O Brasil é um país tão tosco de ridículo que aceita cartas que alegam serem psicografadas como evidência em tribunais. Funciona assim: você precisa tirar o vagabundo assassino que é seu cliente de detrás das grades. Você aparece com uma carta tirada do reto alegando que foi psicografada por um médium com pão e manteiga, no qual o defunto relata que o seu cliente é inocente e quem o matou foi outra pessoa. Todo mundo saca que é falso, exceto o júri, que é composto pelo populacho que acredita que um biscoito de farinha sem graça vira Jesus e um prato de barro com pipoca tem poderes mágicos. Há grande chance do seu cliente se safar.
MAS CALMA! Se isso já é imbecilidade demais para você, que tal saber que estão falsificando carta psicografada (recursivo, eu sei) para usar como arma na sucessão eleitoral do SerBMW, digo, Sergipe.
Flutuando ao lado dos fantasminhas à solta por aí, esta é a sua SEXTA INSANA!

Tem muita coisa insana neste mundo de Hades. Ainda mais quando envolve alguma coisa com relação à burocracia estatal. Qualquer um que já teve que ir num cartório ou qualquer repartição pública sabe o inferno que é quando começam a pedir o CPF do seu avô irlandês que nunca pousou os pés no Brasil e tenho dúvidas se vovô Seamus sabia em que continente o Brasil ficava (sim, isso aconteceu comigo num cartório. Foi duro fazer um zé ruela entender que meu avô não só nunca veio aqui, como falecera em 1953, tendo o CPF sido criado em 1965, ainda com o nome de Cartão de Identificação do Contribuinte).
Um dos exemplos do que o Brasil mantém em caráter mundial é o nosso programa de vacinação. Nenhum outro país tem um programa de vacinação em larga escala como é no Brasil. Infelizmente, o Brasil é o que é. Não bastando ter uma administração tosca desde que acharam uma boa ideia fazer Capitanias Hereditárias, oferecendo para donatários que não queriam vir para cá, como tem uma população imbecil que odeia ciência e acha que pílula de Frei Galvão tem poderes mágicos curativos.
Nem todo mundo sabe tudo. Na verdade, ninguém sabe tudo, pois todos os dias sempre tem algo aparecendo que nos faz querer saber mais. O não saber nunca foi problema na humanidade. Você ignorar um determinado tempo pode fazê-lo querer se aprofundar mais, investigar, perguntar a especialistas. Agora, tem o lado nocivo: os que não sabem e não querem aprender, impondo suas opiniões sem embasamento nenhum. Se recusam que você ensinem e lhe ameaçam.

Docho Eshete era um pastor, servo de Nosso Senhor Jesus. Era um bom homem, um homem de fé e princípios. Ele acreditava nos poderes por ter renascido, estava remido no sangue de Cristo Jesus. Pastor Docho conduzia uma cerimônia de batismo no Lago Abaya, na cidade de Arba Minch, no sul da Etiópia, para 80 pessoas. Pastor Docho era um cara legal e estava lá, pronto para o renascimento de seus irmãos, para que, um dia, eles fossem batizados pelo Espírito Santo de Deus.
Eu, como servo de Nosso Senhor, fico regozijado na paz de Cristo Jesus ao presenciar milagres. Quando almas perdidas se encontram e vão para o seio do Senhor Deus, Nosso Pai. Quando vidas se transformam, decisões são tomadas e aqueles que antes seguiam por um caminho, mudam radicalmente, apenas pelo que lhes toca o coração, amém, irmãos, graças a Deus.
Ir para a cadeia não é legal. Ainda mais quando você fez por onde estar ali, mas isso só não acontece em Shawshank. Lá todos são inocentes e um advogados os ferrou. Chegando no lugar onde você verá o Sol nascer quadrado, se você espera ser tratado com amorzinho e atenção, revise seus conceitos. Carcereiro é um bicho que não presta. A última deles fez o pessoal dos Direitos Humanos dar chiliques homéricos. E eu nem sei direito o motivo. Só falaram que deram carne de porco para os Camelinhos de Allah em pleno Ramadã.
Então, minha amiga. Você que está aí, cogitabunda, sorumbática, macambúzia e se questionando sobre o que deu errado na sua vida, fora o drogado vagabundo e mulherengo que você descolou, na esperança de consertá-lo. Você precisa abrir seus caminhos, irmã; e, para isso, você precisa abrir outras coisas. Não, não desse jeito, apesar de ser praticamente o mesmo lugar