Qualquer pessoa com um sistema de empatia melhor que a de um porífero não vê com satisfação um mendigo na rua. Claro, tem aqueles que se incomodam, pois isso estraga a vista de seu mundinho lindo e maravilhoso, qual o mundo de Oz.
Como ser mendigo não é fácil (alguns no Brasil tiveram que conseguir um mestrado e doutorado para isso), fica difícil concorrer se não tiver as ferramentas certas. Para tanto, um grupo de designers está tentando ajudar os pobres marginalizados, dando a eles… novas tabuletas.
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Antes, todo mundo queria ir pra Disney, mas isto ficou sem graça. Até pobre vai pra Disney. Se bobear, EU vou pra Disney. Agora, muita gente cansou de ficar viajando pelo mundo afora. O planeta ficou pequeno e, claro, ninguém pensa em visitar a Somália ou Miammar (ainda mais que quem mora nesses lugares quer ralar peito assim que puder). Depois do chromakey, é fácil "visitar" estes lugares e pagar de bom moço. Não, não. A moda agora é os ricaços fazerem turismo espacial e, dentro em "breve", o turismo já terá destino fixo: Marte, o planeta-motherfucker-guerreiro.
Hoje é segundona pós Dia dos Pais. Ontem foi data em que comemoramos aquele que mais atura alienados no mundo… ah, não, desculpem. Estes são professores, mas é quase a mesma coisa, com a diferença que professores aturam os alienados DOS OUTROS.
ANTES que vocês venham me xingar, temos que ser sinceros. Há MUITA gente fazendo Ciência séria aqui. Outros querem fazer, mas não deixam; e tem aquele bando de vagabundos que vivem inventando “pesquisas” que mais se destinam para anormais (UnB, estou olhando bem na sua direção) ou então travestindo pseudociência cromoterápicas de medicina. E nem vou mencionar as besteiras chamadas homeopatia e astrologia. E um dos principais problemas é a falta de desafios ou o engessamento, mediante politicagens, do desenvolvimento científico no Brasil.
Schadenfreude é uma expressão alemã cuja paráfrase significa "ficar contente pra cacete quando alguém se ferra". Bem, foi mais ou menos isso que senti (mais pro lado do mais) com o que aconteceu com o pastor da Igreja Quadrangular, quando o pessoal resolveu, diante de uma manifestação evangélica de liberdade de expressão, expulsá-lo dali quase na base da porrada. O motivo? Bem, acharam que ele era um ativista gay por causa da bandeira. Voltamos depois do break, quando eu parar de rir.
O ser humano é estúpido. Disso não há sequer sombra de dúvidas, mas alguns exageram na idiotice. Tudo começa quando os retardados nascem. Sei lá, algum problema de cromossomo a mais ou a menos. Segundo, os imbecilóides resolvem ser preconceituosos. Terceiro: se acham raça pura e se intitulam neonazistas.
No mundo de Qward, inserido no Universo de Anti-matéria – mais conhecido como Internet –, circula uma historinha curiosa. Um cabaré lá pra dentro do Ceará (e o único cabaré legal que eu tenho notícia é o show da Broadway) resolveu incrementar seus ganhos, mas a ira do poderoso Senhor dos Exércitos mostrou que ele é "o cara" e mandou os negócios pra vala. A dona do Cabaré disse "not on my watch" e assim começa mais uma história de amor e temperança dos cristãos.
Normalmente, o ser humano, quando em grandes grupos, pode ser classificado de uma forma bem simples: bando de idiotas! As pessoas acham que só porque um bando de gente cisma de fazer manifestações que aquilo é sinal de uma unificação de desejos, mas não é bem assim. Pelo menos, é o que uma pesquisa indica. Uma pesquisa pra lá de óbvia, por acaso.