Cientistas usam bactéria para criar um “transístor” biológico

O mundo da informática moderna não seria o que é sem os transístores. Sua invenção foi tão importante que deu de presente aos seus inventores — John Bardeen, Walter Houser Brattain e o egocêntrico William Bradford Shockley – o prêmio Nobel de 1956. Ele é uma das poucas coisas que consegue ser melhor que a Natureza, ainda mais que ter um não ter um transístor não faz nenhuma diferença no mundo biológico.

Entretanto, não seria legal se tecidos biológicos pudessem emular as funções de um transístor? O que você chama de ficção´, eu chamo de Ciência!

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Impressoras 3D ajudando no estudo de fósseis

Fósseis são muito importantes. Eles nos ensinam mais sobre o passado da Terra e sobre os seres que viveram. A saber, todas as espécies fossilizadas que foram descobertas até hoje é uma ridícula fração de tudo o que já viveu. O processo de fossilização é demorado e difícil, e muitas das espécies do passado não tiveram a sorte de serem fossilizadas para que cientistas pudessem estudar. Por isso, cada fóssil é tratado como o tesouro que ele realmente é, e muitas vezes não se pode nem movê-lo para não destruí-lo.

Levando isso em conta, como cientistas poderiam estudar fósseis e compartilhá-los com seus colaboradores ao redor do mundo? Como um estudante da Nova Zelândia estudaria fósseis encontrados no Chile? A resposta vem através de impressoras em 3D, que literalmente imprimem uma cópia do fóssil para que possa ser compartilhado.

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FDA aprova comercialização de olhos biônicos

É difícil dizer qual de nossos sentidos é mais importante. A saber, seria o tato, mas eu particularmente gosto de todos os meus, inclusive do 7º (ainda mais se estiver enfrentando algum maluco com armadura esquisita). Ainda não conseguimos algo que restaure a sensação de tato a pacientes que sofrem de neuropatia sensitiva autonômica hereditária. O paladar é outro problema, mas conseguimos fazer surdos escutarem e a próxima etapa é fazer cegos enxergarem, mesmo porque, olhos biônicos já estão no mercado europeu desde 2011 e agora foi a FDA americana quem autorizou sua comercialização.

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Cientistas do século XVI já usavam Facebook antes de existir Facebook

Quanto mais jovens somos, mais temos a impressão que o mundo surgiu como é do nada, PUF! Quanto mais jovens somos, mais achamos que o pessoal da Terra ovem está errado: O mundo NÃO TEM 6000 anos e sim a nossa própria idade. É divertidíssimo ver a expressão de crianças e adolescentes ao lhes dizer que o Homem foi à Lua com um computador no módulo inferior ao meu relógio de pulso e que os modernos smartphones de hoje superam e muito os primeiros aparelhos de ultrassonografia. Muitos conceitos que temos hoje á eram conhecidos (e usados) pelos mais antigos, bem antigos. Enquanto Arthur Clarke já tinha imaginado a Internet, Isaac Asimov idealizara a Wikipédia e Ray Bradbury previra o Brasil. Então, você pensa que, sim, podemos ser criativos e idealizar coisas novas, como redes sociais, mas estudantes do século XVI já tinham a sua própria e nem mesmo o conceito de nickname é novo.

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Pesquisadores encontram um tesouro em meteoritos

Ciência é, por si só, um dos maiores tesouros da humanidade, mas alguns acham que isso é pouco. Não são muitas as descobertas que levam a riquezas no modo comum de se ver isso. A busca por metais preciosos acompanham o Homem desde que o mundo é mundo, mas nem sempre se consegue isso. Cientistas estudam agora um meteorito que foi recuperado 22 de abril de 2012 AAM (Antes do Apocalipse Maia) em Sutter Mill, local onde começou a Corrida do Ouro na Califórnia, em 1849 California.

Para a Ciência, um meteorito (aquilo que vocês chamam de “pedra que caiu do Espaço”) é tão precioso quanto o elemento de número atômico 79.
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Os esquisitos crânios deformados de mexicanos do passado

No filme do Indiana Jones, o arqueólogo malvadão sai em busca de caveiras pré-colombianas, as chamadas caveiras de cristal. Longe de serem artefatos extraterrestres, que na verdade eram "ossadas" de antigos ETs (sim, spoiler. E o dr. Jones tem um filho, o pai dele já tinha morrido e ele continua com medo de cobras. Me processe). Infelizmente, a realidade não é bem essa e as caveiras não tinham formato esquisito.

Agora, arqueólogos escavavam um cemitério pré-hispânico de mil anos de idade, no sul do México. E o que tem lá é bem estranho.

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Eu, pequeno Cão-robô

Vocês devem se lembrar do Aibo, o cão-robô desenvolvido pela Sony e produzido entre 1999 e 2006. Mas seu foco era ficar dentro de casa. Ter que se deslocar por terrenos acidentados era um sacrifício para ele. A Boston Dynamics, entretanto, está indo por outra direção. Seu robô-canino é focado por se deslocar em qualquer tipo de terreno, avaliando o ambiente em volta e decidindo como andar pelo local em questão.

E mesmo assim, não é só isso.

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Pistas de nossas antigas chuvas esquecidas

Olhamos para o passado mediante pistas que existem hoje, no presente. Sabemos de seres vivos que já não existem mais mediante seu registro fóssil, que pode ser desde um dente até uma pegada. Sabemos de como era a superfície do planeta mediante rochas e como era a atmosfera com a análise de amostras de gelo  retiradas da Antártida. Agora, sabemos mais ainda sobre como era a atmosfera em tempos há muito esquecidos por meio de uma coisa tão simples que mal nos damos conta quando cai, a não ser se seu maravilhoso penteado foi feito à base de chapinha: a chuva.

Mas como analisar chuva antiga?

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O faxineiro suíço do Espaço

Desde que começamos a nos aventurar pelo Espaço, levamos o melhor e mais abundante que podemos produzir: lixo. Desde uma ferramenta até restos de foguetes e satélites, vários corpos estão orbitando a Terra, além da Lua e a ISS. É o chamado “lixo espacial”. Você pode achar que um parafuso não é nada demais, mas quando ele está sendo acelerado a velocidades de milhares de quilômetros por hora, vemos que ali não é um lugar muito legal para dar mole, nem pros astronautas, nem pros satélites artificiais. Ali é um grande estande de tiro, mas a solução parece estar vindo, pontual e certeira como um relógio.

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Arqueólogos norte-coreanos encontraram um ninho de unicórnios. Sim, é pra valer!

De pé, ó vitimas da fome. De pé, famélicos da terra. Da ideia a chama já consome. A crosta bruta que a soterra!

O brioso povo eleito da Coreia do Norte – ciosa em sua economia de primeira linha, com um líder carismático e um dos maiores exércitos do mundo, posicionando-se contra os males do decadente capitalismo ocidental – nos brinda com o melhor de sua ciência, já que arqueólogos encontraram uma caverna onde unicórnios moravam.

Massageando a testa e escapando dos coices, esta é a sua SEXTA INSANA!

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