As pessoas são burras, e eu canso de falar isso. Nos piores períodos da História aflora-se o pior das piores pessoas. De vez em quando, aflora o pior até das melhores pessoas. Voltando ao ponto da primeira frase: as pessoas são burras, extremamente burras. Num mundo que há festa do sarampo, com mães levando seus filhos para se contaminarem e criarem anticorpos, porque não querem pagar pelas vacinas (especificamente, nos EUA) alguém bem idiota acharia que esse tipo de gente ficaria mais inteligente no meio da pandemia de coronavírus.
Carsyn Davis, de apenas 17 anos, teve um vislumbre do quanto as pessoas podem se idiotas, mas não teve tempo de ser testemunha disso. Ela morreu. Morreu, não por causa do coronga, mas pela loucura alheia.


Estamos num domingo pachorrento, com pessoas abertamente tocando um dane-se para o isolamento, saindo para beber e fazer nada no meio de um mundaréu de pessoas com a bênção dos governantes, que jogaram a subnotificação no 11, alegando que de sábado para domingo só houve 43 mortes. Ninguém liga, ninguém se importa.
Enceladus é uma das maravilhas do mundo saturniano. Ela foi descoberto em 28 de agosto de 1789 perlo astrônomo William Herschel, sendo um dos astros mais refletivos do Sistema Solar, embora seja muito pequeno: cerca de 400 km de diâmetro, enquanto o diâmetro equatorial da Lua (a “nossa” lua) possui mais de 3.400 km de diâmetro. Em 1980, quando a Voyager passou por Enceladus, foram tiradas algumas fotografias, onde via-se um satélite com muitas crateras em seu hemisfério norte, mas poucas crateras no hemisfério sul. Enceladus possui muitos gêiseres, e ao expulsar a água quente em alta pressão, se congela no meio frio do Espaço. Parte deste gelo é atraído de volta a Enceladus e outra parte foge do campo gravitacional do satélite.
Você está acostumado a ver vídeos no estilo time lapse com o movimento aparente das estrelas, com elas caminhando pela abóbada celeste. Claro, sabemos que não é bem esse o caso, mas que a Terra é que se move em várias direções e de diferentes formas. Já pensaram se o vídeo levasse isso em conta? Bem, um camarada chamado Bartosz Wojczy?ski pensou.
Os cometas rasantes Kreutz são uma família de cometas rasantes, caracterizados por órbitas que os colocam extremamente próximos do Sol no periélio. Acredita-se que sejam os fragmentos de um grande cometa que partiu-se vários séculos atrás e tem o nome do astrônomo alemão Heinrich Kreutz, que foi o primeiro a demonstrar que eles eram relacionados.
Estamos no Apocalipse Coronga. Alguns acham isso horrível e eu só na base do “teremos menos, mas melhores pessoas”. O Tennessee está com uma onda que o mundo vai acabar num ataque nuclear. Estamos com uma tempestade de areia e para variar os gafanhotos estão vindo aí. Só falta a maior catástrofe mundial: todos os brasileiros sobreviverem.