Você está no Brasil que nem eu. Sabe que aqui é um lugar que não pode dar mole, ou passam o cerol. Para a ONU, taxas de homicídio acima de 10 unidades para cada 100 mil habitantes são consideradas violência epidêmica. O município de Queimados no Rio de Janeiro (não confunda com o município do Rio) teve uma taxa de 134 homicídios por 100 mil habitantes, ou seja, pessoal meteu o louco lá (e Queimados nem é a cidade mais violenta, sendo o município do Rio lá pra baixo. Sim, eu sei que isso contraria sua percepção, mas dados são dados. Rio de Janeiro (cidade) tem quase 7 milhões de habitantes, e quando se calcula homicídios por 100 mil habitantes, claro que cai. Dados do IPEA (PDF) Em 2017, Maracanaú, no Ceará, apresentou a taxa de 145,7 homicídios para cada 100 mil habitantes. Tá alto, né? Tá absurdo, né? Você acha que ir para o Primeiro Mundo tá safo, né?
Achou errado, otário! A Inglaterra tem um sério problema de violência urbana, em que Londres está com altíssimos casos de homicídios, marcando uma terrível taxa de 167 homicídios para cada 100 mil habitantes entre março de 2017 e março de 2018. Armas de fogo? Não, facadas, mesmo.
Mas calma que o governo está agindo: vão colocar avisos sérios, botando moral e educando a não meter a faca no bucho dos outros em embalagens de frango frito. Toma tento aí, seu cabra!
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Pessoal está afoito com o uso de maconha medicinal. Claro que maconha medicinal não é a mesma coisa que maconha de traficante, mas vai dizer isso pra essa gente que está até 
Como vocês, eu também uso rede social. Para mim, Twitter está de excelente tamanho. Era fã do Orkut, mas ele não existe mais, enquanto Facebook é apenas um culto ao ego, com pessoas postando, mas dificilmente lendo, pois, a plataforma é péssima para encontrar conteúdo. O problema é que mesmo meu uso reduzido de rede social me faz entrar em contato com um mundaréu de gente esquisita, tola, burra e totalmente maluca, chegando ao ponto de achar que vagabundo está sob efeito de altíssimos alucinógenos.
Você está cansado de ouvir falar de LDL e HDL. Já até decorou que HDL é o colesterol bom e LDL é o colesterol fidaputa. A bem da verdade, o LDL não é uma gordura em si (por “uma” gordura, estou falando de ser uma substância específica), mas sim um complexo de gordura e proteína. Esta bagaça faz o lindo favor de dar um help para placas de gordura darem um rolê no corpo, até que a miserenta grude nas paredes dos vasos sanguíneos. Já sabe que daí é pra se ferrar, né? Então!
Imagine que você é um médico e chama o próximo paciente. Ele chega trazendo a esposa, que não está passando bem, mas você não consegue tirar os olhos do marido. Motivo? Ele tem pele azul. Como isso aconteceu? Invasão alienígena? Papai Smurf safadeenho andou aprontando das suas? Não, nada disso, apenas um exemplo de como Evolução acontece, selecionando indivíduos, e fazendo-os sumir.
Imagine o cenário. Você está num voo. Sente aquela vontadinha de ir ao banheiro. Vai, volta e quando se dirige pro seu lugar o avião começa a sacudir. O piloto fala pra todos apertarem os cintos, só que o manezão está em pé, tentando me segurar para que eu não metesse a fuça em algo ou alguém. Não é legal isso. Tal fenômeno é a chamada “turbulência”; correntes de ar ascendentes e descendentes se movimentando ao mesmo tempo, fazendo o avião sacudir.
Sim, Jesus morreu, mesmo. Essa parte é verdade e ele não volta, lamento. Quem morreu há pouco tempo foi o “falso Jesus”, que para ser honesto nunca se apresentou assim. Michael Job era um pregador e ator americano que se apresentava nos cultos vestido de Jesus lá pela África. Ele até fazia um certo sucesso. Era tipo o Inri Cristo, mas sem ser tão insano, nem jogar sinuca ou andar cercado de beatinhas sexies.
Todo mundo sabe que câncer não é legal. A não ser se você for um dos desclassificados que usaram a doença para promover sua fosfoetanolamina, que cura tudo, menos doença alguma. Como já falei antes, o grande problema do câncer é que não existe “O” câncer, mas quase 200 doenças diferentes, uns mais agressivos que os outros. O câncer faz muitas vítimas, mas 80% dos casos é curável se descobertos a tempo; e a chave do problema é essa: descobrir a tempo.