Como o clima impactou as civilizações tibetanas

Nos anais da história, a interseção entre mudanças climáticas e desenvolvimento de civilizações oferece uma perspectiva fascinante. Do outro lado do globo, no Planalto Tibetano, um estudo recente revela vínculos surpreendentes entre o clima medieval e as dinâmicas do antigo império tibetano. As descobertas destacam como os padrões climáticos influenciaram não apenas a geografia, mas também o curso da história. Continuar lendo “Como o clima impactou as civilizações tibetanas” →

Quem construiu Machu Picchu e de onde eles vieram?

machu Picchu é uma das maravilhas da Era Moderna. Construída pelos incas pelos idos do século XV, quando os Espanhóis e Portugueses mal tinham começado as Grandes Navegações. Os incas (não-venuzianos) construíram a magnífica machu Picchu com uma técnica chamada “Ashlar”, em que as pedras eram cortadas sob medida, de forma a se encaixarem perfeitamente, sem precisar de cimento, argamassa ou coisa que o valha.

O problema nessa construção se reside mais em termos de recursos humanos. Quem construiu machu Picchu? Quando falo “quem”, não estou me referindo à civilização, mas pessoas comuns. Quem eram eles? Continuar lendo “Quem construiu Machu Picchu e de onde eles vieram?” →

Descoberto o mais antigo jogo dos Maias

Jogos têm sido jogados por milhares de anos em culturas em todo o mundo. Jogar e se distrair é tão velho quanto os próprios seres humanos. O mais velho jogo de tabuleiro que se tem notícia é o O Jogo Real de Ur, com mais de 4.600 anos de idadade, sendo jogado na Mesopotâmia. O jogo de tabuleiro de xadrez Senet, jogado no Egito por volta de 3100 A.E.C., o jogo Mancala é jogado desde 1400 A.E.C. em reinos africanos, o xadrez tem origem na Índia há mais de 1.500 anos e o jogo estratégico Go começou na China há 2.500 anos.

Toda civilização tem seus jogos e formas de diversão e distração. A civilização maia não seria diferente! Continuar lendo “Descoberto o mais antigo jogo dos Maias” →

Quando a comida torna-se mortal: a história de Locusta da Gália

O silencioso farfalhar do vestido não traduz o que acontecerá dali a instantes. O som do couro da sandália contra o piso de mosaico não ecoa, pois não era alto o suficiente. A desenvoltura com que anda pelos corredores, salas, aposentos, solaria e todo o restante do palácio não reflete o perigo iminente trazido por mãos pecaminosas que seguram a ameaça sob a forma de um cálice, um cálice ornamentado e belo. Um cálice que trazia nada mais do que um produto orgânico, natural, de origem vegetal… e totalmente letal. Passo após passo, volitando na calada da noite, no silêncio sepulcral da escuridão, sendo vigiada por olhos que nada fazem, bocas fechadas na discrição juramentada de não intervir, o fim encontrará a sua última linha escrita na vida de alguém. Em instantes, o conteúdo da taça será sorvido e nada mais aquele que saboreará o letal doce/amargo sabor da morte verá em sua vida que já estará finda.

E esta foi mais uma vítima de Locusta da Gália. Continuar lendo “Quando a comida torna-se mortal: a história de Locusta da Gália” →

A moderna invenção para captar água que já existia antes

Como sempre, políticos aproveitam-se da ignorância das pessoas (eu prefiro achar que esses políticos não são débeis mentais, já que político não se confia). Recentemente, um desses idiotas mostrou uma grande inovação do povo simples do interior e altamente sustentável: cisternas. Quanta inovação, teria pensado um mesopotâmio. Continuar lendo “A moderna invenção para captar água que já existia antes” →

O papiro de 16 metros encontrado em Saqqara, no Egito

O Egito é uma das civilizações mais famosas e que despertam interesse e penetra fundo no imaginário popular. As Pirâmides, os templos, e, claro, as múmias. Não apenas isso, os magníficos hieróglifos esculpidos em pedra, pintados sobre gesso e escritos em papiro. O Egito não para de trazer maravilhas enterradas sob a areia milhares e milhares de anos, e a todo momento há algo fascinante emergindo, como o enorme papiro encontrado, com quase 16 metros de comprimento.

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O estupendo Túmulo dos Vinhedos

Você está acostumado com as Grandes Pirâmides de Gizé, túmulos dos reis Khufu (em grego, Quéops), Khafre (em grego, Quéfren) e Menkaure (em grego, Miquerinos). O problema é que os grandes reis viram que construir pirâmides daquele tamanho monumental era dispendioso e não ajudava em nada a proteger os pertences dos reis de ladrões. Então, tiveram a ideia de construir túmulos bem longe dali, no chamado Vale dos Reis, perto da capital do Império Egípcios, Tebas, hoje chamado Luxor. Foi lá que foi feita uma das maiores descobertas arqueológicas de todos os tempos: o túmulo de Tutancâmon.

Mas não eram apenas os reis que tinham seu vale de descanso eterno. Continuar lendo “O estupendo Túmulo dos Vinhedos” →

Nefertiti: Rainha, Poder e Mistério

Os pés mundanos caminham pelo terreno outrora sagrado. A luz intensa açoita quilômetros e mais quilômetros quadrados em volta e nada demais aparenta. Apenas deserto, areia, cascalho e pedras, mas há muito mais que os pobres olhos humanos podem ver. Os pés cautelosos temem estragar algo importante, algo irrecuperável se destruído, enquanto outros pés despreocupados caminham pela região, pouco importância dando. Apenas pagaram, faça-se o serviço, e apenas isso. Continuar lendo “Nefertiti: Rainha, Poder e Mistério” →

Sumérios ensinam como fazer cerveja. Prove você também

Cerveja é uma coisa que une nações. Ninguém fez amigos ao marcar com um pessoal para beber água mineral juntos. Cerveja está presente desde que começaram as civilizações, talvez até antes. Você sabe, Egípcios faziam cerveja; aliás, a mais antiga cervejaria do mundo foi encontrada lá. Os Babilônios tinham cerveja, os Hititas faziam cerveja, judeus faziam cerveja. Todo mundo fazia cerveja, inclusive o pessoal de Java na era pré-islâmica. Romanos faziam, mas não eram muito chegados na cerveja, mas o pessoal que ficava entre os dois rios (em grego: Mesopotâmia) adorava o suco de cevada.

Já pensou se você pudesse ter um saborzinho dessas antigas cervejas? Bem, você pode.

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Um vinho velho, marcante com notas distintas e de 8 mil anos

Encher a fuça de álcool não é novidade alguma desde a antiguidade. Mas quando falo “Antiguidade”, eu falo Antiguidade MESMO! Eu até citaria os relatos bíblicos, mas eles são muito recentes (par fins históricos), já que a redação final do Velho Testamento (a Tanakh hebraica) ficou lá pelo século 6AEC. Pessoal já enchia a cara antes disso, apesar de muitos crentes dizerem que o vinho da Bíblia era praticamente suco de uva, sem álcool, enquanto Noé dançou pelado, totalmente bêbado, e as filhas de Lot encachaçaram o pai para conhecê-lo melhor, em termos bíblicos.

Mas qual e o mais antigo exemplar de vinho já encontrado? Continuar lendo “Um vinho velho, marcante com notas distintas e de 8 mil anos” →