Dizem que seres humanos são um grande mal deste mundo, pois causou a extinção de várias espécies. O fato de ter havido grandes extinções várias vezes, quando mais de 90% da vida na Terra ter ido pro saco de uma vez só, bem antes de sequer haver humanos, passa batido. Somos mais um agente da Natureza fazendo o que a Natureza faz de melhor: acabar com a própria Natureza, mas não tão eficientes quanto um meteorão do mal como o que caiu em Yucatán.
Podemos ter em mente que quando apareceram hominídeos, eles não fizeram nada além do que qualquer espécie faz: detonar com as demais. O problema é que nossos tatataravós desenvolveram tecnologias que os fizeram mais eficientes nisso. Estudos atuais estão apontando que começamos a mandar as grandes espécies (ou megafauna) pro doce colo da inexistência mais cedo até do que se pensava.
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Você sabe que, hoje, a enorme quantidade de plásticos joganos no ambiente é algo absurdo, principalmente as garrafas PET. Há muito tempo busca-se meios para conter esta poluição toda.
É público e notório que estamos com uma juventude fraca, desinteressada, birrenta e criadora de problemas, principalmente onde não há problemas. Simplesmente inventam, têm chiliques nas redes sociais, se preocupando com preocupações que não são em nada preocupantes, mas como não têm problemas maiores, acabam inventando alguns.
Uma das partes mais maneiras da Idade Média, fora ter 20 filhos, dos quais 18 iam morrer, era que todo mundo era endemoniado, todo mundo precisava ser exorcizado, nem que tivesse que ser jogado na fogueira ou coisas tão simpáticas como esta. Claro que isso parou no século XXI, certo? Enganou-se, filho (ou filha, ou programador Java, dependendo do gênero que você goste de ser chamado). Tem havido um aumento bem pronunciado na procura por exorcismos, a ponto dos padres o começarem a ligar para católicos mais
As pessoas parecem que vivem num mundo mágico. Principalmente aquelas que acham que pesquisas traduzem a realidade, quando sabemos muito bem que números não servem para isso. Números fazem a realidade. Um exemplo disso é uma pesquisa do Índice Anual da Situação da Ciência, organizado pelo Instituto 3M em 14 países, entre junho e agosto do ano passado, tendo entrevistado cerca de mil pessoas em cada um destes países. No cômputo geral, o Brasil se saiu muito bem, com o relatório apontando que 52% dos brasileiros dizem que se arrependem por não seguir uma carreira científica e 37% acham que a ciência tem um papel importante na sociedade.
Algumas histórias são incríveis, no sentido de realmente serem difíceis de acreditar. Coisas que escapam qualquer capacidade de encarar como verdadeiras, de tão fantásticas, mas tendo passado décadas em ambiente acadêmico e como professor, eu tenho certeza que esta, pelo menos, é verdadeira. A história de como um homem analfabeto foi sendo aprovado ano após ano, até se formar numa universidade e trabalhar 17 anos como professor.
Como determinar o que é verdade e boato? Como as pessoas parecem preferir tanto os boatos do que as informações verdadeiras? Bem, o marketing aprendeu há muito, muito tempo que não basta ter um bom produto. É preciso saber apresentá-lo. O hábito faz o monge? Sim, faz. E por “hábito” o dito está se referindo ao traje. Assim, a forma como você apresenta um material terá impacto na aceitação deste material, e isso serve até para divulgação científica, conforme um trabalho publicado demonstra.
Os transportadores ABC são uma das maiores famílias de proteínas, e estão presentes em todos os organismos vivos, desde bactérias até seres humanos. Os membros da família ABC são proteínas transmembrana (proteínas que atravessam a membrana celular, possuindo uma porção no interior da célula e outra no exterior) capazes de transportar diversos substratos através da membrana celular, com gasto de energia. Nas células saudáveis, os transportadores ABC têm diferentes funções, como transporte de sais biliares, colesterol, diferentes íons e ânions, porém, também estão relacionados com a resistência de células cancerígenas aos tratamentos quimioterápicos.
Na década de 60, Muzafer Sherif resolveu testar a Teoria do Conflito Realístico, em que grupos isolados concorrendo por recursos acabaria partindo pra selvageria. Ele testou isso num acampamento de escoteiros, separando dois grupos de jovens, que tinham excelente entrosamento entre si, mas passaram a hostilizar o outro grupo, porque perdiam as disputas e os brindes, quase chegando nas vias de fato.
Políticos têm alta tendência a agir como idiotas. Vide o Lindbergh Farias mudando seu nome parlamentar para Lindbergh Lula Farias. Gleisi Hoffman, também. Sim, eles representam bem parte de uma população retardada e ignorante. Mas bom mesmo é a doce hipocrisia dos chamados “pro-life” (pró-vida), como é o caso do ilustre senador Robert Nonini (ou Bob Nonini), candidato a vice-governo do estado de Idaho, EUA. Segundo ele, um republicano católico pró-vida rígido, mulheres que sejam acusadas de aborto, deveriam ser condenadas à pena de morte.