Eu gosto quando algumas pesquisas são o puro óbvio ululante, como diria Nelson Rodrigues. Não que algumas delas não sejam necessárias. Até são, mas isso porque as pessoas são absurdamente estúpidas e insistem e fazer merda, como andar pela rua entretido com a fuça no celular.
Pensem comigo: o desgraçado vem andando pela rua, com o focinho virado pro celular e o pescoço torto. O que poderia dar de legal disso? Bem, segundo pesquisadores da Universidade Rutgers, ferimentos na cabeça e pescoço ocorridos ao andar com um celular, ou mesmo quando estão dirigindo e usando celular (o miserável além de atropelar alguém ainda pode ter dor no pescoço, mas não larga aquela bosta!)
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Chegando a época das férias e você aí querendo dar um rolé por um Buraco Negro? Calma lá, amiguinho! Você tem umas coisinhas que precisa saber antes de picar a mula espacial para lá. Mete a mão no passaporte intergaláctico que vamos aprender um pouquinho sobre estas coisinhas lindamente mortais, que são os Buracos Negros.
Nossos ancestrais sempre estavam acompanhando os astros. A falta de Netflix, internet, TV aberta etc. acarretou este tipo d distração, além de outro tipo, daquelas que faz neném. Sempre ficaram maravilhados com as conjunções de estrelas e planetas, mesmo sem saber bem a diferença de um pro outro. Era tudo uma questão de geometria e óptica, mas eles não sabiam disso. Hoje, mesmo sabendo que é uma questão de referencial, ainda nos maravilhamos com essas ocorrências.
Evolução, você sabe, seleciona aqueles que estão melhor adaptados de forma a viver por mais tempo e gerar descendentes. Você pode pensar que isso é algo solitário, mas não é, pois enquanto você está evoluindo (você, espécie. Não necessariamente você, você), outra espécie também está. Se você depende da outra espécie. Serão selecionados os que, juntos, evoluírem de forma a um ajudar o outro. Este é o conceito de Coevolução, em que a pressão seletiva favorecerá duas ou mais espécies que adquirirem capacidades que beneficiem ambos. Caso contrário, um vai pra vala evolutiva.
A todo momento surgem tratamentos para devolver movimentos a paraplégicos e tetraplégicos, e quanto mais, melhor, já que cada caso é um caso. Entre cirurgias e exoesqueletos, Ciência tem provido bem novas tecnologias e tratamentos, que se tornaram baratos à medida que forem usados em larga escala, e o tempo de pesquisa e desenvolvimento for reduzido, o que acontecerá rápido se mais e mais técnicas aparecerem.
O Brasil tem talento pro fracasso em vários setores, mas o educacional é a cereja do bolo de merda. Ano após ano, as métricas educacionais são sempre uma vergonha, e sempre dizem “no próximo ano, no próximo ano…” e o próximo ano nunca que vem. Ou vem, com mais vergonha alheia. Estou falando isso e vocês sabem o motivo: o PISA, aquele exame bianual que se especializou em mostrar o lixo educacional que é o Brasil, um imenso atoleiro de vergonha e ridículo que evidencia o caos que reina nos colégios e em políticas inexistentes voltadas para Educação.
Imagine que você é um tubarão, nadando feliz nas águas de Nosso Senhor Sharknado (com ele a Oração e a Paz). Você pensa que é único e especial, mas ai descobre que tinha uma espécie de dinossauro carnívoro que também trocava os dentes da mesma maneira que você. Pronto, aí é caso de ter crises existenciais.
Cláudio Galeno era uma figura fantástica. Nascido em Pérgamo, na atual Turquia, em 129 EC, Galeno era médico, teórico, filósofo (do tipo de filosofia que presta, ouviu, Platão?), biólogo e neurocientista (sim, pois é. Dane-se você, Aristóteles e sua teoria que mulheres tem menos dentes que homens). Galeno atendia pobres, mas a grana mesmo estava no atendimento médico a gladiadores e imperadores. Cláudio Galeno fez grandes descobertas, e cometeu vários erros. Um dos motivos é que as leis vigentes proibiam exumar corpos humanos e disseca-los. Júpiter não gosta, lamento, mal aê, te vira que tu não é quadrado. Isso levou a Galeno achar que as mandíbulas humanas eram divididas em duas, como nos cães, e não são.
Império Mugal foi um Estado existente entre 1526 e 1857, que chegou a dominar quase todo o subcontinente indiano. A designação “mugal” parece ter sido apenas atribuída durante o século XIX e deriva de mongol, denotando a ascendência direta de Gengis Khan de seu fundador, Babur.
Estamos num mundo que transplantes de rostos já não são mais novidade e têm ajudado muita gente. Para quem não consegue um rosto transplantado, a saída é usar máscaras. Você pode até achar que isso não daria muito certo, mas uma pesquisa realizada por cientistas das universidades de York e Kyoto estudou qual é a percepção das pessoas em diferenciar rostos normais de máscaras, em que os modelos eram em fotos, não ao vivo. Seria querer demais, não?