Um dos maiores problemas da Alemanha foi a Primeira Guerra Mundial. Eles começaram a ficar sem amônia, que é muito legal para produzir fertilizantes, mas também explosivos. Os aliados começaram a limitar o recebimento de salitre do Chile até esgotar de vez a fonte. Então, Fritz Haber desenvolveu o processo de síntese da amônia, tendo sido auxiliado por sua esposa Clara Immerwahr. Este processo é o chamado Haber-Bosch e praticamente extrai da atmosfera hidrogênio e nitrogênio do ar para produzir a amônia, de fórmula NH3. Só que aí tem outro problema: O nitrogênio é muito estável e se gasta grande quantidade de energia para promover a reação. As moléculas de nitrogênio e hidrogênio devem ser aquecidas a uma temperatura entre cerca de 350 e 550ºC, a uma pressão estúpida de 149,7 a 347 atm (1 atm é a pressão atmosférica ao nível do mar), com a presença de catalisadores à base de ferro. Ou seja, é uma bosta!
Será que cientistas conseguirão resolver este problema? Será que eles desenvolverão uma técnica capaz de ser mais sustentável? Bem, a pergunta está errada. Não é “Se” e sim “Quando”.
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Não, não é brincadeira. Pelo menos acho que não é. Pelo menos não deveria ser. Eu não sei se é, estou em sérias dúvidas, mas é isso mesmo. Uma pesquisa aponta que os polvos e lulas são criaturas “extraterrestres”. Sim, ET Lula Home. Não apenas isso, esses seres filhotes de Cthulhu evoluíram em outro planeta antes de chegar à Terra, há centenas de milhões de anos, caindo aqui sob a forma de ovos congelados.
Dizem que o que nos diferencia de outros animais é que um age com civilidade enquanto os outros se pegam de porrada em jogo de futebol. Fora isso, seres humanos são tidos como os únicos capazes de reter memória de eventos passados e repassá-las mentalmente. Saca aquele filme que você passa dentro da sua cabeça com o que lhe aconteceu? Pois é, pelo visto, outros animais também conseguem fazer isso. Não, o seu tio Astolfo continua zureta, mas é fingimento. Ele se lembra muito bem que lhe deve dinheiro, aquele cachaceiro.
Há algumas diferenças entre humanos e certos micróbios, principalmente se a gente der um rolé por redes sociais. De vez em quando eu acho inclusive que micróbios são melhores, mas não entrarei neste assunto. A semelhança entre nós e alguns extremófilos tem muitas similaridades de ordem química, pois estes seres pouco evoluídos (os extremófilos) precisam de sistemas básicos de conservação de energia e respiração, muitos dos quais são os mesmos em seres humanos também.
A má compreensão sobre a Ciência leva a pensamentos tolos e mesquinhos. As pessoas, na verdade, não passam de hipócritas, pois usam computadores, notebooks, tablets e celulares para dizer que Ciência não serve para nada. A Big Pharma é um câncer e o que é bom mesmo é ir na sua igreja ou qualquer outro templo religioso, mas na hora que o calo aperta, correm para a primeira farmácia. A pura hipocrisia.Este tipo de pessoa adora os presentes que a Ciência dá, mas não das perguntas que a Ciência faz. Perguntas demandam pensar e responder, e essa tosqueirada não quer pensar, mas acreditar.
Essa é uma das mais famosas questões importantes que ninguém se importa: afinal, por que o gelo é escorregadio? Da para fazer com que ele seja mais escorregadio? Que dia o Correio entregará a minha encomenda? Bem, a Ciência ainda não pode prever eventos regidos por fatores caóticos não determinísticos, mas conseguimos saber por que o gelo é escorregadio e como fazê-lo escorregar mais, mediante uma pesquisa séria que fatalmente estará candidata ao IgNobel.
O que leva as mulheres a se sentirem atraídas por homens (ok,