O Observatório Nacional teve uma ideia que eu realmente acho muito boa: um Curso à Distância sobre Astronomia. Infelizmente, não sei quem teve a insânia de produzir e, pior ainda, de liberar um lixo de apostila cheia de erros conceituais, diagramação e tinha até mesmo indicação que tinha animação em Flash. E isso num PDF!
A falta de vergonha mostra o quanto estão preocupados com os seus materiais, e só tiraram dos downloads porque o pessoal botou a boca no trombone, e mesmo assim teve gente chilicando porque, tadinhos, não podemos falar mal de uma instituição que libera algo que tiraria nota baixa se fosse feito por qualquer aluno de Ensino Fundamental. Continuar lendo “A catastrófica apostila do Observatório Nacional”

Em tempos politicamente corretos, as pessoas pensam que tudo tem que ser lacrador. Tudo tem que ser sem glúten (como gelo, suco de laranja, carne assada, abóbora com carne seca etc). E isso porque alguns malucos acham que glúten (uma proteína encontrada em cereais) engorda. Já celíacos, alérgicos a glúten, somam menos de 2% da população, mas agora tudo tem que ser sem glúten. Quer dizer, tudo exceto hóstias.
Cotas é o tipo de coisa que eu sempre achei idiota. Não porque eu ache que pobre não pode ter acesso ao Ensino Superior. Sou um democrata, e acho que todos têm que ter chance; por isso, eu prefiro o vestibular, que é igualitário: uma prova para todo mundo. Sendo assim, era preciso um ensino que prestasse. Mas, ok, implantaram as cotas. Terão tempo de melhorar o ensino, certo? Errado! Tiveram, mas não melhoraram. Toma mais cota aí! (Entenderam por que eu sou contra?)
O Brasil do coitadismo acha que se você é incapaz de produzir algo com o seu dinheiro, então, é um direito divino que o Estado lhe dê esse dinheiro, mesmo quando você pode fazer de qualquer forma. Como a onda agora é ser youtubeiro e produzir apps, o Ministério da Cultura vai desembolsar bons reaizinhos para o pessoal produzir produções não necessariamente produtivas.
Eu sempre achei que pessoal de Humanas™ tá de sacanagem, mas alguns levam isso a sério demais. Fora aquelas maluquices de sair latindo pelo campus universitário, tem gente que cai de boca nas pesquisas (oi, Tedson!). O presente caso é de uma graduada em História que resolveu fazer a defesa de sua dissertação de mestrado num prostíbulo.
Vida eclesiástica é dureza. Se não se busca a Chave dos Céus tem que meter a boca no Apito de Chamar Anjo. Infelizmente, certas práticas não são lá muito bem vistas pela Gestapo de Jesus, também conhecida como Congregação para a Doutrina da Fé ou não muito legal o nome Tribunal do Santo Ofício ou, melhor ainda Inquisição. Ainda mais quando estas práticas são realizadas num apartamento DO PRÓPRIO Santo Ofício.
Meus espiões trazem sempre novidades do mundo de Hades. Uma delas é o curso de ensino a distância do Observatório Nacional, com a maravilhosa (pelos motivos errados) apostila que eles estão usando, com uma qualidade… olha, esta obra é tão única que eu nem sei como classificar, porque até tosqueira tem alguma qualidade perto daquilo.
O Brasil é a terra da pseudociência. Seja dando
O Brasil é fantástico, mas é meio lentinho. Começou esse pião gourmetizado chamado hand spinner, o nome abrasileirado do fridget spinner (não pergunte!). antes tido como uma maravilha por pedagogos, o que não significa muito, e virou mania entre as crianças. Alguns até inventaram a fanfic que ele é ótimo para autistas. Curiosamente, todos os autistas que eu conheço não tem. Aliás, deve ser realmente ótimo uma criança com uma zica cerebral (se eu chamar “doença” vão me crucificar, mesmo sendo) que a faz ter movimentos e comportamentos repetitivos ter um brinquedo que tem um movimento repetitivo. Quem é a fonte que ele é usado para o tratamento de autistas e é ótimo para relaxamento? Jornais e vendedores de hand spinners. As fontes são confiabilíssimas!
Blasfêmia é uma coisa sem sentido. Se baseia no fato que você atentou contra um deus. Daí criam leis anti-blasfêmia, já que o deus que essas pessoas veneram vai ficar, sei lá, tristinho. No Paquistão existe essa lei e recentemente um homem foi condenado à morte por causa de uma postagem no Facebook. O Brasil ainda não tem lei anti-blasfêmia.