
– Jim…
– Eu sei, Spock, eu sei!
Imaginem que, no atual ritmo, baleias estão caminhando para extinção. Um exemplo seriam as baleias jubarte. Essas gigantes do gênero Megaptera (o mesmo gênero da baleia azul, o maior de todos os seres vivos ainda dando um rolê por aí) são… bem… grandes, né? Além de serem famosas pelo seu canto e sua capacidade de migrar por uma distância de 25 mil quilômetros por ano. A caça comercial de baleias reduziu drasticamente os números de baleias. Os Estados Unidos listaram todas as baleias jubarte como ameaçadas de extinção sob o Ato de Conservação de Espécies Ameaçadas em 1970, e depois sob o Ato de Espécies Ameaçadas em 1973. Atualmente, a população estimada é de cerca de 80.000 espécimes.
Não seria legal poder dar uma olhadinha nelas lá, lá do alto? Tipo, uma nave klingon? Não? Bem, não importa, senhores. Nós temos a tecnologia.
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Ó Perseu, filho de Dânae e Zeus, Senhor do Olimpo. Forte e poderoso, valente e destemido. Aquele que enfrentou a górgona chamada Medusa, aquele que brandiu a espada decepando-lhe, sem lhe olhar nos olhos, matando o monstro e cavalgou Pégaso. Ó Perseu, vindo ao mundo graças a uma chuva dourada de Zeus sobre Dânae, que a fecundou e ela condenada foi pelo pai Acrísio. Ó Perseu, guerreiro que as musas cantam, que os poetas declamam, por quem Andrômeda se apaixona. Elevado ao céu foi e de tempos em tempos visita a humanidade!
Imagine-se você, num dia qualquer, sem maiores preocupações além de não morrer de fome, doenças ou algum predador da mega-fauna vir te pegar. Bem, a sua sorte é que os dinossauros foram pro saco muitos milhões de anos antes, então, você está lá na sua patética vidinha com expectativa de vida de uns 18 anos, e aos 14 já estava pedindo pra morrer. Você estava pensando onde iria arrumar a próxima raiz com sabor horrível para poder comer, antes que Gronk, aquele fidamãe, roubasse sua comida. De repente, um barulho ensurdecedor! Bolas de fogo cruzam os céus e caem bem longe de você, a terra treme e algum tempo depois vem outro som mais ensurdecedor ainda. Imensas labaredas irrompem, tudo ao seu redor está em chamas… gigantescas chamas. O lance é sair correndo o mais rápido possível, pois hoje Darwin não está de bom humor e vai selecionar geral.
A Voyager 1 é uma sonda fantástica. Lançada em 5 de setembro de 1977, está a absurdos 21 bilhões de quilômetros da Terra, ou cerca de 141 vezes a distância entre a Terra e o Sol, viajando a uma velocidade de mais de 60.000 km/h. Alguns dizem que ela já saiu do Sistema Solar e já está no Espaço interestelar, mas isso ainda é discutível. Não se sabe ainda os limites de nossos Sistema. No entanto, ainda podemos comunicar com a Voyager através dessa distância.
Mecenato sempre foi algo legal. Os ricaços pagavam a pintores, escultores e faz-tudos em geral para produzir obras monumentais. Depois, os mecenas viram que Ciência era legal e arte virou muito mainstream. Daí passaram a financiar cientistas. Hoje, os ricaços como Elon Musk, Jeff Bezos e Richard Branson olham pro Espaço e pulam de contentamento. Sim, o Espaço, a Fronteira Final virou playground de gênios, bilionários, playboys e filantropos. Agora, temos outro na jogada: Um russo, o que estava demorando, afinal, eles conquistaram o espaço primeiro. No caso, a figura atende pelo nome de Yuri Milner e sua ambição é a lua. Não a nossa, mas o satélite saturniano Encelado.
Ajeitar a lente de um óculos é chatinho. polir o espelho do seu banheiro é fácil ou difícil, dependendo da tranqueira que você tenha comprado. Calibrar um microscópio também dá trabalho. Agora, calibrar e focalizar um monstro gigantesco com a mais linda tecnologia óptica para vasculhar o Espaço como o telescópio espacial James Webb realmente é chato, demorado, trabalhoso e tudo com a precisão de algo que faria um fio do seu cabelo algo enorme.
Várias missões de exploração e observações sugeriram que Marte, um dia, já teve um clima quente, capaz de ter oceanos de água líquida em sua superfície. Para manter Marte quente seria preciso uma atmosfera densa com um efeito estufa suficiente; o problema é que sua baixa gravidade tem probleminhas para manter uma atmosfera lá. Seu núcleo morto não é capaz de gerar uma magnetosfera como a da Terra e o açoite por partículas de alta energia provenientes do Sol contribuiu para mandar uma atmosfera que ele tinha e era “mal presa” embora. Pobre Marte.