Dicas de viagens: não seja estuprada nas Maldivas ou entrará na porrada

Estupro não é nada legal. Nem mesmo na magnífica e ética Mãe Natureza. Mas além da vítima sofrer intercurso sexual forçado, dependendo do lugar, ainda pode ser punida pelo ato. Foi o que aconteceu com uma menina de 15 anos que teve o azar de morar nas Maldivas, uma pocilga num fim-de-mundo onde Judas não perdeu nada, pois ele não era louco de passar perto daquela merda. Não acredite em agentes de viagens. A referida menina não só  foi violentada sexualmente, como ainda tem que levar 100 chibatadas, pois a devassa fez sexo fora do casamento.

Estou tentando dizer algo que não seja cínico ou sarcástico, mas nesse caso é foda…

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Descriminalização de aborto de anencéfalos causa frisson entre acéfalos

O Supremo Tribunal Federal, no uso de suas atribuições, resolveu cutucar o vespeiro. Isso porque começou-se a votação para se decidir pela descriminalização de abortos em condições específicas, em especial o caso de bebês anencéfalos. Entretanto, a bancada religiosa não gosta nada disso, já que isso enfraqueceria seu poder junto às ovelhinhas ao seu eleitorado.

Por todas as terras assoladas pelo poder de Sauron (aka, redes sociais), o pessoal chato e mimizento destila toda a sua brutal ignorância e desinformação, meio que pensando que o governo decretou obrigatoriedade do aborto. Pena que isso não é verdade para gestantes de gente idiota.

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Lésbicas sulafricanas são estupradas pra que virem mulheres de verdade

Sim, filhos, África. Nem mesmo o Brasil é tão tosco a este ponto (acho). Mais de dez lésbicas são violentadas por semana apenas na Cidade do Cabo, África do Sul. Se antes lá o problema era o apartheid, agora o lance é virar a bateria contra homossexuais, coisa muito normal em países "civilizados". De acordo com a Luleki Sizwe — uma organização de apoio a vítimas de violência sexual — muitos outros casos não são relatados ou porque as vítimas têm medo que a polícia as ridicularize ou que seus agressores voltem a procurá-las.

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Adolescente morre após receber 80 chibatadas por adultério

Hoje, essa juventude transviada está destruindo os alicerces da moral familiar e acabam envergonhando pais e a sociedade. Um perfeito exemplo disso foi Hena Begum, uma adolescente de 14 anos que vivia em Bangladesh. Ela não escapou ilesa do Longo Braço da lei e foi duramente acusada de adultério com seu primo de 40 anos de idade, que era casado. O primo safadão foi condenado a receber 100 chibatadas, mas conseguiu ralar peito. Hena foi sentenciada e recebeu suas 80 chibatadas no lombo pra ver se toma vergonha na cara, mas não resistiu aos ferimentos e acabou morrendo.

Ah, esqueci de dizer: ela tinha sido sequestrada e violentada pelo escroto do primo, mas Sharia é Sharia e nóis manda nu pedaço, mano! Esta é sua SEXTA INSANA!

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Quando um relógio quebrado fala sobre o aborto

Eu costumo dizer que até mesmo um relógio quebrado marca a hora certa, nem que seja duas vezes por dia. Eu não mudo minha opinião sobre a IURD e tudo o que ela representa. Entretanto, não posso fingir que não vi o artigo do Edir Macedo sobre o aborto. Isso não significa que eu deixei de achar tudo o que sempre pensei dele, mas a clareza da argumentação dele merece atenção. Entendendo a profundidade do texto, entenderemos muitas coisas.

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A assustadora violência nos colégios

Estamos de volta ao ridículo mundo da pseudoeducação, onde vagabundos fazem o que querem, pessoas inocentes acabam agredidas e os psicopedarretardados acham tudo lindo e maravilhoso, que nem no filme da Mary Poppins. A camarilha do politicamente correto não consegue ver o mundo verdadeiro, ficando numa ideia idílica que as pobres criancinhas são delicadas e boazinhas, como se estivessem morando na Suíça. Daí, sobra que me mandam notícias sobre como a camarilha está errada e o mundo continua sendo o que sempre foi… infelizmente, e sem esperança de mudar. Se bem que pode mudar para pior, e é o que temos quando diretores de colégios são agredidos a pedrada (coisa que eu já tive vontade de fazer com o diretor de onde trabalhei, mas eu ainda sou civilizado) e universiotários decidem fazer Rodeios de Gordas.

– Este é o mundo real, Neo.
– ME MANDA DE VOLTA PRA MATRIX!

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Menina de 8 anos é deserdada pela família após ser estuprada

Eu estava feliz ontem. Não havia nenhuma loucura que merecesse o título de Sexta Insana. Eu até pensei, com isso, que o mundo estava caminhando para a normalidade. Pelo viso, me enganei.

Uma família de refugiados liberianos – que mora em Phoenix, no Estado norte-americano do Arizona – causou indignação no mundo por deserdar uma de suas filhas, com idade de oito anos, porque a distinta teve a ousadia, o desplante, o despautério, a ignominiosa vergonha de … ser estuprada! Com licença, vou vomitar enquanto vocês leem mais uma das maluquices do mundo. Este é o seu Sábado Insano! Continuar lendo “Menina de 8 anos é deserdada pela família após ser estuprada”

Entidades de defesa da mulher lutam contra o “Bolsa Estupro”

Com colaboração de Rafael Zeitouni

E no mundinho ridículo chamado Brasil, onde até mesmo o bizarro é corriqueiro, a bancada evangélica se mostra mais tosca, ridícula, estúpida e absurda do que de costume.

Dois deputados da bancada evangélica para terem o prazer (ops) de impedir a lei que regulariza o aborto, inventaram algo que é digno de risos, se não fosse um acicate às mulheres: O Bolsa Estupro!

Os nomes dos dois irresponsáveis são Henrique Afonso (PT-AC) e Jusmari Oliveira (PR-BA). O relator, José Linhares (PP-CE), padre da Igreja Católica, deu parecer favorável ao pagamento da mensalidade. Guardem estes nomes.

Exatamente. Eles prevêem uma pensão para mães de crianças nascidas fruto de violência sexual. Algo no mínimo deplorável e no máximo de uma atitude vil e selvagem, assim como o criminoso que perpetra tal crime. Entidades de defesa da mulher entraram no combate e a porradaria começou (em termos metafóricos, mas bem que os dois boçais merecem apanhar literalmente). Continuar lendo “Entidades de defesa da mulher lutam contra o “Bolsa Estupro””

A epidemia do estupro étnico

criancamuculmana.jpegNa Austrália, Noruega e Suécia, há um crime racial específico ocorrendo: homens islâmicos estupram mulheres ocidentais por razões étnicas. Isso é sabido porque os criminosos declaram abertamente suas motivações sectárias.

Adolescentes australianas foram sujeitadas a horas de degradação sexual durante uma série de violações em grupo em Sydney, entre 1998 e 2002. Os criminosos moldaram a razão para suas ações em termos explicitamente étnicos: as vítimas eram chamadas de “sluts” e “porcas australianas” enquanto abusadas. Na corte suprema australiana em dezembro de 2005, um estuprador paquistanês declarou que suas vítimas não tinham direito de dizer “não”, porque não escondiam o rosto sob o véu. Continuar lendo “A epidemia do estupro étnico”