Ethan Hauschultz era um bom menino. Ele tinha 7 anos e tinha a feição de ser uma criança boa, amiga e gentil. Infelizmente, Ethan era uma criança apenas e isso foi o que lhe sentenciou à morte. Foi amarrado, surrado, espancado e enterrado vivo num caixão na neve. Ethan morreu de hipotermia.
A acusação apontou o seu crime: não saber versículos bíblicos. Muito mau você, Ethan.
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Nada pior que fanatismo, que leva a atos absurdos e insanos. Um exemplo disso aconteceu no Japão, em 20 de março de 1995, no que ficou conhecido como Ataque ao Metrô de Tóquio. O motivo do atentado? Não foi por fronteiras ou por libertação de presos políticos. Simplesmente por causa de religião, aquela coisa que religiosos dizem ser muito importante para fazer as pessoas mais éticas, sem a qual cairíamos na barbárie.
Já fez 20 dias desde que Marielle, a famosa vereadora que ninguém conhecia até seu fatídico dia, foi assassinada junto com seu motorista. Todo mundo rasgou as roupas de consternação, prantou-lhe o seu ocaso, choraram e exigiram Justiça. Artistas internacionais como Viola Davis, 
Vocês sabem aquele velho adágio que religião faz as pessoas melhores. Só a religião faz com que a pessoa tenha fundamentos éticos e os que não têm nenhuma religião não têm moral alguma e acham que podem fazer o que quiserem. Eu já postei como na África tem esse pessoal tosco que acredita em vudu (que sabemos ser coisa pra Jacu), mas na Grã Bretanha tem crianças sendo assassinadas, pois algum imbecil acha que elas estão….
Há um problema sério hoje em dia. É uma coisa séria e as pessoas estão ignorando. O Tio Bem ensinou há muito tempo: grandes poderes trazem grandes responsabilidades, mas as pessoas estão ignorando isso. Acham que não devem ser responsabilizadas por quaisquer burradas que por ventura venham cometer. Afinal, inventaram que não devemos culpar a vítima. Mas em muitos casos, a culpa É, SIM, da vítima.
Léo Montenegro era um articulista do jornal O Dia, do Rio de Janeiro. Em suas crônicas, sempre tinha alguma situação engraçada, com personagens diversos. Desde a senhora gorda, até um negão e um sujeito com capacete de Jim das Selvas. Era o cotidiano insano de subúrbio que, em quase todas as histórias, acabava com pessoal saindo na porrada.