Tem muita coisa insana neste mundo de Hades. Ainda mais quando envolve alguma coisa com relação à burocracia estatal. Qualquer um que já teve que ir num cartório ou qualquer repartição pública sabe o inferno que é quando começam a pedir o CPF do seu avô irlandês que nunca pousou os pés no Brasil e tenho dúvidas se vovô Seamus sabia em que continente o Brasil ficava (sim, isso aconteceu comigo num cartório. Foi duro fazer um zé ruela entender que meu avô não só nunca veio aqui, como falecera em 1953, tendo o CPF sido criado em 1965, ainda com o nome de Cartão de Identificação do Contribuinte).
Quando se tem que lidar com a Caixa Econômica, então, é o ápice da insanidade. É tão insano as exigências que querem até saber o seu signo. Até isso eu tenho que decorar?
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Religiosos são estranhos. Eles vibram, torcem, fazem e tudo para que um evento catastrófico destrua o mundo. Podem reparar, eles chegam a ficar com os olhinhos brilhando ao dizerem que o mundo vai acabar e todas as pessoas irão sofrer e morrer e acabar no inferno da maneira mais horrorosa possível.
Um dos exemplos do que o Brasil mantém em caráter mundial é o nosso programa de vacinação. Nenhum outro país tem um programa de vacinação em larga escala como é no Brasil. Infelizmente, o Brasil é o que é. Não bastando ter uma administração tosca desde que acharam uma boa ideia fazer Capitanias Hereditárias, oferecendo para donatários que não queriam vir para cá, como tem uma população imbecil que odeia ciência e acha que pílula de Frei Galvão tem poderes mágicos curativos. 
Nem todo mundo sabe tudo. Na verdade, ninguém sabe tudo, pois todos os dias sempre tem algo aparecendo que nos faz querer saber mais. O não saber nunca foi problema na humanidade. Você ignorar um determinado tempo pode fazê-lo querer se aprofundar mais, investigar, perguntar a especialistas. Agora, tem o lado nocivo: os que não sabem e não querem aprender, impondo suas opiniões sem embasamento nenhum. Se recusam que você ensinem e lhe ameaçam.
O Sherlock Holmes original era viciado em cocaína. As versões modernas deram uma maneirada (ou mesmo omitiram isso). Na versão Sherlock da BBC, ele anda com trocentos patches de nicotina. Obviamente, ninguém chegaria a tanto, certo? Bem, nicotina é um dos alcaloides mais viciantes. Mais viciante que a cocaína, por sinal. Em todo mundo tem apertado o cerco a cigarros normais e os eletrônicos, principalmente os eletrônicos, que os dependentes químicos juram não ter nicotina e que podem parar quando quiserem. Muitos já pararam umas 5 vezes.
Eu adoro essas ações de “conscientes” prontas a salvar o mundo. E como bem sabemos, muitas dessas “ações” são basicamente uma forma de arrumar dinheiro dando um balão no Imposto de Renda; e isso vale para todo lugar, não só no Brasil. Assim, uma empresoca canadense – que os jornaleiros frisaram ser “financiada pelo bilionário americano Bill Gates”, mas omitindo que a Fundação Bill & Melinda Gates financia inúmeros projetos, sendo a maior organização filantrópica do mundo – veio com lero-lero alegando ter inventado uma tecnologia capaz de remover o CO2 do ar a preços acessíveis.
Essa é uma história de amor, mas de tragédia. Um amor impossível. Um amor que não poderia acontecer. Um amor proibido por duas famílias rivais. Um amor entre uma adolescente e um homem mais velho, que gerou uma criança que virou palco de discórdia e uma quase tragédia. Não, não foi Sófocles, Shakespeare ou mesmo Nelson Rodrigues. É a história da menina indígena que teve filho indígena de outro indígena, mas um indígena da tribo errada. O bebê, fruto deste enlace, foi enterrado vivo pela avó e bisavó da criança.
