Algumas coisas acontecem e vemos o lado bom, ruim e péssimo de algumas pessoas. E, às vezes (ou quase sempre) nunca foi intenção desmascarar pessoas ou sistemas. Isso é muito preocupante às vezes, pois vemos as pessoas se revelando na sua frente e de certa forma elas são culpadas por um mal bem maior, ainda que estejam inconscientes disso, o que mesmo assim não é desculpa.
Este experimento do arroz soltinho, digo, arroz sensível tem me mostrado como as pessoas têm concepções erradas, distraídas e absurdamente desonestas. Erradas porque parecem não entender o que eu fiz. Distraídas pois muitas delas se pareceram mais preocupadas que o arroz que eu mesmo fiz estava soltinho e show de bola, ao invés de focar no próprio experimento. Já a questão da desonestidade… bem, acompanhem o screenshot a seguir.
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Volta e meia me criticam porque eu “persigo” os coitadinhos dos departamentos de Humanas (não, nenhuma ciência aqui. Sorry). Afinal, eles também desenvolvem conhecimento, ajudam a melhorar o mundo, faz o ser amado voltar em 3 dias, caminha sobre as águas e cura sua espinhela caída. Entretanto, quando vemos os trabalhos, dissertações e teses, vemos o lixo pseudointelectual que produzem. Não, o Tedson, que ganhou 30 mil reais para ficar fazendo sexo oral em banheirão púbico, não é algo raro.
E mais uma vez tivemos ENEM. E mais uma vez foi uma vergonha. Menos notas máximas, numa espiral descendente. Você se surpreendeu? Seu coração é puro. Já eu, conhecedor da Realidade e como as coisas funcionam, não esperei nada diferente.
O resultado do PISA foi uma vergonha. No país que odeia Ciência, não seria outro resultado senão o fracasso. Mas quem se importa com isso? Nem os alunos, muito menos os pais. O Governo mascara resultados, políticos pouco se lixam, já que eles dão à população o que a população quer: maneiras de não se empenharem no colégio.
Diz um antigo, e estúpido, adágio que se você não serviu para nada, acabará sendo professor. Não é que não esteja errado, está, a não ser que você coloque pedagogos (desculpem a má palavra) na relação de professores. Os filhotes de Paulo Freire, com seus construtivismos e sócio-interanaputaquepariuismos acham que são mais professores do que os outros, sendo que foram péssimos alunos já no Ensino Médio.
Temos uma nova Reforma Educacional. Menos disciplinas obrigatória, maior tempo na escola, horário integral, desobrigatoriedade de aulas de Educação Artística, Filosofia, Sociologia e Educação Física. Alunos podendo escolher as disciplinas, pessoal reclamando.
As pessoas, de uma maneira geral, têm dificuldades de entender muitas coisas. Isso até não é problema nenhum, posto que eu mesmo não entendo de várias coisas. A diferença é que eu sempre que tenho dúvidas, procuro por um especialista da área para elucidar as minha dúvidas. Se eu tenho dúvidas sobre as vicissitudes da prática médica, eu pergunto a um médico. Se eu quero saber mais sobre o ofício de arquitetos, procuro um profissional da área e por aí vai. Mas o brasileiro médio tem a mania que querer dar palpite em tudo, querer saber mais que os profissionais, os quais são taxados de arrogantes e de querem se posarem como autoridade no assunto. Bem, se são formados na área e atuam na profissão, sim, eles são autoridades no assunto. A falácia de apelo à autoridade é quando se evoca uma personalidade para sustentar o seu ponto, independente se esse ponto é área de expertise da figura mencionada ou não.