Padre vai em cana após gastar dinheiro da igreja em cassino

Estamos em pleno janeiro, com sol brilhando, calor aumentando e meu banheiro todo quebrado em reforma. Nada pode ser mais feliz do que isso, ainda mais por eu não ser fiel da paróquia de Las Vegas, o antro do pecado, com jogatina, mulher bonita, bebidas, jogatina, mulher bonita, shows, bebida, jogatina, mulher bonita, padre gastando o dinheiro da igreja e… HÃÃÃÃ?

Um padre achou que não haveria mal em pegar “emprestado” alguns dólares para fazer uma fézinha nos cassinos. A coisa ficou tão escandalosa que o FBI grampeou o cara e ele agora vai ver Jesus nascer quadrado de dentro cadeia. Hallelujah!

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Cientista culpa James Bond por aversão a energia nuclear

Nos meus memoráveis anos da infância/adolescência, eu sempre adorei os filmes do James Bond. Carros de luxo, cassinos, tiroteio, violência não muito violenta e 007 pegando tudo que era rabo-de-saia que aparecesse, enquanto tomava uma vodka-martini (batida e não misturada) e fumava um cigarro. Em anos politicamente corretos, o James Bond de Sean Connery não teria lugar. Tempo foi passando e eu preferi filmes mais dramaticamente profundos e com linguagem própria (Rambo, Comando para Matar, Braddock e etc). Outra coisa que eu apreciava muito eram os imensos cenários, rodados nos estúdios da Pinewood, onde o vilão parecia sempre viver num imenso hangar, armazém decoradíssimo ou coisa que o valha.

Uma das aventuras era contra Goldfinger, cujo plano diabólico (sim, vem um tenebroso spoiler) era explodir uma bomba atômica em Fort Knox, deixando toda a reserva em ouro dos EUA radioativo, fazendo o preço do metal ir às alturas (Nixon ainda nem sonhava em ser eleito presidente, se me compreendem). Enquanto vivíamos o pesadelo da 3ª Guerra Mundial ali na esquina, com uma chuva de ICBM caindo em nossas cabeças, James Bond lançou o medo do poder do átomo. Começou com a disseminação do cagaço e das críticas negativas no tocante da energia atômica. Bom, pelo menos é o que a Royal Society of Chemistry acha.

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Descoberta nova espécie de planta assassina

Nós, seres humanos antiéticos, normalmente somos especistas e pouco nos importamos com outros animais. Agora, muito pior é quando reinos atacam reinos e uma verdadeira guerra começa. Nos recônditos do reino Plantae, há algumas criaturas maléficas que caçam, enganam e devoram animaizinhos indefesos. São as chamadas "plantas carnívoras", o pesadelo dos pobres e éticos vegans. Em termos de tamanho, as maiores são do gênero Nepenthes e Triphyophyllum, que podem ter até dezenas de centímetros de altura e/ou largura. Plantas destes gêneros são capazes de devorar até mesmo rãs! (não, não é daquelas rãs gigantes também, engraçadinho). Existem até mesmo plantas carnívoras subaquáticas, como as do gênero Utricularia. Agora, foi descoberta uma nova espécie de plantas carnívoras. O que ela tem de diferente? Ela caça suas vítimas embaixo da terra.

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Os segredos da visão estereoscópica

Uma das maravilhas em nossos olhos é perceber o que chamamos de "3 dimensões". O mundo é muito diferente ao se olhar pela janela do que o que vemos na tela de um computador. Até mesmo o cinema em 3D não se compara ao nosso dia-a-dia.

Cientistas procuram entender como acontece (e onde) a chamada "visão em 3D", mais corretamente chamada de visão estereoscópica. Estudando regiões do cérebro de macacos rhesus, os pesquisadores tentam desvendar o que se passa dentro do cérebro de forma que ele consiga perceber o mundo que nós vemos.

