
Todo mundo que frequentou um colégio decente, lê Ceticismo.net ou, melhor ainda, as duas coisas, sabe da clara ligação entre aves e dinossauros, ainda mais que dinossauro gigantão era coisa rara e o velociraptor boladão era pouco maior que uma galinha. Uma galinha MUITO mau-humorada. Obviamente, os defensores do mito chamado “Criacionismo” querem sempre mais e mais provas, apesar de mais e mais provas serem mostradas (o que só vale para um lado. Eles nunca provam o PUF! UM ELEFANTE!). bem, se querem mais privas, ok, toma mais provas: o Ichthyornis dispar. Sim, temos mais fósseis deste antigo pássaro.

Em 2012, o especialista em rastros de dinossauro, Ray Stanford, descobriu uma trilha de nodossauro da era do Cretáceo no campus do Goddard Space Flight Center da NASA, em Greenbelt, Maryland. O local foi escavado por Stanford e o paleontologista Martin Lockley, da Universidade do Colorado. Foram catalogadas mais de 70 trilhas de dinossauros e mamíferos impressas no arenito.
Todo mundo gosta de dinossauros. Se seu filho não gosta de dinossauros, leve-o agora mesmo num psicólogo, pois ele tem sérios problemas. Se você não gosta de dinossauros, é caso perdido. Atire-se do primeiro prédio ou doe seu corpo para uma usina termelétrica. Estes monstros colossais eram fantásticos e quanto mais sabemos sobre eles, mais fascinam. Hoje, temos vários museus exibindo fósseis com milhões de anos (ou 6 mil, se você for fundamentalista) que contam um pouco da história da vida na Terra. O problema é que montar um bichão grandão dá muito trabalho e requer muitos especialistas. Agora imaginem na hora de transferir um esqueletão grande de um lugar pro outro. Bem, foi o que o pessoal do Natural History Museum fez.
Eu sei que você achou maneiro aquele lance de mosquitos no âmbar, extraindo deles o sangue de dinossauros que foram picados e assim libera um T-rex atrás de jipes. Apesar do leve fundo de verdade, 90% é pura ficção; e o fundo de verdade é que sim, consegue-se ter mosquitos bem preservados em âmbar, mas não é só eles. 
Existe criacionista retardado (desculpem o pleonasmo) que realmente acha que homens e dinossauros conviveram. Tem até imagenzinha lindinha de homens cavalgando dinos, como esta aqui ao lado (não é que seja Jesus, não é. Mas bem que parece. Até tem a cara de quem nunca tomou banho). Ainda assim, dinossauros podem nos ajudar em muita coisa; como encontrar vestígios de hominídeos, mesmo estes tendo aparecido muito tempo depois.
Há mais de 64 milhões de anos, um pedregulhão do mal caiu no México, aterrorizando tudo o que morava ali mais do que a possibilidade do Trump ser eleito. A queda inflamou os céus, o impactou gerou uma onda de choque que varreu o planeta, a Segunda Lei da Termodinâmica fez o seu trabalho, e uma onda de calor percorreu o solo, assim como o calor da atmosfera que se inflamou. O terremoto gerou um imenso tsunami que lavou as pobres almas de tudo o que foi pela frente. Morte, dor e ranger de dinossauros assolaram o planeta.
“Convergência” é o nome que se dá ao processo evolutivo em que duas espécies distintas – até mesmo de classes diferentes – acabam convergindo para alguma característica semelhante. Um perfeito exemplo são os golfinhos (mamíferos) e tubarões (peixes), que possuem morfologia externa semelhante, ainda mais que ambos vivem no mar, e qualquer diferencial que propicie uma vantagem hidrodinâmica garante o almoço ou escapar de ser o almoço. Por convergência, eles acabaram com um formato bem parecido.
Todos nós sabemos que aves vieram no quinto dia da Criação, depois de plantas, o Sol, a Lua e as estrelas (sim, nessa ordem). Como a Bíblia não fala de dinossauros, eles não existiam. O que existiu foi dragões, unicórnios.e cobras falantes. Já, se você estudou num colégio decente e tem um QI decente também, sabe que tudo isso é bobagem.
Fósseis são sempre muito legais. Desde uma pegada até a ossada de um T-Rex, trabalhar com remanescentes de um animal que viveu há mais tempo que sua avozinha é algo estupendo. Um exemplo é o caso de pesquisadores que confirmaram ter identificado estruturas de vasos sanguíneos em um fóssil com 80 milhões de anos de idade.