Eu gosto das associações que costumam fazer. Algumas, totalmente despropositadas. Outras, têm até um motivo para a associação e esse motivo é simplesmente ser notado. Tive um belo vislumbre disso ao ler uma pesquisa científica que determinou a presença de cloreto de sódio (o sal de cozinha, você sabe) em um lago de Europa (o satélite de Júpiter e não o continente).
Uma das conclusões da pesquisadora é que isso podia ser indício de ter seres vivos lá.
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Diz que a vida começa aos 40. Depois dos 40 eu só faço trabalhar mais. Ou será que foi depois dos 20? Bem, deixa pra lá. O mundo dos idosos (tem quem chame de “melhor idade”, mas isso só pode ser uma ironia, ainda mais se for idoso no Brasil) não é como antigamente, em que no início do século XX a expectativa de vida era de quarenta e tantos anos. Hoje vive-se mais e melhor (sim, ainda é melhor do que o que se tinha antigamente).
A todo momento se descobre exoplanetas novos. Ou, melhor dizendo, a todo momento se noticia a descoberta de novos exoplanetas. Descobertos eles foram há muito tempo, mas demora um pouco pros cientistas coletarem os dados, reunirem informações e darem sentido a toda essa algaravia de números que precisam dizer algo útil.
Estamos acostumados em ver animações com a Terra girando. Bem, ela não roda em pézinha. Seu ângulo de rotação é justamente o que a faz apresentar as estações do ano, em que seus hemisférios recebem mais ou menos sol, dependendo da época do ano. Mas e o resto dos planetas? Vocês sabem que alguns giram deitado, outros são rápidos, outros mais devagar.
Durante a missão Apolo 8 à Lua, em 24 de dezembro de 1968, os astronautas Frank Borman, Jim Lovell e William Anders tornaram-se os primeiros humanos a orbitar outro mundo. não apenas isso, eles ainda foram os primeiros a se maravilharem por testemunhar e fotografar o surgimento do planeta Terra pelo horizonte lunar. Este momento ficou conhecido como “Earthrise” ou “O Nascer da Terra”, quando nosso planeta, belo, azul, tímido e fantástico, brota pelo horizonte de um novo mundo, mostrando o que aguardava a humanidade dali a um ano.

O plástico é uma maravilha: durável, barato e imune à quase totalidade de agentes biológicos. Os principais problemas do plástico é que ele não se decompõe fácil, seu preço faz com que se usem em larguíssima escala e, por fim, o fato de ele não ser atacado por agentes biológicos o faz ser um produto que não é biodegradável e, por isso, sua poluição aumenta a cada dia. Esqueça o canudinho plástico. Aquilo não é nada em comparação às milhares de toneladas de plástico que países asiáticos mandam pro ambiente. E nada ali é canudinho, que tem menos plástico que o seu tão amado sachê de catchup e o plástico que embrulha o seu copinho de papelão.