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Time Tree: Descubra a diferença evolutiva entre você e seu vizinho

Muitas vezes, quando se escreve sobre elos entre as espécies e ancestrais comuns, acabamos dando informações que parece mágica, já que pela Lei de Clarke, qualquer tecnologia avançada é indistinguível de magia.Quando me fazem uma pergunta do tipo "Alguém consegue me dizer se o DNA humano tem alguma semelhança com o DNA de uma planta? E de quanto é essa semelhança?", basta saber quando o ancestral se dividiu (já que ninguém seria tão idiota em querer saber o percentual de diferença exato entre um ser humano e uma planta). Para isso, faço uso do Time Tree.

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Matemática deliciosa: Sobre as formas do macarrão

Eu aprecio uma boa massa. Gosto muito de macarrão e seus variantes. Salvo miojo, pois, como sabemos, miojo não é comida. Miojo é um nojo , uma invenção japonesa que os kamikazes usaram para atacar Pearl Harbor, apesar do que a história convencional conta. Seja espagueti, ravioli ou capeleti (sim, aportuguesei como manda a norma culta), pessoas de bom gosto apreciamos uma boa massa bem temperada com um molho bem feito acompanhando, um bom vinho e uma conta absurda no restaurante.

Olhando para os diferentes tipos de massa, não nos damos conta da sua enganosa simplicidade de formas, mas esta simplicidade não engana os olhos dos matemáticos, onde alguns deles — por pura falta do que fazer, mas bom senso de observação — procuram dar nomes aos bois… ou fórmulas às massas.

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A câmara venérea da NASA

Eu pensei em vários títulos quando eu vi a notícia sobre a qual falarei. Pensei também em "NASA traz o Inferno para a Terra", por exemplo. Mas vamos manter o título atual. Tudo porque a NASA procura entender como se dá o ecossistema venusiano (sem os incas). Os engenheiros do Centro de Pesquisa Glenn trabalham numa câmara que terá a missão de reproduzir as condições ambientais de um do mais violentos (senão "O" mais violento) dos planetas do Sistema Solar: Vênus, uma fornalha gigantesca em forma de planeta, com ácidos em suspensão em sua atmosfera densa, um efeito estufa que saiu de um pesadelo insano temperaturas que superam os 500 ºC.

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Governo pretende usar a Força para conter desastres (não, não destruirão Brasília)

Com tanto maluco conspiracionista por aí, eu fico pensando como é que ninguém até hoje questionou em que universo vivemos. Há maluco que até estabelece que a Terra não gira ao redor do Sol, portanto, eu posso pressupor que a Terra, ou melhor, o Brasil não está no Sistema Solar. Estamos no mundo de Qward, no Universo de Anti-matéria. Isso pretende explicar as sandices que eu leio no jornal, oriundo das “maravilhas” propostas pelos políticos brasileiros. Agora, na base do “depois da casa arrombada, tranca de ferro”, leio que o Governo Federal pretende criar uma força interministerial do diabo a quatro, pretendendo evitar desastres ambientais.

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The fish is on the table. Ou será no seu tapete?

Eu vejo produtos de "designers" como sendo algo fresco, normalmente feito no Photoshop e que viola as leis da Física. Já publiquei exemplos sobre isso, como a tal de BioLamp. Vez por outra, aparece coisas legais também, ainda mais quando se trabalha com a Física ao seu favor, mais especificamente, os efeitos ópticos. Um designer projetou um conjunto mesa de café+tapete. O resultado? Temperando com o algumas ilusões de óptica, temos um aquário e peixinhos nadando felizes.

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Tostines biológico: Peixe mimetiza polvo ou polvo mimetiza peixe?

Em termos de sistema de defesa, muitas vezes as pessoas confundem camuflagem com mimetização. Camuflagem acontece quando o animal se mistura com o ambiente, alterando o seu padrão de cor. Um perfeito exemplo é o camaleão (família Chamaeleonidae), que passa de rosa pra verde, pra cinza e assim sucessivamente. Mimetização é um pouco mais especializado, onde o bicho imita o ambiente, seja no padrão de cores (e não apenas A cor) ou no formato, como é o caso do bicho-pau (ordem Phasmatodea).

Os polvos, em geral, usam de camuflagem. Mas, o polvo mímico (Thaumoctopus mimicus) consegue  a façanha de imitar não só a aparência, mas o comportamento de outros animais, ganhando uma vantagem evolutiva que o permite continuar seguindo em frente na luta pela sobrevivência.

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