Eu adoro a língua alemã. Eles, praticamente, têm uma palavra para qualquer coisa. Se não têm, criam uma, nem que seja gigantesca. A palavra de hoje é maravilhosa "Schadenfreude" (pronúncia: "chadenfroide"). A tradução seria "sentir prazer quando o outro se ferra lindamente". Foi exatamente isso que eu senti quando eu li sobre um professor de Jiu-Jitsu malvadão, fortão e o caramba a quatro, que faz e acontece. O crime dele? Pouca coisa: meteu a porrada e violentou sexualmente uma criança de quase dois anos de idade.
Jesus mandou amar nossos inimigos. Nêmesis, a Vingança dos Deuses, não tem esses melindres e mostrou que ainda há justiça, nem que seja poética, posto que o valentão virou deleite de 20 bandidos lá que usaram, abusaram e lambuzaram do sujeito. Eu ri! Ri e não me envergonho!

Sempre duvidei da história sobre o número 13 dar azar. Pelo visto, 13 não dá azar nem se for uma moça estuprada por 13 maníacos. O que dá azar mesmo é nascer num país tão tosco quanto a Índia, país que condena uma moça a ser estuprada por 13 babacas, pelo trágico motivo de manter um relacionamento amoroso.
Estupro não é nada legal.
O Supremo Tribunal Federal, no uso de suas atribuições, resolveu cutucar o vespeiro. Isso porque começou-se a votação para se decidir pela descriminalização de abortos em condições específicas, em especial o caso de bebês anencéfalos. Entretanto, a bancada religiosa não gosta nada disso, já que isso enfraqueceria seu poder junto
Sim, filhos, África. Nem mesmo o Brasil é tão tosco a este ponto (acho). Mais de dez lésbicas são violentadas por semana apenas na Cidade do Cabo, África do Sul. Se antes lá o problema era o apartheid, agora o lance é virar a bateria contra homossexuais, coisa muito normal em países "civilizados". De acordo com a
Eu costumo dizer que até mesmo um relógio quebrado marca a hora certa, nem que seja duas vezes por dia. Eu não mudo minha opinião sobre a IURD e tudo o que ela representa. Entretanto, não posso fingir que não vi o artigo do Edir Macedo sobre o aborto. Isso não significa que eu deixei de achar tudo o que sempre pensei dele, mas a clareza da argumentação dele merece atenção. Entendendo a profundidade do texto, entenderemos muitas coisas.
Estamos de volta ao ridículo mundo da pseudoeducação, onde vagabundos fazem o que querem, pessoas inocentes acabam agredidas e os psicopedarretardados acham tudo lindo e maravilhoso, que nem no filme da Mary Poppins. A camarilha do politicamente correto não consegue ver o mundo verdadeiro, ficando numa ideia idílica que as pobres criancinhas são delicadas e boazinhas, como se estivessem morando na Suíça. Daí, sobra que me mandam notícias sobre como a camarilha está errada e o mundo continua sendo o que sempre foi… infelizmente, e sem esperança de mudar. Se bem que pode mudar para pior, e é o que temos quando diretores de colégios são agredidos a pedrada (coisa que eu já tive vontade de fazer com o diretor de onde trabalhei, mas eu ainda sou civilizado) e universiotários decidem fazer Rodeios de Gordas.
Eu estava feliz ontem. Não havia nenhuma loucura que merecesse o título de Sexta Insana. Eu até pensei, com isso, que o mundo estava caminhando para a normalidade. Pelo viso, me enganei.
Com colaboração de Rafael Zeitouni