Você já deve ter visto a quantidade de matérias e notícias sobre o caso envolvendo a Tay, um chatbot com algoritmos de aprendizado de máquina que era projetada para aprender e aumentar seu vocabulário conforme vai se comunicando. É uma ideia linda, ainda mais porque o chefe DVDM tinha ido pegar um café. Quando voltou era tarde demais pro Departamento do Vai Dar Merda fazer alguma coisa. Tay estava apresentando discurso de ódio, preconceituoso e até sendo favorável ao Trump.
Microsoft demorou pra agir, mas acabou tirando o chatbot do ar, com várias pessoas indignadas e outras criticando o futuro da Inteligência Artificial, um bando de manés que não sabem nem fazer uma planilha no Excel. Já eu vi algo fascinante (e não foi com a Thay).
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O Cristianismo tem muitas coisas legais. Eu adoro Jesus. Quando ele nasce eu ganho presentes, quando morre é feriado e quando ressuscita, eu ganho chocolates. Jesus é um cara bem legal. Tão legal que nunca condena ninguém. Daí, vem um monte de toscos e proíbem que comamos carne. Por quê? Qual o problema?
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Você é daqueles sacripantas desclassificados que acham que a bunda alheia é um território só seu? Você é daqueles que, ao ser pego em flagrante, solta aquela velha desculpinha esfarrapada “Não fui eu, foi a minha mão boba”? SEUS PROBLEMAS ACABARAM!
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Transplantes são muito legais, mas as pessoas insistem em precisar de órgãos compatíveis, o que nem sempre acontece. Os número de cirurgias tendem a crescer e, com isso, acaba uma escassez de órgãos. Seria tão legal se pudéssemos dar um jeito, né? A USP até poderia ajudar, mas suas verbas foram para produzir fosfoetanolamina e a UFRJ não está muito longe da penúria.
Como Desmond Morris disse no Macaco Nu, somos um bando de macacos assassinos. Nossa agressividade não é de hoje, vem ao longo dos milhões de anos de evolução biológica, herdada de nossos parentes répteis, até que o córtex cobriu tudo, varrendo essa agressividade para debaixo do tapete de neurônios mais “bonzinhos”… ou nem tanto assim.
Um fenômeno atual é aquele que o pessoal polariza tanto uma questão, com um discurso tão inflamado, idiota, tolo e irresponsável que acabam ficando com o mesmo discurso daqueles que eram contra. Uma posição tão diametralmente diferente, mas que parecem ser tão próximos.