Produzir vacinas nem é muito problema. O problema é pesquisa-las, desenvolvê-las e, uma das piores partes, transportá-las. Sim, porque não basta você ter toneladas de vacinas se não tiver como leva-las até quem precisa. Seguindo o preceito que o artista tem que ir aonde o povo está, com vacinas não é diferente e é preciso achar um meio de leva-las até Piraporinha do Mato Dentro, no interior do Acre, ou para a Miserábia Setentrional, num daqueles rincões perdidos perto de Deusmelivrestão.
O problema básico é que vacinas precisam ser acondicionadas de modo que fiquem entre 2 e 8ºC. Só arrumar um gelinho em volta não rola quando você tem que percorrer grandes distâncias. Então, temos que apelar para geladeiras que funcionem a bateria, gasolina ou mesmo ligadas a geradores. Será que algum químico poderia nos salvar?
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