Grandes Nomes da Ciência: Ignaz Semmelweis

A mulher em pânico é trazida para a enfermaria. Ela lutava, mesmo com sua enorme barriga, prestes a dar a luz. Ela se recusa a entrar e a enfermeira passa trabalho para contê-la. Outra enfermeira chega, mas a mulher escapa e se ajoelha perante o homem que está à sua frente. Ela não quer morrer. O homem se abaixa e pergunta o que houve e a mulher explica que ficar ali era o mesmo que ganhar uma sentença de morte. Ele lhe diz que na outra enfermaria não havia mais espaço, mas que ele faria de tudo para que ela e o bebê não sofressem nenhum mal.

O homem alto e calvo não conseguiu cumprir sua promessa. A mulher morreu de febre puerperal, o homem ficou no canto, consternado por não ter cumprido sua promessa, mas seu legado contaria uma história diferente. Este homem era Ignaz Semmelweis

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Hutch, o robô extensão do seu próprio corpo

O mundo da telepresença é algo fascinante. Você poder interagir a distância com um ambiente, mesmo estando a quilômetros dali, dá um gosto todo especial de ficção científica, mas que é realidade. Não vivemos no futuro. Vivemos um presente maravilhoso, com um amargo gosto de passado quando vemos que muita coisa não mudou há séculos.

Alguns pesquisadores da Universidade Internacional da Flórida resolveram deixar de lado um pouco os Everglades para criar algo mais maneiro: um policial de aço Jiban robô controlado à distância, repetindo o movimento de uma pessoa de verdade, nos mínimos detalhes.

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Homem recebe prótese de mão com capacidade de sentir tato

Há 9 anos, o destino foi cruel para com um homem. Este homem, por causa de um rojão ,perdeu uma de suas mãos. Dennis Aabo Sorensen viu sua vida esfacelar, pois perder partes do corpo não deixa ninguém feliz, ainda mais se não estava corroído por algum câncer. Denis. Só havia o pranto e o desespero. A tecnologia tinha provido Denis de uma prótese, mas não é a mesma coisa. Não poder acariciar alguém, sentir o toque liso e frio de um simples copo, é privarmos de um dos principais sentidos: o tato.

Em meio a luzes frias, um suave ruído dos reatores de lâmpadas fluorescentes, pessoas trabalham para contornar isso. Elas não olham pra cima pedindo soluções. Elas olham pra baixo buscando respostas;. e estas respostas deram a Denis a primeira mão capaz de registrar a sensação de toque. Sim, ele tinha tato novamente!

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Nova técnica usa terapia genética contra cegueira

O mais importante dos sentidos, com certeza é o tato. Sem ele, estaríamos incapazes de perceber o perigo à nossa volta, nos machucaríamos, quebraríamos ossos e nada sentiríamos. Ainda assim, a visão é o sentido mais lamentado por se perder. A perda do tato não nos permite sentir nossos entes queridos e interagir com o mundo, mas deixar de ver o mundo também é deplorável, apesar de eu achar que qualquer sentido que se perca fará uma imensa falta.

A Ciência corre cada vez mais rápido e a meta é tentar fazer o milagre de fazer cegos enxergarem (de verdade e não mandingueiros trapaceiros que pagam gente para se fingirem de cegos). A ferramenta está em nós mesmos, então, as pesquisas apontam o uso de terapia genética.

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Problemas com gravidez? Troca logo o útero, como fizeram na Suécia

Problemas de gravidez é algo muito grave. Dada a gravidade da situação, médicos da Suécia resolveram que não era para brincar em serviço e radicalizaram de vez! Testaram uma nova técnica em nove mulheres, que receberam um presentão para depois tentarem um presente ainda maior: um útero, no primeiro tipo de transplante desse tipo.

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Governo dos EUA pretende regulamentar transplantes de mãos e rosto

Transplantes foram uma das maiores conquistas da ciência médica. Milhões de pessoas conseguiram viver mais tempo por causa deles. Hoje, além de coração, fígado, pulmão, rins, pele, córneas etc, conseguimos desenvolver técnicas para transplantes de mãos, braços, pernas e até mesmo rostos. Entretanto, transplantes de mãos e rostos são um pouco mais complexos do que os outros órgãos. assim, o governo norte-americano estuda criar novas regulamentações para esses procedimentos.

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Inventada técnica não-invasiva de detecção de malária

Malária, políticos e pastores safados, como qualquer doença parasitária, são um enorme problema, que normalmente ataca a pobretada. Quem mora na Barra da Tijuca muito dificilmente contrairá malária. No máximo, serão vizinhos dos outros dois. Sua determinação é feita através de exame parasitológico do sangue em gota-espessa, cujo resultado sai entre 20 minutos a pouco mais de uma hora (maiores informações no PDF do manual de diagnóstico laboratorial editado pelo Ministério da Saúde).

Obviamente, você irá me perguntar: "André, ó, André! Seria possível ter algum método de detecção da malária sem ter que tirar sangue do paciente?"; e eu vo-lo responderei: Eu vos dou A CIÊNCIA!

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A quantas andam as cirurgias robóticas?

O mundo está cada vez mais tecnológico, desde que o primeiro macacão badass resolveu usar ossos como armas para caçar ou mandar seus desafetos pra vala. Automatizamos carros, aviões, navios, celulares, computadores, video-games etc. Seria justo pensar em, quem sabe um dia, termos máquinas que pudessem fazer intervenções cirúrgicas; verdadeiros robôs a serviço da causa médica. Mas será que estamos preparados? E os riscos?

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A engenharia que toca o coração faz milagre novamente

Um dos grandes problemas da ciência médica é em relação a transplantes. Por um lado, não se tem doadores de órgãos em quantidade que possa atender todos na fila de espera. Por outro lado, temos os problemas de rejeições, obrigando os pacientes a tomarem imunossupressores, o que acarreta em vulnerabilidade a doenças infecto-contagiosas. Pesquisadores no mundo inteiro se perguntam: seria possível construir um coação artificial eficiente? Sim, é. O primeiro coração artificial propriamente dito foi criado em 1982, apesar de haver modelos mais, digamos, primitivos inventados na década de 1940.

Hoje, um homem carrega dentro de si a mais moderna tecnologia médica em uma prótese novinha em folha, mais eficiente e, espera-se, definitiva.

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Equipe de Fórmula 1 patrocina mão biônica a fã de 14 anos

Li hoje uma postagem do Meio Bit que me fez me auto-xingar a mim mesmo (sic) muito. Nem precisei do Twitter. Era a história de dois garotos nos idos de 1957 que corajosamente (ou inocentemente, o que não faz diferença) escreveram ao National Institutes of Health (Instituto Nacional de Saúde), solicitando uma verba altíssima (10 dólares da época) para a construção de um… foguete. Ernest Allen, chefe do Departamento de Verbas de Pesquisa, apresentou a carta em uma reunião e os cientistas lá resolveram fazer uma vaquinha e mandaram os 10 merréis pros garotos. Eles ficaram felizes e conseguiram construir o foguete. Leiam o texto do Cardoso ou quebro as suas pernas.

Leram? Ótimo. Alguns de vocês devem estar pensando que isso é coisa de antigamente, e que hoje bilionários não gastam rios de dinheiro em entidades filantrópicas. Entretanto, um menino de 14 anos e fã de Fórmula 1 (coisa que eu não vejo a menor graça) resolveu pedir uma mão biônica ao chefe de equipe da Mercedes e…

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