Os Estados Unidos é uma espécie de Brasil com dinheiro. Alguns poucos lugares desenvolvidos (não muito) e um monte de caipiras. Um exemplo clássico é o Tennessee, que é tipo São Paulo, mas com whisky que presta e sem a mania de colocar purê em cachorro quente, além de saberem a diferença entre biscoito e tapa na cara. Sim, o Tennessee não é um fracasso total.
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Tirei o dia para preparar umas surpresinhas para vocês. Queriam mais um ebook, estou preparando. Querem um sobre análise religiosa? Tamos aí. Isso para agradar aos meus leitores. Coo eu sei disso? Porque eu fiz uma enquete para saber mais sobre vocês. O retorno está ótimo e sei muito mais agora sobre vocês, principalmente cm as perguntas que eu não fiz, mas isso é detalhe.
O governo da Austrália anunciou nesta sexta-feira que vai dobrar as taxas de cursos de Humanas. Isso causou um alvoroço e pessoal até largou o bong para reclamar. O motivo que o governo Canguru deu foi que, de repente, os alunos se interessem por coisa que preste e que seja mais útil e relevantes para o mercado de trabalho, como os cursos de STEM, sem o A. meter o “A” é coisa de pedagogo.
Eu já contei (há anos!) sobre 
Este seria uma típica ideia tão tosca que ninguém deveria ter tido. Mas tiveram. Um grupo de engenheiros, fazendo uso de suas atribuições numa de suas definições*, acharam que seria maneiríssimo ter algo que enfie um troço na sua boca e vá até a garganta. Sim, eu sei o que você está pensando, mas não é isso. É pra testar o paciente suspeito de ter coronavírus.
Mais um domingão, mais uma saraivada de insanidades para coroar a semana. São dados de saúde que somem, gene louca escrevendo asneiras, cidades agindo de maneira retardada… Tá tudo ótimamente bem, já que meu cinismo não espera mais nada de bom. E quem não espera nada que preste só terá surpresa positiva ou algo dentro das expectativas.
Como eu sempre digo, nada é tão pior que a religião não coloque o dedo e estrague de uma vez, levando tudo para as raias retardadas da insânia. Um exemplo é a atual crise mundial por causa do coronavírus, ou corona vírus ou COVID-19 ou a bactéria filha da puta, este micróbio do caralho! Como lidar com isso? Quarentena? Lockdown? Cloroquina? Tem coisa mais retardada que aplicar cloroquina? Acho que não, mas os indianos disseram “segura o meu lassi”.
Todos nós pensamos que para se publicar um artigo num periódico com revisão de pares (também chamado peer review ou “periódico indexado”, mas carinhosamente chamados de “papers”) era preciso altas pesquisas, artigos seriíssimos, análise de dados aprofundados. Bem, não é que não precise. Precisar, precisa. Mas sempre tem aqueles que resolveram dar um balão, chutar o pau da barraca e mandar pra frente. Às vezes, conseguem seus intentos; sendo que alguns deles são bem lacônicos. Alguns, lacônicos até demais.
E seguindo mais uma vez o lema “nada é tão ruim que políticos metendo a religião no meio não possam piorar” temos o caso que está acontecendo no município de Ladário, situado na região pantaneira de Mato Grosso do Sul, com mais ou menos 17 mil habitantes, e que eu nunca ouvi falar (a bem da verdade, só conheço a capital de MS: Redmond). Em face à epidemia de coronavírus, o prefeito resolveu apelar para o combate apelando para o que ele considera ser mais efetivo contra o coronga: pensamentos e orações.