Eu vi uma pergunta no twitter interessante. Dado o poder da Estrela da Morte, seria possível ela destruir um diamante? A pergunta nem foi pra mim e sim pro Átila Iamarino, um dos responsáveis pelo canal Nerdologia, cujo sentimento que me ocorre é facilmente entendido como "e inveja fosse um soco, ele teria que investir em uma cadeira de rodas".
A pergunta sobre a Estrela da Morte poderia ser deixada mais simples: "É possível queimar um diamante?". Sim, é. Por quê? Porque este é mais um capítulo do LIVRO DOS PORQUÊS.

Enquanto estou sentado no meu trono, contemplando o Universo e todos os meus domínios, fico sabendo de tudo o que acontece pelos meus espiões espalhados em todas as galáxias. No reino do Absurdo, uma fração do mundo de Qward, no universo de anti-matéria (também conhecido como "Brasil").
Eu já fiz modelos do Sistema Solar quando era criança. Hoje em dia, é difícil isso acontecer, pois ele não contextualiza sistematicamente os vieses sócio-culturais de populações ribeirinhas, nem discute temáticas problematizadas da moderna conjuntura sociológica. nos acostumamos com o que vem nos livros e pronto. Muito mal a "professora" falará mais sobre isso do que uma ou duas aulas, já que há muito conteúdo a ser dado, nem que seja de forma rápida, errada e com muito pouca importância e/ou interesse.
A mulher em pânico é trazida para a enfermaria. Ela lutava, mesmo com sua enorme barriga, prestes a dar a luz. Ela se recusa a entrar e a enfermeira passa trabalho para contê-la. Outra enfermeira chega, mas a mulher escapa e se ajoelha perante o homem que está à sua frente. Ela não quer morrer. O homem se abaixa e pergunta o que houve e a mulher explica que ficar ali era o mesmo que ganhar uma sentença de morte. Ele lhe diz que na outra enfermaria não havia mais espaço, mas que ele faria de tudo para que ela e o bebê não sofressem nenhum mal.
O vírus é um dos meus seres vivos favoritos, pelo simples motivo que ainda não se decidiram se é ser vivo ou apenas uma PFDP (proteína fidaputa). São seres (?) tão sem ética que não guardam nenhum respeito para com seus colegas de classe, já que existem
Eu vi o filme “Ela” (Her) e o achei ficção científica de primeira qualidade. Trata-se de um cara cuja profissão é escrever bilhetes para os outros, o tipo de emprego que será muito requisitado no futuro, dada a quantidade de analfabetos e analfabetos funcionais que andam aparecendo por aí. Parece meio como a personagem da Fernanda Montenegro em Central do Brasil, mas diferente do filme brasileiro, o personagem de Joaquin Phoenix foi bem desenvolvido.
O mundo da telepresença é algo fascinante. Você poder interagir a distância com um ambiente, mesmo estando a quilômetros dali, dá um gosto todo especial de ficção científica, mas que é realidade. Não vivemos no futuro. Vivemos um presente maravilhoso, com um amargo gosto de passado quando vemos que muita coisa não mudou há séculos.
A história da Vida na Terra é uma historia de assassinos, silenciosos ou não. Desde meteoros até inundações. De terremotos até ação humana. De vulcões até… algas? Sim, algas. E alguma coisa estava clara que não ia dar certo quando muitas baleias começaram a morrer.
Eu vejo próteses diversas e fico maravilhado de como a Ciência & Tecnologia. Ligas metálicas, polímeros, compósitos e tudo de melhor que se pode usar para substituir ossos está sendo usado. Ainda assim, e por mais que se use motores e amortecedores, ainda não conseguimos algo semelhante aos músculos.
Os cabelos crespos (cognominado "cabelo ruim", "pixaim", "cabelo duro", "bom bril" etc.) tem grandes axiomas, e um dos meus preferidos é "cabelo crespo é que nem bandido: ou tá preso ou tá armado". Claro, como você ama Ciência, você adoraria saber por que ele age assim. E é isso que alguns pesquisadores estudaram. Eles queriam entender a física da bagaça, criando o primeiro modelo detalhado em 3D de um fio de cabelo crespo. Cabeleireiros agradecem (ou não).