Não é de hoje que simuladores cirúrgicos existem. Em 2013, testaram até com o recém-nascido e recém-morrido Google Glass. Em 2002, dezesseis residentes cirúrgicos tiveram as capacidades psicomotoras de base avaliadas e foram randomizados para treinamento de Realidade Virtual até que os níveis de critério de especialistas estabelecidos por laparoscopistas experientes fossem alcançados. A dissecção da vesícula biliar foi 29% mais rápida para residentes treinados em sistemas de Realidade Virtual.
Agora a empresa FundamentalVR, sediada em Londres, Reino Unido, está lançando nos Estados Unidos seu simulador cirúrgico de realidade virtual cvhamado Fundamental Surgery. O sistema usa controladores de feedback tátil para manipular objetos no mundo virtual. Isso dá ao usuário a capacidade de tocar o que parece ser objetos físicos, tendo a resposta sensorial adequada. Muita ficção científica pra você? Não, é realidade, mesmo!
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Ó Perseu, filho de Dânae e Zeus, Senhor do Olimpo. Forte e poderoso, valente e destemido. Aquele que enfrentou a górgona chamada Medusa, aquele que brandiu a espada decepando-lhe, sem lhe olhar nos olhos, matando o monstro e cavalgou Pégaso. Ó Perseu, vindo ao mundo graças a uma chuva dourada de Zeus sobre Dânae, que a fecundou e ela condenada foi pelo pai Acrísio. Ó Perseu, guerreiro que as musas cantam, que os poetas declamam, por quem Andrômeda se apaixona. Elevado ao céu foi e de tempos em tempos visita a humanidade!
Por mais que as pessoas reclamem do YouTube, já que ele é um sacana e fica arrumando história com muita gente, o que é verdade, é fato que muitas pessoas não entendem o YouTube, não compreendem o conceito de métrica, não fazem a menor ideia como ele ganha dinheiro e nem seus interesses. Acham que há um grande complô para não mostrar seus conteúdos ao público que gostariam, quando a verdade é que o Tubo gosta de mostrar suas propagandas e se seu vídeo não apareceu para certas pessoas, é porque estas pessoas não demonstram interesse pelo que você tem a dizer. Não seria então, o caso de fazer vídeos que fossem atraentes?
Estando na gloriosa República Florentina, aos 31 dias do mês de julho do ano de Nosso Senhor de 1490*, escrevo ao digníssimo excelso senhor Lorenzo, O Magnífico estas poucas letras, pedindo permissão para dirigir-me à Vossa Magnificência.
Verificar o que as pessoas têm na cabeça é uma tarefa nem sempre muito fácil. A parte fácil não é lá muito bem aceita; além de sujar o machado e a sala, os comitês de ética faça enchendo o saco para que o paciente, no mínimo, saia vivo. Outros procedimentos, apesar de não serem tão divertidos, envolve eletrodos e/ou maquinário de grande porte, o que complica muito. Enfiar eletrodos no cérebro seria um meio-termo, mas também causa problemas, como tudo ser muito bem esterilizado e ter fios, muitos fios, de um lado pro outro. Seria legal se pudéssemos colocar um implante definitivo (ou quase) no cérebro e ele mandar de lá de dentro todas as informações que precisássemos, sem necessariamente usarmos fios conectores.
No universo das pequenas coisas, você precisa fazer um estardalhaço com algo que não tenha efeito nenhum, de forma a fingir que trabalha e mostra serviço. Nada é mudado mas você tira onda que está fazendo muito por todos, quando efetivamente não está fazendo nada para ninguém. É com base nisso que se baseia esta proibição imbecil dos canudos de plástico no Rio de Janeiro. Motivo? “Ain, o meio-ambiente lindinho não pode ser emporcalhado por causa desses malditos canudos”. Que nem a foto ao lado mostrando a imensa quantidade de canudinhos de refrigerante.
Desde muito tempo as pessoas veem coisas “aparecerem”. Monstros, discos voadores, Jesus, santos, monstros marinhos, Nossa Senhora etc. Curiosamente, sempre uns poucos, nunca em grande multidão, são capazes de ver com nitidez. A multidão? Veem flashes e luzes que são facilmente explicáveis em temos de eventos atmosféricos. Virgem Maria nunca aparece no meio do campo no final da Copa do Mundo. Os relatos de aparições são toscos e confusos e no século XXI, o máximo de aparição que se consegue filmar é uma ventania.
A Lua vem nascendo e se pondo desde que depois do porradão que Theia deu na Terra e os detritos se arranjaram formando nosso satélite natural. Tem sido um dos passatempos humanos desde que os humanos passaram a se dar conta da maravilha deste espetáculo. Hoje, mesmo com nossa vida agitada, sempre nos maravilhamos com este tipo de cena; mas nunca de uma forma como Daniel López captou nas Ilhas Canárias.