desocupados que têm na mira o pessoal do grupo Porta dos Fundos, só porque eles sacanearam Jesus, o deus mais vagabundo que existe, que entrou na porrada e foi pendurado no varal para secar.